Espaço de ajuda aos alunos nas várias disciplinas desde a Educação de Infância até ao Ensino Secundário
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quarta-feira, 15 de agosto de 2018
segunda-feira, 13 de agosto de 2018
Vídeo - Nos mapas de Paul Theroux
Paul Theroux é um americano, conhecido como autor de romances e um dos mais conhecidos escritores de livros de viagens. Talvez por isso é um apaixonado por mapas, fascinado pela sua utilidade e aparente simplicidade.
“Um simples mapa pode ter mais informação que um livro grosso”, diz Paul Theraux nesta conversa com Luís Caetano.
Este autor garante que não existe pessoa mais fascinada com mapas do que ele e que, sempre que prepara uma viagem é aos mapas que recorre e não a qualquer guia com textos.
Theroux nasceu nos EUA , mas viveu em África e Singapura, onde foi professor universitário.
Entre os livros que publicou contam-se obras como “Último Comboio Para a Zona Verde”, “Comboio-Fantasma Para o Oriente”, “A Arte da Viagem”, “O Grande Bazar Ferroviário” ou “O Velho Expresso da Patagónia”.
sábado, 11 de agosto de 2018
quinta-feira, 9 de agosto de 2018
terça-feira, 7 de agosto de 2018
domingo, 5 de agosto de 2018
sexta-feira, 3 de agosto de 2018
quarta-feira, 1 de agosto de 2018
segunda-feira, 30 de julho de 2018
Biografia - Lutgarda Guimarães de Caires
O Natal dos Hospitais que hoje conhecemos e que é transmitido para todo o país pela rádio e pela televisão nasceu há várias décadas de um drama pessoal: a morte de uma menina. Para se recompor do choque, a mãe passou então a visitar crianças doentes nos hospitais, levando- lhes roupas, brinquedos e rebuçados. E foi com esse acto que, no princípio do século, a escritora e poetisa Lutgarda de Caires deu os primeiros passos para o Natal das Crianças dos Hospitais, hoje alargado aos doentes de todas as idades.
Vila Real de Santo António orgulha-se de na sua cidade ter nascido, em Novembro de 1873, aquela que além de escritora e filantropa, teve, um dia, a ideia de proporcionar às crianças doentes um Natal com agasalhos, prendas e brinquedos, cuja dimensão viria a atingir a imensa popularidade do actual Natal dos Hospitais.
Lutgarda Guimarães (de Caires pelo casamento), filha de Maria Teresa de Barros Guimarães e de José Rodrigues Guimarães, perdeu a mãe ainda criança. Mas o pai rodeou-a, a ela e ao irmão, de um ambiente de grande ternura e muita arte. Os filhos foram embalados ao som de harpa, violino e cítara, que o pai executava primorosamente. Desde criança, Lutgarda improvisava, junto com o irmão e os primos, treatrinhos com peças consagradas que adaptavam e representavam para a família.
Ainda jovem, Lutgarda Guimarães deixa o Algarve e passa a viver em Lisboa onde conhece e vem a casar com o advogado madeirense João de Caires, homem culto, escritor e fundador da Sociedade de Propaganda de Portugal, que reunia em casa amigos e onde havia regularmente animados serões literários. Era o ambiente propício para que Lutgarda de Caires desse livre curso à sua criatividade. Porém, sofreu logo no início do casamento a perda de uma filha (e provavelmente ainda de outro filho), facto que a marcou profundamente e que se revela na sua poesia, toda ela triste. A partir daí, decide passar a visitar as crianças doentes do Hospital da Estefânia levando-lhes roupas, brinquedos e rebuçados. As crianças foram o lenitivo para a sua dor.
Durante alguns anos o casal Caires viveu em Óbidos e Alcobaça, onde o marido foi juiz. Nesta cidade do célebre Mosteiro nasceria, em 1895, o filho Álvaro (Guimarães de Caires), que viria a ser, além de médico, professor na Universidade de Sevilha, escritor e investigador.
De passagem por Alcobaça, onde repousam os amantes mais conhecidos da Península - Pedro e Inês -, Lutgarda de Caires declamou num sarau literário junto aos seus túmulos. Por onde passava, Lutgarda deixava uma marca de cultura e filantropia. A partir de 1905, começa a colaborar em jornais com artigos de índole social. A sua primeira obra. 'Glicínias" foi editada em 1910. Seguiram-se "Papoilas (1912) e "A Dança do Destino contos e narrativas" (1913).
Já regressada a Lisboa, continua a visitar regularmente as crianças do Hospital da Estefânia. Fazia- lhes casaquinhos de malha e com o sucesso dos seus livros mais pessoas começaram a conhecê-la e a interessar-se pela sua cruzada em prol das crianças doentes e sozinhas. Os lucros que obtinha da venda dos seus livros revertiam para proporcionar às crianças um dia de Natal especial.
