sábado, 26 de julho de 2014

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

STC - NG6 - DR4 - Ficha de Trabalho nº7 - Migrações Animais


Powerpoint sobre Fluxos Migratorios em Portugal


Powerpoint sobre Migrações


Download Powerpoint sobre Migrações

STC - NG6 - DR4 - Ficha de Trabalho nº4 - Migrações animais



STC - NG6 - DR4 - Ficha de Trabalho nº2 - A imigração ilegal



Documento sobre Migrações


Download -  Documento sobre Migrações

Resumo do filme A Marcha dos Pinguins

Documento sobre a População Encarcerada em 2004



STC - NG6 - DR4 - Ficha de Trabalho nº5 - Formas de mobilidade territorial




Documento sobre Portugal na europa e a questão migratória




STC - NG6 - DR4 - Ficha de Trabalho nº6 - Urbanismo e Mobilidade


Texto sobre Imigração

As profundas desigualdades no desenvolvimento entre os países, assim como no interior destes, provocam contínuos fluxos de seres humanos das zonas mais pobres para aquelas onde as condições de vida são melhores. Estas disparidades de desenvolvimento, ao contrário do que seria de esperar, não têm diminuído a nível mundial, mas aumentado. O que se reflecte no crescente número de imigrantes clandestinos nos países mais ricos. Este drama é particularmente sentido, na União Europeia. Todos os anos milhares de pessoas morrem tentando entrar num dos seus estados membros. Alguns, como Portugal, Espanha ou a Itália, foram até há poucos anos países de emigrantes, onde era hábito a comunicação social criticar as duras condições em que viviam e trabalhavam os seus concidadãos nos países de acolhimento.

Actualmente somos confrontados, nestes e outros Estados, com relatos de situações aviltantes da dignidade destas pessoas, perante a complacência das autoridades públicas e a indiferença de grande parte da comunicação social. O principal argumento apresentado a favor dos imigrantes é frequentemente apenas um: o da sua necessidade imperiosa, face à escassez de mão-de-obra. Só a Europa comunitária necessita de cerca 44 milhões de imigrantes até 2050 para resolver este defíce. Eles são vitais quer para o crescimento económico, quer para manter o sistema de segurança social. O problema humana destes seres, continua, contudo, a ser secundarizado. A principal reivindicação dos imigrantes, é muitas vezes, serem simplesmente reconhecidos como pessoas "Nenhum ser humano é ilegal", gritava numa manifestação em Barcelona, um imigrante clandestino.

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Imigrantes legais e clandestinos na União Europeia

Na União Europeia, as leis sobre imigração e asilo político variam muito de país para país, embora a tendência seja para a sua uniformização. A maioria está a estabelecer um sistema de "quotas", assim como a estabelecer um processo de selecção dos imigrantes, nomeadamente através de prestação de "provas" pelos candidatos (conhecimento da língua, da cultura, etc). A tendência é a crescente criar um sistema selectivo que privilegie a imigração de mão-de-obra qualificada, à semelhança do que faz os EUA ou a Austrália.

Calcula-se que em 2004 tenham entrado na UE, cerca de 1,4 milhões de imigrantes legais. O número de imigrantes clandestinos é todavia muito elevado e não pára de aumentar, por mais medidas repressivas que sejam tomadas pelos diferentes estados.

Estima-se que mais de 3 milhões de imigrantes vivam clandestinamente na UE. Entre 800 mil e 1,2 milhões em Espanha, cerca 750 mil na Alemanha, meio milhão em França, 250 mil em Itália e na Holanda, mais de 100 em Portugal. Na Grã-Bretanha o seu número ascende a largas centenas de milhares. A maior parte destes imigrantes são procedentes do norte de África, Turquia, Índia, Paquistão, África subsahariana e dos balcans.

Desde 2001 que na UE os diversos estados tem vindo a reforçar os sistemas de controle à imigração ilegal.

Observatório Europeu do Racismo e da Xenofobia, têm vindo a denunciar o aumento dos casos de violência racial e de discriminação em todos os países da UE. De acordo com este Observatório, as principais razões para o aumento da xenofobia, devem-se principalmente ao medo do desemprego, insegurança em relação ao futuro, e ao mal estar generalizado sobre as condições sociais e as políticas dos governos.
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Panorama da Imigração na UE

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Alemanha: Desde a 2ª. Guerra Mundial (1939-1945) que a Alemanha se tornou no principal destino da imigração na Europa. Os seus 7,3 milhões imigrantes constituíam em 2003 cerca de 9% da população total. O principal grupo imigrantes é originário da Turquia (cerca de 2 milhões). Calcula-se que 750 mil imigrantes vivam neste país em situação irregular.

Em 2000 entrou em vigor a lei da dupla nacionalidade. Esta lei procura promover a integração da segunda e terceira geração de imigrantes. Os imigrantes clandestinos que são detidos são expulsos de imediato e postos na fronteira. Alemanha estabeleceu convénios com os países vizinhos de forma a expulsar do seu território todos aqueles que nele tentam entrar ilegalmente. Se o imigrante não leva documentos, os procedimentos burocráticos podem levar meses, porque primeiro se tem que estabelecer a identidade do detido. O imigrante clandestino pode recorrer aos tribunais, para contestar a decisão do Estado o expulsar. Á semelhança do que ocorreu em outros países da UE, no início do novo milénio, aumentou significativamente o tráfico de mulheres para a prostituição e de mão-de-obra clandestina proveniente do leste da Europa (Ucrânia, Rússia, Moldávia, etc.)

Em 2005, uma nova lei da imigração mais restritiva que a anterior, procura dificultar a entrada de imigrantes sem qualificações profissionais. Pretende-se também reforçar o sistema de integração, nomeadamente pelo ensino da língua e da cultura alemã.

