quarta-feira, 29 de junho de 2016

Sims 3: O fascínio de imitar a vida



O The Sims tornou-se num vício desde que surgiu, em 2000. Oito anos depois, em 2008, atingiu o estatuto de jogo para PC mais vendido de sempre: 100 milhões de cópias. O único problema da primeira versão – não conseguia manter o mesmo nível de interesse do jogador por muito tempo – foi ultrapassado. Não raro, depois de três meses a jogar, o utilizador já estava no último nível. A partir daí, muitos jogadores iniciavam uma saga de matança dos vizinhos para ter alguma diversão.

Esse problema foi parcialmente resolvido com a segunda versão e, definitivamente, chegou ao fim com a terceira. The Sims 3, já à venda em Portugal, traz uma combinação elaborada de tarefas que possibilita que o jogador, caso esteja disposto, não precise de cometer loucuras para se entreter.

Só na primeira semana de lançamento vendeu 1,4 milhões de cópias em Espanha.

O objectivo em The Sims sempre foi o mesmo: criar pessoas e guiá-las pela vida. O jogador forma famílias, levanta e decora casas, trabalha, gere o dinheiro e, claro, convive com outros ‘sims’ criados pelo computador.

Em The Sims 3, lançado cinco anos depois da segunda versão, novas ferramentas de criação fáceis de usar permitem um nível praticamente ilimitado de possibilidades de personalização, criando ‘sims’ realmente únicos. Passam a sair de casa e a explorar a cidade, fazem novas amizades ou andam pelo bairro.

A nova versão do jogo mantém as rotinas – sentem fome, ficam cansados, precisam de banho – mas automatiza a maioria delas. Assim, pode investir-se o tempo no trabalho e nas relações pessoais, sem se preocupar tanto em lavar as mãos ou colocar o lixo fora de casa. O mais importante são as relações sociais, e as histórias catastróficas que podem surgir a partir disso.

O Tetris continua a ser um dos videojogos mais populares da História, perfeitamente viciante. Cumpre o seu 25º aniversário em plena forma, vendendo-se mais do que nunca e com a ambição de se converter no primeiro desporto virtual. Há mais de 75 milhões de versões. Foi criado por um engenheiro informático russo, Alexy Pajitnov, em 1984, e na actualidade joga-se em mais de 50 países.
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