Em 1911, o Ministro da Justiça Diogo Leote propôs à escritora que fizesse um estudo da situação dos presos, principalmente das mulheres. Nessa época as prisões eram mistas e as mulheres estavam numa situação extremamente critica, tanto fisica como psicologicamente. Lutgarda denunciou as péssimas condições em que viviam os prisioneiros e os seus artigos conseguem que seja abolida a máscara nas prisões (para presos com determinadas penas) e a obrigatoriedade do silêncio, castigo medieval que infelizmente vigorou até ao 25 de Abril de 1974. Conseguiu ainda que as mulheres tivessem melhores condições higiénicas nos cárceres.
Mas a sua prioridade ia para as crianças e para a escrita. A sua obra é principalmente de poesia, que dedica a figuras famosas da época, algumas que per duraram no tempo, como Guerra Junqueiro, Branca de Gonta Colaço, Virgínia Quaresma, Maria Amália Vaz de Carvalho e Laura Chaves, entre outros.
Em 1923, Lutgarda de Caires, ganhou o 1° prémio nos Jogos Florais Hispano-Portugueses de Ceuta, com o soneto Florinha da Rua. A autora, ausente em França, fez-se representar pelo irmão João de Deus Guimarães, numa bela cerimónia que teve lugar no mosteiro do Carmo, na Associação dos Arqueólogos e onde uma delegação espanhola se deslocou propositadamente para fazer a entrega do prémio.
Durante dez anos, Lutgarda de Caires foi a impulsionadora do Natal das Crianças dos Hospitais, que hoje apenas se chama Natal dos Hospitais e que foi alargado a todas as idades. É, como sabemos, uma festa que atingiu uma dimensão jamais esperada. Depois de se popularizar, passou a ser transmitida pela rádio e depois pela televisão. Muitas dezenas de artistas colaboram gratuitamente para alegrar os doentes nessa quadra que se quer de fraternidade. Lutgarda de Caires não foi uma feminista "avant la lettre', porque, ciente do analfabetismo feminino em Portugal, achava que reivindicar o voto para as mulheres era prematuro. Primeiro a instrução pela qual se bateu denodadamente e depois sim, o voto consciente. Porém, ela terá feito com os seus artigos, em jornais como "O Século", "Diário de Notícias', 'A Capital", "Brasil-Portugal", "Ecos da Avenida", "Correio da Manhã", mais pela igualdade de oportunidades para as mulheres do que muitas feministas filiadas em organizações. Por detrás de um rosto meigo e uma postura aristocrática, Lutgarda de Caíres foi uma mulher de grande fibra, que denunciou com alguma indignação que mulheres cultas e com cursos superiores fossem excluídas de cargos públicos. Também se insurgiu contra a discriminação de que eram vítimas as mulheres por não poderem dispor dos seus bens, enquanto casadas.
Foram muitas as suas acções em prol dos desfavorecidos, nomeadamente aquando do terramoto de Benavente, em 1909, quando imensas famílias ficaram sem nada.
Deixou, além dos livros já mencionados, "Bandeira Portuguesa" (1910) defendendo a manutenção das cores azul e branca (polémica em que intervieram muitos nomes da cultura portuguesa); "Dança do Destino" (1911); "Pombas Feridas" (1914), "Sombras e Cinzas" (1916); o romance "Doutor Vampiro" (1921); "Violetas" (1922), "Cavalinho Branco" (1930) e "Palácio das Três Estrelas" (1930), entre outros. Em co-autoria com o arqueólogo e escritor, Manuel Vieira Natividade e Virgínia Vitorino escreveu a peça Inês.
Lutgarda de Caires traduziu ainda uma peça de teatro e escreveu o texto da ópera Vagamundo, musicada em épocas diferentes primeiro pelo compositor e maestro Rui Coelho e mais tarde por Júlia Oceana Pereira. Num dos regressos à sua terra natal escreveu estes versos:
"Tornei a ver te! Agora os meus cabelos
embranqueceram já... longe de ti.
Foram-se há muito aspirações e anelos
mas as saudades ainda as não perdi.
Mas volto à minha terra, tão bonita!
Terra onde reina o sol que resplandece,
aonde a vaga é murmurar de prece
e sinto ainda a ternura infinita.
É que não há céu de tal 'splendor
nem rio azul tão belo e prateado
como o Guadiana, o meu rio encantado
de mansas águas, suspirando amor!"
O Governo português agraciou-a com as Ordens de Benemerência, pela sua dedicação às crianças e com a de Santiago da Espada. Faleceu em 1935.