Austria: Os imigrantes constituem 9,8% da população (dados de 2000). Em cada ano, uma ordem administrativa estabelece a quota para a admissão de cidadãos de países terceiros, isto é, não residentes na UE. Em 2000 este número foi limitado a um máximo de 7.86 pessoas. A lei austríaca permite que os estrangeiros residentes possam reunificar as suas familias. No entanto, as pessoas que desejam unir-se com os seus familiares, estão submetidas a uma cota fixada pelo Estado. Durante 2000, a Austria foi objecto de sanções por parte da UE devido a atitudes de membros do seu governo contra os direitos humanos. Um lei recente impôs a obrigatoriedade da aprendizagem do alemão a todos os imigrantes não comunitários.


Bélgica: Os imigrantes constituíam 8,3% da população. Não existem números oficiais sobre o número exacto de imigrantes e refugiados que vivem na Bélgica em situação irregular, calcula-se que seu número varie entre as 50.000 e as 75.000 pessoas. Nos últimos tempos a maioria do imigrantes provêm da Ucrânia e dos países do centro da Europa, como a Eslovénia e a Eslováquia. Até meados de 1999, foi um dos países que onde os imigrantes clandestinos eram mais durante perseguidos. Uma Lei aprovada em Dezembro de 1999, permitiu a muitos milhares de imigrantes e suas famílias obterem autorização de residência, depois de demonstrarem que viviam no país há pelo menos 6 anos antes da data limite para legalização (1 de Outubro de 1999). O número de anos diminuía para 5 no caso dos filhos terem idade escolar.Em 2000, a emigração ilegal cresceu cerca de 60% em relação ao ano anterior.

Dinamarca: Os imigrantes constituíam em 2000 cerca de 4,8% da população.

Espanha: Em finais de 2004, viviam em Espanha 1.854.218 imigrantes legais, originários da América Latina (600 mil), da UE (478 mil), África (366 mil), Leste da Europa (152 mil) e da Ásia (133 mil). Para além destes calculava-se que vivam neste país, entre 800 mil e 1 milhão e duzentos mil imigrantes clandestinos.

Este país contava em 2002 com 1.324.000 imigrantes, os quais representavam cerca 4,7% da população (1,9% em 1992). A maioria dos imigrantes eram originários de Marrocos, Equador, Colombia, Perú, Rep.Dominicana, Filipinas, China e Roménia.

Os imigrantes clandestinos trabalham na sua maioria na economia paralela e são muito mal pagos, vivem e trabalham em condições miseráveis. A Espanha é um dos países da UE com maior número de imigrantes clandestinos, os quais são escravizados por mafias espalhadas por todo o país, em especial na Andaluzia e na região de Madrid.

O processo de legalização que ocorreu em 2000, permitiu regularizar a situação de apenas 140.000 imigrantes. Em 2001 o número de imigrantes superou todas as expectativas, levando a que fossem adoptadas medidas excepcionais de contenção. Em 2005, o governo espanhol lançou um novo processo de legalização dos imigrantes clandestinos, esperando cerca de 800 mil vejam a sua situação regularizada. O processo de regularização adoptado está na prática confiado às empresas que empregam estes imigrantes clandestinos.

Um das situações mais dramáticas vividas pelos imigrantes na Europa, regista-se no sul de Espanha e nas Canárias. Todos os anos muitos morrem afogados quando tentam atingir as suas costas vindos do Norte de África. Em 2004, a Espanha expulsou 120 mil imigrantes clandestinos.

Finlândia: Os imigrantes em 2001 constituíam cerca de 1,7% da população.A maioria dos seus imigrantes são originários dos países da ex-União Soviética.

França: Os imigrantes constituíam em 2001 cerca de 5,6% da população. A maioria dos seus imigrantes actuais são originários de países mulçumanos do Norte de África (Argélia, Tunísia, Marrocos, etc), e mais recentemente também da Turquia.

Em 1990 esta percentagem era de 6,3%. Em 1999 a a França regularizou 83.000 imigrantes sem papeis, cerca de 70% dos clandestinos. Os que não viram regularizada a sua situação, ou foram expulsos, ou vivem numa situação muito precária. Entre 1991 e 1997 ocorreram muitas expulsões. Em 1997, foram deportados, por exemplo, 7.200 imigrantes. As autoridades francesas recorreram muitas vezes a voos "charter", prática actualmente abandonada. Durante o ano de 2000 foram frequentes as agressões a imigrantes do norte de África.

Em 2005, a França vai estabelecer um sistema de "quotas", subordinada às necessidades do mercado de trabalho. Os partidos de direita defende igualmente quotas por nacionalidade ou étnia, de modo a evitar a crescente influência da cultura muçulmana neste país.


Grã Bretanha: Os imigrantes constituíam em 2001 cerca de 4% da população. 39% destes imigrantes são originários de países da União Europeia. Os asiáticos constituem depois o grupo mais significativo, destacando-se entre eles os originários do Bengladesh, Paquistão e Índia.

Este país introduziu medidas muito selectivas em relação à concessão do estatuto de asilados.

Em 2000 cerca de 10% dos imigrantes foram devolvidos aos seus países de origem, porque os seus pedidos de asilo se deviam à falta de emprego no seus locais de origem. Em Março deste mesmo ano o Governo Britânico anunciou que expulsaria os imigrantes que explorassem os seus filhos pela mendicidade. As ajudas do governo são para os imigrantes conseguirem trabalho e habitação e aprendizagem da língua inglesa. Nesse ano regularizou a situação de 30.000 refugiados que haviam solicitado asilo. Contudo, não regularizou os imigrantes ilegais por motivos económicos que ascendem a mais de 50.000.


Holanda: Os imigrantes constituíam em 2000 cerca de 4,1% da população. Este país tem vivido desde 2003 numa crescente tensão racial, o que tem provocado o adopção de medidas de controlo da imigração, em especial a proveniente da Turquia e Marrocos. A nova legislação sobre imigração vai passar a exigir que os candidatos conheçam a língua e a cultura holandesa.

A imigração clandestina tem sido alvo de severas medidas, nomeadamente em relação à expulsão. A Holanda tinha em finais de 2004, cerca 150 mil imigrantes ilegais.

Irlanda: Este país tem vindo a limitar o acesso do imigrantes à naturalização e à reunificação das famílias. A metade do crescimento demográfico deste país deve-se aos imigrantes.

Itália: Os imigrantes em 2000 constituíam cerca de 2,2% da população. Existe uma cota anula para a entrada de imigrantes extracomunitários. Um decreto de 1999 permitiu obter residência permanente aos imigrantes com mais de 5 anos de residência legal no país. Para os clandestinos a Lei prevê a criação de centros de acolhimento, até serem repatriados. Quando isto não é possível ficam em liberdade. Em 2000 o número de imigrantes que se fixou em Itália aumentou cerca de 13,8%. Actualmente vivem em Itália cerca de 1.270.000 imigrantes extracomunitários.

Em 2001, o governo italiano estabeleceu um sistema de "quotas" para a imigração.A afim de regularizar a situação, em 2002, foram legalizados 635 mil imigrantes.

Luxemburgo: 114 imigrantes por cada 1.000 habitantes (dados de 2001). Os refugiados não têm o direito de trazerem as suas famílias. Existem um rigoroso controlo fronteiriço para evitar a entrada de clandestinos, embora cerca de 70% do crescimento demográfico deste país se deva à chegada de imigrantes.

Portugal: Os imigrantes constituem cerca de 5% da população total e 11% da população activa. A maioria do imigrantes são originários da Ucrânia, Cabo Verde, Brasil e Angola. Portugal foi na União Europeia o país que sofreu a mais rápida e profunda alteração em termos migratórios.

O Estado português ainda não tomou medidas adequadas para assegurar a educação dos filhos dos imigrantes. A maioria dos imigrantes clandestinos trabalha em actividades irregulares, vivem e trabalham em condições deploráveis, recebendo salários muito inferiores aos estabelecidos na lei.

Os imigrantes têm o direito de trazer as suas famílias.

Em 2001 o número de imigrantes superou todas as expectativas, levando o governo a adoptar severas medidas de contenção dos fluxos migratórios. Os imigrantes só podem entrar em Portugal para trabalhar, desde que estejam munidos de uma autorização passada nos seus países de origem, caso contrário arriscam-se a ser expulsos.

Suécia: os imigrantes constituíam em 2000 cerca de 5,5% da população.

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O Está a Provocar o Medo Pelos Imigrantes?

Por toda a Europa, desde o inicio da década de noventa que se assiste-se a crescentes reacções contra os imigrantes. O fenómeno não é novo, certas regiões como os Balcãs que desde há séculos estão mergulhadas em contínuos conflitos devido problemas com migrações locais.




Naufrágios de Imigrantes

A União Europeia está a tornar-se numa autentica fortaleza, reforçando as suas fronteiras externas e o controlo sobre a entrada de novos imigrantes.Tudo em nome da paz interna e da prosperidade económica.

Atingir a UE continua a ser o sonho para milhões de pessoas que vivem em países mergulhados na miséria e em contínuas guerras. Este sonho conduz á morte centenas de pessoas, em naufrágios no mediterrâneo. A maior parte das vítimas são africanos e curdos.








Aumento de População

O população da União Europeia aumentou devido à imigração.

A União Europeia a 31 de Dezembro de 2001, segundo a Eurostat contava com 379,4 milhões os habitantes (377,9 milhões no ano anterior). Calcula-se que mais de 70% deste crescimento se tenha ficado a dever ao fluxo migratório para os 15 países que compõe actualmente a UE.

Espanha, Itália, Alemanha e Reino Unido foram os países que, em termos absolutos, mais imigrantes receberam em 2001.

Nas contas que relacionam a emigração com a população total, Portugal surge com uma das mais elevadas taxas migratórias (4,9 por mil habitantes), apenas ultrapassado pelo Luxemburgo (9,0), Espanha (6,2) e Irlanda (5,2).

O crescimento natural da população (nascimentos menos mortes) da UE foi de 410 mil pessoas, o que significa um ligeiro aumento relativamente aos anos anteriores. Também neste caso, este aumento se ficou a dever aos imigrantes.


Refugiados: Uma Drama que Assola o Mundo

Nos últimos três anos, o número de refugiados que acorreram à Europa aumentou de forma brutal revelando as crescentes desigualdades que assolam o mundo.



Rotas da Imigração

A Europa foi entre os séculos XVI e XX, uma região exportadora de mão-de-obra para todo o mundo. Estes emigrantes partiam à conquista de terras e recursos naturais, subjugam ou exterminavam os povos que encontravam. Brilhantes civilizações, como as da América, foram destruídas neste processo. A partir dos anos 60, a situação inverteu-se. Os novos imigrantes são agora oriundos das antigas colónias ou regiões que os europeus procuram conquistar.


Texto sobre as Migrações

As Migrações
Introdução
A mobilidade é uma característica de praticamente todos os seres vivos. Fundamentalmente, as migrações são movimentos horizontais (deslocamentos), que tendem a um equilíbrio demográfico à superfície do Globo, este equilíbrio, como é óbvio, é realizado inconscientemente, mas qualquer migração tende a estabelecer um determinado equilíbrio.
Há uma interdependência entre estes movimentos horizontais e os movimentos verticais (crescimento natural - condicionados pela natalidade e mortalidade), sendo que, à medida que se acentuam os desequilíbrios demográficos (e não só) regionais, maior é a tendência para que as populações efectuem movimentos migratórios.