Em 1937, foi dado o seu nome a uma rua de Vila Real de Santo António e, em 1966, foi descerrado um busto, numa praça da cidade, numa cerimónia que teve bastante eco nos jornais locais e do resto do país. A Casa do Algarve foi a principal entidade promotora da homenagem que imortaliza alguém que, acima de tudo, deixou o seu nome ligado a uma iniciativa de solidariedade que não pudemos esquecer. Mesmo que os seus versos já não sejam lidos, Lutgarda de Caires merece ser recordada neste e em todos os Natais.
Notícia retirada daqui
sábado, 28 de julho de 2018
Biografia - Abílio Manuel Guerra Junqueiro
(Célebre poeta anticlerical português )
1850-1923
Célebre poeta anticlerical português nascido em Freixo-de-Espada-à-Cinta, Trás-os-Montes, Portugal, de sólida influência francesa e que obteve em suas sátiras efeitos de caricatura que intensificaram a retórica de seus versos. De família rica e severamente católica, freqüentou a Faculdade de Teologia (1866-1868) que abandonou para seguir para a Universidade de Coimbra onde se formou em Direito (1868-1873) e passou a freqüentar ambientes de intelectuais e políticos. Entrou em contato com os intelectuais do Cenáculo e colaborou na revista Lanterna Mágica (1875). Sua primeira publicação foi Mysticae nuptiae (1866), seguida de A morte de D. João (1874) e a coleção de poemas A musa em férias (1879). Foi secretário dos governos de Angra e Viana, filiou-se no Partido Progressista, monárquico, que estava na oposição (1879), elegeu-se deputado pelo círculo de Quelimane, Moçambique (1880) e representou o país em Berna. Ingressou no grupo Vencidos da Vida (1888), de que faziam parte Eça de Queirós e Oliveira Martins, e continuou a escrever até que se retirou para suas propriedades no Douro (1891), onde evoluiu para o misticismo, caracterizado pela piedade para com os humildes. Morreu em Lisboa, deixando como sua obra mais conhecida, A velhice do Padre Eterno (1875), uma sátira anticlerical de contundente humor e de aspecto caricaturista. Os romances Prosas Dispersas (1921) e Horas de Combate (1924) e obras poéticas como Duas Páginas dos Catorze Anos (1864), Vozes sem Eco (1867), Baptismo de Amor (1868), A Musa em Férias (1879), Finis Patriae (1880), Os Simples (1892), Pátria (1896), Oração ao Pão (1903), Oração à Luz (1904) e Poesias Dispersas (1920). Após a sua morte, surgiu Horas de Combate (1924), reunindo os seus discursos políticos.
Notícia retirada daqui
domingo, 22 de julho de 2018
Biografia - Bulhão Pato (Raimundo António de).
n. 3 de março de 1829.
f. [ 24 de agosto de 1912 ].
Poeta contemporâneo, 2.º oficial da 1.ª repartição da direcção geral do Comércio e Indústria, sócio da Academia Real das Ciências.
Nasceu a 3 de março de 1829 em Bilbau, nas províncias vascongadas, e foi criado em Deusto, pequena e risonha povoação assentada sobre o rio, a uma légua da cidade. Era filho de Francisco de Bulhão Pato, poeta e fidalgo português, e de D. Maria da Piedade Brandy.
Na sua infância estava Espanha entregue aos horrores da guerra civil, deram-se os três cercos de Bilbau, e a família Bulhão Pato depois de sofrer grandes transtornos e inclemências, decidiu abandonar a casa onde vivia, e em 1837 retirou-se para Portugal. Os primeiros rudimentos de leitura, gramática, escrita e de língua francesa, aprendeu-os com seus pais. Depois de frequentar o colégio da rua do Quelhas, matriculou-se na Escola Politécnica em 1845. Desde então, contando apenas quinze anos, começou a conviver com as primeiras capacidades literárias e políticas daquela época, como Alexandre Herculano, Garrett, Andrade Corvo, Latino Coelho, Mendes Leal, Rebelo da Silva, Gomes de Amorim, Zaluar, etc.; por vezes via-se na casa de Herculano, na Ajuda, na de Garrett e na de José Estêvão, onde costumavam reunir-se os homens de letras mais notáveis. Este convívio desenvolveu-lhe ainda mais o seu estro poético, que desde criança se manifestara. Os seus versos eram tão espontâneos e tão naturais, que o consagraram verdadeiro poeta.