Formas das migrações


















Através do esquema, facilmente se compreende as diversas formas que as migrações podem assumir. Qualquer exemplo de migração, independentemente do seu motivo ou causa, pode assumir uma "mistura" de formas:


Exemplos:
Quanto ao espaço - são internas se os deslocamentos realizam-se de umas regiões para as outras, dentro do mesmo país, e externas ou internacionais se os deslocamentos se fazem de um país para outro (emigração / imigração). Nas externas, se a migração é efectuada para outro país do mesmo continente, é intracontinental, se por outro lado, é para outro país de outro continente, é intercontinental. No que respeita às migrações internas (êxodos rurais e urbanos) falaremos delas mais adiante.
Quanto à duração - podem ser temporárias se a mudança é apenas por um determinado período de tempo (pode ir de alguns dias até poucos anos - por exemplo, contratos temporários de trabalhadores portugueses na indústria hoteleira e construção civil, na Suíça - ou apenas umas semanas de férias noutro lugar). Dentro das migrações temporárias, há ainda as migrações sazonais (têm a ver com determinadas estações do ano - por exemplo a contratação de trabalhadores para as vindimas, ou as férias balneárias). As definitivas, são aquelas em que os indivíduos decidem ir para um determinado local, para aí se estabelecerem definitivamente, podendo eventualmente regressar após muitos anos.
Quanto à forma - as migrações podem ser voluntárias, quando a decisão de se deslocar é do próprio indivíduo, ou seja, é iniciativa do indivíduo. Quando o individuo, apesar de não desejar fazer uma deslocação, se vê obrigado a fazê-la, por diversos motivos, então, diz-se que a migração é forçada.
Quanto ao controlo - se a migração é feita com autorização do país de acolhimento, é uma migração legal. Se por outro lado o indivíduo entra (ou fica) num determinado país sem nenhuma autorização (ou conhecimento) deste, diz-se que é clandestina ou ilegal.

Causas ou motivos das migrações
















Económicas - provavelmente deverá ser a causa fundamental que leva as pessoas a migrarem, quase sempre resultante da diferença de desenvolvimento socioeconómico entre países ou entre regiões. Quase sempre, nestes casos, os indivíduos migram porque querem assegurar noutros locais um melhor nível de vida, onde os salários são mais elevados, as condições de trabalho menos pesadas, onde a assistência social é mais eficaz, enfim, vão para onde pensam ir encontrar uma vida mais agradável.......o que, diga-se de passagem, nem sempre acontece. Por exemplo, ir trabalhar para a Alemanha, pois dum modo geral, os salários lá, são mais elevados.
Naturais - dum modo geral, este motivo de migrações, leva a que sejam migrações forçadas, pois devido a causas naturais (cheias, terramotos, secas, vulcões...) a vida e a sobrevivência das pessoas fica em risco, pelo que se vêem forçadas a abandonar os seus locais de residência.
Turísticas - são as que se efectuam normalmente, pela maioria das pessoas, em determinadas épocas (ou estações) do ano, que por isso mesmo, também são uma forma de migrações sazonais. São aquelas deslocações que se efectuam no período das férias de Verão, Natal, Páscoa, etc...
Laborais - São todas as deslocações que se efectuam por motivos profissionais. Podem também ser sazonais e dum modo geral, são temporárias. Um exemplo muito fácil de compreenderem, é o dos docentes, que na sua maioria, são colocados (muitas vezes sem grande vontade) quase todos os anos lectivos em escolas diferentes e por vezes, longe das suas residências.
Políticas - São dum modo geral migrações externas, que devido a mudanças nos governos de países, alguns habitantes se vêem forçados (mas nem sempre) a saírem desse país. Por exemplo, quando se deu a independência de alguns países africanos, muitos dos seus habitantes tiveram de sair deles e ir para outros países; aconteceu com os portugueses em Angola, Moçambique, Guiné, mas também com franceses em Marrocos, Argélia, Indochina, ou com ingleses na ex-Rodésia, etc...
Étnicas - esta palavra, muitas vezes confundida com racismo, tem mais a ver com diferenças entre culturas e povos, podendo ou não ser da mesma raça. Por exemplo, na II Guerra Mundial, havia muitos judeus na Alemanha e, para Hitler, eles constituíam um povo inferior, pelo que tentou exterminá-los, contudo, eles eram ambos (alemães e judeus) de raça branca. Também recentemente, na ex-Jugoslávia, muitos povos se viram forçados a emigra apenas por pertencerem a outra cultura.
Religiosos - há muitas migrações, muitas delas externas, cujo único objectivo é a deslocação a um determinado centro de fé, de acordo com a religião de cada indivíduo. Como exemplo podem-se citar as peregrinações a Fátima, Santiago de Compostela (Espanha), Lourdes (França), Meca (Arábia), entre muitos outros espalhados pelo mundo. Aliás, a titulo de curiosidade, a religião muçulmana obriga cada um dos seus crentes a deslocarem-se pelo menos uma vez na vida, a Meca, ao túmulo do profeta.
Culturais - poucos consideram este motivo uma causa de migração, contudo, há muitas pessoas que se deslocam (normalmente temporariamente) para outros locais, apenas com uma finalidade cultural, ou de enriquecimento de conhecimentos. Por exemplo, ir a outro país tirar um curso de pós graduação, ou um doutoramento.... ter de sair do local de residência porque a universidade/faculdade onde um estudante conseguiu entrar se situa muito longe, etc...

Os grandes fluxos migratóriosinternacionais










Foi possivelmente com os Descobrimentos, nos séculos XV e XVI, que se abriram os horizontes geográficos, dando a conhecer enormes espaços praticamente despovoados, e permitiram uma vontade e oportunidade de emigrar para esses novos locais. Foi talvez a partir desta época que se abriu uma nova era na história das migrações. É do conhecimento de todos que a partir dessa época, espanhóis e portugueses ocuparam países da América latina e África, Franceses e Britânicos, ocuparam a América do Norte.
Mas de todos os movimentos migratórios, os dos finais do séc.os grandes fluxos migratórios desde os Descobrimentos até ao final da II Guerra Mundial XIX e princípios do séc. XX, foram os mais espectaculares. Estes gigantescos fluxos migratórios desempenharam um grande papel na redistribuição e no equilíbrio da população mundial. A maior parte dos países de origem, eram países europeus. Convém lembrar que a Europa (a partir da Revolução Industrial), conheceu um enorme crescimento populacional, chegando a uma situação em que a industria e os serviços, já não conseguiam garantir emprego a todos os que o desejavam. Por isso a pressão demográfica europeia era enorme. Por outro lado, vastos e ainda inexplorados e escassamente povoados territórios não faltavam. Assim, nessa época, milhões de portugueses, espanhóis, irlandeses, britânicos, franceses, alemães suecos, dinamarqueses ... emigraram para onde a "terra não faltava" - os territórios do Novo Mundo (EUA, Canadá, Brasil, Venezuela, Argentina, Austrália, Nova Zelândia, África do Sul... Estes movimentos migratórios, ajudaram a diminuir a pressão demográfica na Europa e ajudaram o crescimento económico e populacional do Novo Mundo.
período compreendido entre as duas guerras mundiais, foi uma época de abrandamentos dos fluxos migratórios internacionais. Por um lado devido aos conflitos bélicos, que dificultavam o movimento dos meios de transporte, bem como que "impediam" a saída de pessoas de grande parte dos países europeus (não esquecer que nessa altura era essencialmente o homem que trabalhava e, portanto, que emigrava, e devido à guerra, os homens eram necessários para a guerra). Outra causa do abrandamento, foi a grave crise económica dos anos 30, que teve início nos EUA e que se alastrou a todo o mundo. Foi também a partir desta crise económica, que muitos países adoptaramrestrições às imigrações, ou seja, adoptaram políticas de controlo cada vez mais rigorosas, que passavam pelo estabelecimento de quotas (limitações ao número - e às vezes ao tipo - de estrangeiros autorizados a entrar num território) e pela luta contra a imigração clandestina e na dificuldade de acesso à naturalização (possibilidade de uma pessoa mudar de nacionalidade para se tornar cidadão do país de acolhimento).
Após o fim da II Guerra Mundial, houve uma retoma dos fluxos migratóriosFluxos migratórios após a II Guerra Mundialmas com outra "direcção". Os países europeus encontravam-se destruídos pelo conflito e procuravam a sua reconstrução e o tornar a dinamizar a sua economia. Porém havia obstáculos; os fluxos migratórios anteriores tinham "esvaziado" a Europa de jovens e adultos, por outro lado, as duas guerras mundiais devastaram imensas vidas humanas, também principalmente, adultos e jovens, pelo que a população europeia, além de reduzida, estava envelhecida. Deste modo, a falta de mão-de-obra era o maior obstáculo à reconstrução. Contudo, nessa época (cerca de 1950), muitos países mediterrâneos, ou que não entraram directamente nos conflitos, possuíam uma economia pouco desenvolvida e sobretudo agrícola, e portanto incapaz de absorver essa mão-de-obra toda, originando nesses países, muito desemprego e salários reduzidos. A possibilidade de poderem arranjar emprego, emigrado para os países que estavam destruídos, foi uma alternativa de melhorar o seu nível de vida. Desencadeou-se assim outro fluxo migratório enorme, só que agora, o destino não era o Novo Mundo, mas sim os países da Europa Ocidental, que em poucas décadas conseguiu recuperar o seu desenvolvimento económico. Os principais países de acolhimento foram a França, a Alemanha (na altura a RFA), o reino Unido, a Bélgica, Holanda, Luxemburgo e Suíça. Dos países de partida, destacam-se a Espanha, Portugal, Irlanda, ex-Jugoslávia, Turquia, Marrocos, Argélia e Tunísia.
Mas em 1973, aconteceu outra grande crise económica, provocada pela subida vertiginosa e crescente dos preços do petróleo, principalmente devido à guerra entre o Irão e o Iraque. As restrições à imigração tornaram-se novamente implacáveis.
A partir de 1990, assistiu-se a grandes mudanças a nível de mudanças económicas e políticas de muitos países (desmembramento da ex-URSS e da ex-Jugoslávia, conflitos pelo poder em África, os boat people do sudeste asiático e de Cuba, etc..) que originam, actualmente, um grande fluxo migratórios. Contudo as características destas actuais migrações internacionais são inovadoras: a maior parte delas são clandestinas e de refugiados, que tentam fugir de conflitos políticos e étnicos.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

STC - NG6 - DR2 - Ficha de Trabalho nº2 - Ruralidade e Urbanidade


STC - NG6 - DR2 - Ficha de Trabalho nº3 - Substâncias Tóxicas


STC - NG6 - DR2 - Ficha de Trabalho nº1 - O Regresso à Vida no Campo


Link útil sobre Agricultura Biológica

Exercícios sobre "O ciclo do Azoto"


As bactérias têm um papel ímpar nos ciclos biogeoquímicos, nomeadamente no ciclo do azoto, que só reacções mediadas pelas bactérias conseguem fechar; contrariamente à crença generalizada, que baseia todo o ambiente nas relações entre animais e plantas, o tecido do equilíbrio ecológico fundamenta-se essencialmente no variado metabolismo bacteriano.

1- Qual a importância do Azoto para os organismos vivos.
2- Faça um resumo da circulação deste elemento químico na Natureza.
3- Qual a função das bactérias nas raízes das leguminosas e dos solos no ciclo do azoto.
4- Refira de que modo o Homem pode interferir no ciclo natural do azoto.
5- Quais os efeitos da alteração antropogénica do ciclo do azoto.

Exercícios sobre Biotecnologia e Agricultura


Quando os primeiros agricultores, há 10 000 anos atrás, começaram a guardar para os anos seguintes as sementes das plantas que lhes pareciam mais produtivas, vigorosas, resistentes ou melhor adaptadas às condições locais, estavam de facto a procurar salvaguardar e incrementar as suas fontes energéticas.
Em boa verdade, poderia dizer-se que há Melhoramento desde que existe Agricultura.
Contudo, só no séc. passado com os estudos de G. Mendel sobre a hereditariedade foram estabelecidas as 1ªs bases científicas da Genética. E será já no inicio do séc. XX que estas importantes descobertas começam a ser utilizadas no melhoramento de plantas cultivadas.
Nos anos seguintes a evolução foi muito rápida. Na década de 30 quebram-se as barreiras da Espécie. O triticale, resultado do cruzamento do trigo com o centeio, é hoje uma cultura comum. A produtividade do milho passou de 1t/ha para mais de 10 em pouco mais de 50 anos. Situação semelhante ocorreu com a generalidade das culturas agrícolas, com a contribuição importantíssima do Melhoramento.
O essencial do processo, pese embora a natural evolução de muitas técnicas, continua, contudo, assente no cruzamento entre dois indivíduos(ou populações) préviamente seleccionados, com o objectivo de fixar na respectiva descendência características identificadas como desejáveis nos progenitores. O que nem sempre ocorre, dificuldade agravada por vezes com o facto de algumas características pretendidas serem, por esta via, indissociáveis de outras absolutamente não desejadas.
Sendo uma técnica ainda hoje imprescindível, do Melhoramento dito tradicionais não podemos esperar os avanços espectaculares que já protagonizou no passado. A Engenharia Genética, no âmbito mais vasto da moderna Biotecnologia, pode ter aqui um papel fundamental, pelo extraordinário potencial que encerra.


1. Tendo em conta as previsões dos valores a alcançar pela população mundial em 2050, qual o papel que a Engenharia Genética, no âmbito mais vasto da moderna Biotecnologia, pode ter na resolução deste problema (referir as contribuições desta para uma agricultura sustentável).

Exercícios sobre "A Agricultura Portuguesa e a Politica Agrícola Comum"


Mais de três quartos do território da União Europeia são terras agrícolas (44%) ou arborizadas (33%). No entanto, nos últimos 40 anos, os seus recursos naturais têm sido sobreexplorados pela agricultura, pela silvicultura e pelas actividades comerciais, em nome do aumento da produção. Do mesmo modo, a evolução tecnológica e razões de ordem comercial 8maximização dos lucros e minimização dos custos) têm levado a uma intensificação da agricultura. A PAC foi, então, responsável pelos níveis elevados de apoio aos preços agrícolas, que favoreceram a agricultura intensiva e o aumento da utilização de adubos e pesticidas. Estas práticas provocaram: A poluição da água e do solo; A degradação de alguns ecossistemas; Alterações na paisagem (destruição de sebes, muros de pedra, valas e a secagem de terras húmidas contribuíram para a perda de habitats naturais de muitos pássaros, plantas e outras espécies naturais); O aumento da erosão dos solos.


Agricultura quer crescer


A maior feira ibérica de agricultura biológica – a Terra Sã – abriu portas este fim-de-semana, em Lisboa. Durante três dias, o lema é cativar novos consumidores para "uma alimentação biológica e saudável".
Porém, subsiste a ideia de que o que é bio é mais caro. A diferença de preços prende-se sobretudo com a substituição dos adubos e pesticidas, por mais mão-de-obra e com baixa produtividade.
Portugal começou a dar os primeiros passos na agricultura biológica há cerca de 20 anos, mas o salto só aconteceu há dez, com o reforço das medidas agro-ambientais. O número de agricultores biológicos quintuplicou entre 1994 e 2004, para os actuais 1300, ou seja, 0,3% da população agrícola tradicional. A área total de cultivo vegetal aumentou 28 vezes, ocupando actualmente 3,5% da superfície agrícola de Portugal. No campo da produção animal, as cabeças de gado triplicaram entre 2002 e 2004, pois só a partir de 2001 é que a certificação deste tipo de produtos permitiu a evolução.
Porém, o Plano Nacional para o Desenvolvimento da Agricultura Biológica, elaborado em 2004, ficou na gaveta. O actual Governo pretende integrar esta componente no Plano Nacional para o Desenvolvimento Rural. Para os responsáveis pelo sector "não se devem confundir produtos biológicos com os de denominação de origem: os biológicos têm as mesmas regras em todo o mundo (o que, em termos de exportação, é uma garantia), enquanto que um estrangeiro não sabe o que é a morcela de Aires". A exportação é uma das apostas deste mercado. Actualmente, Portugal já exporta cerca de 50% do azeite biológico que produz, por exemplo.
No entanto, é natural que se venha a registar uma descida na produção biológica porque há mais incentivos para outras medidas, como a de protecção dos aquíferos, aprovada este ano, através da qual os agricultores recebem quatro vezes mais para apenas reduzir o uso de químicos.

Adaptado de: "Expresso", 26 de Novembro de 2005



1. Diga o que entende por agricultura biológica.

2. Indique os motivos responsáveis pelos elevados preços dos produtos da agricultura biológica.

3. Relacione o desenvolvimento da agricultura biológica na União Europeia com as crescentes preocupações da população em geral para com a protecção do ambiente.

4. Enuncie outra estratégia (para além dos incentivos à agricultura biológica), referida no texto, que está a ser utilizada para valorizar os produtos da agricultura portuguesa.

5. De que forma a Agricultura Biológica pode contribuir para o desenvolvimento regional?

STC - NG6 - DR2 - Colectânea de Textos sobre Agricultura



sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Vídeo sobre "A quinta do futuro"


Vídeo sobre produtos biológicos

Vídeo sobre hidroponia em Portugal


Powerpoint sobre a agricultura


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Documento sobre Produção Biológica


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STC - NG6 - DR2 - Ficha de Trabalho nº5 - Desequilíbrios Ambientais


STC - NG6 - DR2 - Ficha de Trabalho nº4 - Substâncias Tóxicas


segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Powerpoint sobre a dinâmica dos ecossistemas


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STC - NG6 - DR2 - Ficha de Trabalho nº8 - Ciclo do Azoto


Powerpoint sobre Ecossistemas


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-  Powerpoint sobre Ecossistemas

STC - NG6 - DR2 - Guião de Trabalho de Grupo "Alimentos Transgénicos"


STC - NG6 - DR2 - Guião de Trabalho de Grupo "Agricultura Biológica"


STC - NG6 - DR2 - Ficha de Trabalho nº6 - Urbanismo e Ruralidade



STC - NG6 - DR1 - Ficha de Trabalho nº7 - A Agricultura



domingo, 2 de fevereiro de 2014

STC - NG6 - DR1 - Ficha de Trabalho nº7 - Construção e Arquitectura



Powerpoint sobre Modelos de Urbanismo e Mobilidade


Vídeo sobre um projecto de urbanismo


Texto sobre Arquitectura e Construção


A compra de uma casa exige uma atenção especial, afinal é a principal aquisição da vida da maioria das famílias.
As preocupações ambientais, os sistemas de segurança a decoração e arquitectura, são hoje em dia tidas em conta.
A minha casa ideal teria de ser pensada para reduzir ao mínimo o consumo e perdas de energia, para poder possibilitar contas de luz reduzidas, contribuir pouco para as emissões de gases com efeito de estufa devido ao baixo consumo energético. Seria, por isso, uma casa eco a dobrar, económica e ecológica.
Uma casa ergonómica seria verdadeiramente para mim a minha casa ideal, que visa o real conforto no amplo sentido de habitar, maior funcionalidade de “cada divisão” do lar, a pensar nas necessidades especiais da minha família. Sim, porque muitas vezes dizemos que, o homem faz a habitação mas a habitação também faz o homem.
Um bom enquadramento paisagístico, em zona verde e de preferência marítima (gostamos muito de praia), por forma a promover a sociabilidade entre pessoas e a promoção de actividades lúdicas. A consonância da minha habitação pessoal com essa paisagem pois é vulgar, ainda hoje, assistir-se a ofensas entre edificações e o meio em que se inserem. A título de exemplo podemos enumerar o “clássico” das arquitecturas nórdicas em zonas que não têm nada a ver com esse tipo de arquitectura.
Tem também como ideal a boa organização/distribuição do espaço interior, luminosidade e comodidade. Deverá ser a mais ampla e luminosa (luminosidade natural) possível fugindo o mais possível daquela definição física (com paredes) dos diversos espaços que a compõe.
Como lá em casa somos três e a família não tende a aumentar seria perfeito uma casa com 3 quartos, dois deles suites, o quarto da Inês teria um espaço de sala de estudo, um escritório, tudo isto no piso de cima. Em baixo, uma cozinha funcional, uma sala ampla multifacetada com vários recantos desnivelados, criados a pensar na sala de jantar, sala de estar e sala de televisão, uma casa de banho de serviço.
No exterior um grande jardim, com uma churrasqueira e piscina. Um anexo de apoio ao exterior com uma kitchenet, casa de banho completa, um mini ginásio e garagem.

Colectânea de textos sobre NG6 - NG1 - Urbanismo e Mobilidade - Construção e Arquitectura

STC - NG6 - DR1 - Ficha de Trabalho nº4 - Construção e Arquitectura

STC - NG6 - DR1 - Ficha de Trabalho nº3 - Construção e Arquitectura

STC - NG6 - DR1 - Ficha de Trabalho nº2 - Construção e Arquitectura


STC - NG6 - DR1 - Ficha de Trabalho nº1 - A Evolução das Habitações



STC - NG6 - DR1 - Ficha de Trabalho nº8 - A Minha Casa Ideal


Vídeos sobre Habitações Ecológicas


Texto sobre a casa ideal


Uma casa ecológica é uma casa saudável que respeita o ambiente e tira maior partido do que a natureza dá.

Por exemplo, uma casa com orientação a sul permite um maior aproveitamento da energia e luminosidade do sol. A escolha do isolamento térmico adequado é igualmente determinante, evitando perdas de calor no Inverno e ganhos de calor no Verão.

Os materiais de construção são uma componente importante numa casa ecológica. Existem diversos materiais aconselhados, de baixo impacte ambiental na produção e ao longo da vida útil: cerâmica, isolamentos naturais (feitos de fibras vegetais, cânhamo e celulose), tintas biológicas, cal, vidro, ferro, cobre, plásticos ecológicos e pedra.

O nosso comportamento na utilização da energia e da água é também fundamental na preservação dos recursos naturais e do ambiente. Opte por lâmpadas florescentes compactas e electrodomésticos de classe A, energeticamente mais eficientes, utilize equipamentos que funcionem com energias renováveis, tais como colectores solares térmicos e mini-turbinas eólicas e instale dispositivos adequados à poupança de água em torneiras e autoclismos.

Estes pequenos gestos diários e escolhas acertadas em termos de equipamentos e de materiais tornam a nossa casa mais saudável e amiga do ambiente. O Planeta Agradece!

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Documento sobre Edifícios Eficientes


Download -  Documento sobre Edifícios Eficientes

Ficha de Trabalho do Powerpoint sobre Sismologia



Powerpoint sobre Sismologia


Download -  Powerpoint sobre Sismologia

STC - NG6 - DR1 - Ficha de Trabalho nº5 - Construção e Riscos Geológicos


Documento "Machina Mundi" ou a casa da Explicação do Universo


Documento sobre Assimetrias Regionais


Download -  Documento sobre Assimetrias Regionais

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Exercícios sobre Ciberdemocratização

As NTIC? Poderá inconscientemente esta sigla triunfante designar as “Novas Tecnologias da Informação e da Comunicação”? Serão elas também, os Novos Tipos de Inequidades Culturais?


O Mundo muda, os recursos materiais e intelectuais com os quais precisamos de viver, agir, captar para a realização dos nossos projectos renovam-se, ao sabor das mudanças tecnológicas. Muda também, agora, o padrão das inequidades culturais que condicionam o acesso aos recursos. No campo da comunicação, a emergência da escrita, depois da invenção da imprensa, actualizou a nossa perspectiva do Mundo; mais tarde, o telefone, a radio, o cinema, depois a televisão e o vídeo fizeram-no à sua medida. Hoje, o multimédia, as redes mundiais, a realidade virtual, e mais banalmente o conjunto das ferramentas informáticas e telemáticas parecem transformar a nossa paisagem, as relações sociais e os modos de trabalhar, de se informar, de se formar, de se distrair, de consumir, e mais basicamente ainda de se expressar, de escrever, de entrar em contacto, de consultar, de decidir, e pouco a pouco, talvez o modo de pensar. Pierre Lévy (1997) não teme associar estas mutações a uma incipiente cibercultura que já se instalou.

A Escola não pode ser pensada afastada destas transformações. Não faltam os espíritos não totalmente desinteressados, para a incitar a juntar-se à “revolução numérica”. O meu propósito não é combater esta mensagem, mas somente a parte do mito libertador e igualitário frequentemente veiculado: a alienação e as desigualdades intelectuais e culturais manifestam-se diferentemente utilizando as novas tecnologias que utilizando o livro, mas elas não desaparecem como por magia, e podem mesmo agravar-se temporariamente, ou mesmo duradouramente se não forem tomadas em consideração.


1. A Escola face às NTIC
2. A desigualdade frente às ferramentas
3. A desigualdade frente à abstracção
4. Cidadania e redes 



Continuar a ler o texto EM FORMATO DOC Opção reservada aos utilizadores do Arquivo


1. Desenvolva dois aspectos referidos no ponto 4.1. A Escola face às TIC.

2. Refira os recursos intelectuais clássicos que “fazem a diferença” na generalidade das tarefas escolares. (ponto 4.3.)

3. Mostre que o papel da Escola é relativamente mais complexo quando pretende oferecer aos indivíduos (1) idênticas oportunidades de utilização da Internet (ponto 4.3.) do que simplesmente (2) idênticas oportunidades de acesso à rede (ponto 4.2.)

4. Discuta a possibilidade da Internet favorecer os melhores estudantes.

5. “Ainda é necessário saber-se se servem [os computadores] para desenvolver competências, suscitar projectos, criar situações problemáticas, avaliar de um modo formativo, regular em função de objectivos claros e realistas (...)”.

Justifique as dúvidas de Perrenoud quanto às potencialidades educativas dos computadores.

6. A arquitectura da Internet foi discutida a nível mundial ou foi imposta a todo o mundo pelos peritos? (http://www.w3.org/Justifique tendo em consideração as características da modernidade.

7. Que papel atribui Perrenoud à Escola, num mundo onde o poder se encontra tão inequitativamente distribuído?

Exercícios sobre Tecnologia e Inovação

Leia o extracto da proposta de Barack Obama



Actualizar a Educação para atender as necessidades do Século XXI: Barack Obama vai enfatizar a importância da alfabetização tecnológica, assegurando que em todas as escolas públicas as crianças sejam dotadas com as necessárias competências em ciência, tecnologia e matemática, habilidades para ter sucesso na economia do Século XXI. Acesso a computadores e ligações em banda larga nas escolas públicas deve ser conjugada com professores qualificados, currículos flexíveis e um compromisso com o desenvolvimento de competências no domínio da tecnologia. Isto é central para a competitividade do sector tecnológico da nossa nação e dos nossos cidadãos. Obama também acredita que é preciso fortalecer a educação científica e matemática para ajudar a desenvolver uma qualificada força de trabalho e promover a inovação. Ele vai trabalhar para aumentar o nosso número de diplomados em ciências e engenharia, incentivar os jovens a estudar matemática e ciência para obterem graduação, e trabalhar para aumentar a representação das minorias e das mulheres na ciência e na área da tecnologia, representando a diversidade da América para satisfazer a crescente procura de uma mão-de-obra qualificada. Se vamos exportar o nosso melhor software e melhores empregos de engenharia para países em desenvolvimento, é menos provável que a América beneficie com a próxima geração de inovações em nanotecnologia, electrónica ebiotecnologia. Devemos ter mão-de-obra qualificada para que possamos manter e crescer empregos que exigem as competências do Século XXI em vez de obrigar os empregadores a encontrar trabalhadores qualificados no exterior.


1. Identifique a triologia de competências valorizada por Obama.

2. Relacione as competências tecnológicas com o crescimento económico.

Assista à reportagem da SIC sobre o papel da tecnologia na "escola do futuro".

Conheça os Projectos-chave do Plano Tecnológico da Educação. 







3. Comente o papel da tecnologia na "escola do futuro".
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