Publicou o seu primeiro livro em 1850, com o título de Poesias de R. A. de Bulhão Pato; em 1862 apareceu o seu segundo livro, Versos de Bulhão Pato, e em 1866 o poema Paquita. Estes livros tiveram um grande sucesso literário, Acerca da Paquita, escreveram Alexandre Herculano e Rebelo da Silva palavras muito elogiosas. Publicaram-se depois, em 1867 as Canções da Tarde; em 18 70 as Flores agrestes; em 1871 as Paisagens, em prosa; em 1873 os Cânticos e sátiras; em 1881 o Mercador de Veneza; em 1879 Hamlet, traduções das tragédias de Shakespeare, de Ruy Blas de Victor Hugo, 1881 seguindo-se outras publicações: Sátiras, Canções e Idílios; o Livro do Monte, em 1896, de que a imprensa muito se ocupou. Para o teatro, parece que escreveu apenas uma comédia em 1 acto, Amor virgem numa pecadora, que se representou no teatro de D. Maria em 1858, sendo publicada nesse mesmo ano. O sr. Bulhão Pato tem sido colaborador em diferentes jornais: Panfletos, 1858; a Semana, Revista Peninsular, Revista Contemporânea, Revista Universal, etc. Duas vezes foi convidado para deputado, mas sempre se recusou. A sua biografia encontra-se na Revista Contemporânea, 1.° vol., de 1861, a pág. 539, escrita por L. A. Rebelo da Silva, e no Ocidente, vol. XIV, de 1891, pág. 10 e seguintes, escrita pelo sr. conde de Valenças. No Ocidente de 15 de Dezembro de 1896 e números seguintes, também se encontra um artigo do sr. Zacarias de Aça acerca do Livro do Monte.
Biografia retirada daqui
sexta-feira, 20 de julho de 2018
Biografia - Irene do Céu Vieira Lisboa
Escritora e pedagoga portuguesa, nascida no Casal da Murzinheira, concelho de Arruda dos Vinhos) Teve uma infância sem pobreza. Foi educada no Convento do Sacramento, que não lhe agradou. Estudou em Lisboa no Colégio Inglês até aos treze anos. Frequentou o Liceu D. Maria Pia, onde conheceu a sua amiga e companheira Ilda Moreira. Com o curso do Magistério Primário, começou a leccionar. “O seu destino literário é, entre os destinos literários infelizes, um dos mais marcados pelo infortúnio e pela injustiça”. Escritora de primeiríssima água, como reconheceram José Rodrigues Migueis, Gomes Ferreira, João Gaspar Simões. Publicou aos 20 anos no jornal Educação Feminina os primeiros versos. "Irene Lisboa exerceu a profissão na capital até ao momento em que, juntamente com a sua colega e amiga Ilda Moreira, aceita o desafio de reger classes de ensino infantil criadas nas escolas oficiais. Parte para Genebra, mercê de uma bolsa do Instituto de Alta Cultura, especializando em Pedagogia. Deixou uma obra que se estende por contos, crónicas, poemas, artigos sobre educação e ensino. Foi uma narradora insuperável do quotidiano. Usou o pseudónimo de João Falco, Manuel Soares e Maria Moira. Por motivos políticos foi afastada do ensino aos 48 anos. Os mais conhecidos sucessos desta autora foram «Um Dia e Outro Dia», 1936; «Esta Cidade!», 1942; «Uma Mão Cheia de Nada e Outra de Coisa Nenhuma», 1955 e «Voltar Atrás Para Quê?», 1956. Deixou obra vasta na área da pedagogia.
Biografia retirada daqui
sábado, 14 de julho de 2018
Biografia - Alcântara Machado
Alcântara Machado (1901-1935) foi escritor brasileiro. Um dos mais importantes escritores do primeiro tempo modernista. O mundo do imigrante italiano e seus esforços de integração a São Paulo deram a Alcântara Machado, modernista de primeira hora, a temática e o estilo no qual ele escreveu seus contos. Alcântara Machado (1901-1935) nasceu em São Paulo, no dia 25 de maio de 1901.
Formou-se em direito em 1924. Começou ainda estudante a trabalhar como jornalista. Após uma temporada na Europa, impregnou-se das idéias de vanguarda e assumiu ostensiva posição de combate pela renovação literária, ao lado de Oswald de Andrade. Uma viagem à Europa, em 1925, inspirou-lhe o livro de estréia literária, "Pathé Baby", publicado em 1926, com prefácio de Oswald de Andrade. Um ano depois, junto com Paulo Prado, fundou a revista Terra Roxa e Outras Terras. Em 1928, com a publicação do conto "Brás, Bexiga e Barra Funda", se tornaria lembrado como expoente do gênero. O segundo livro de contos, "Laranja da China", foi publicado em 1929.
Em 1929, uniu-se a Oswald de Andrade, para fundar a Revista de Antropofagia. Em 1931, com Mário de Andrade, dirigiu a Revista Hora. Pesquisador de História, escreveu alguns estudos, entre eles um sobre seu avó, Basílio Machado. São Paulo sempre esteve no centro de seus interesses, daí o nome de sua mais importante obra, "Brás, Bexiga e Barra Funda", nome de bairros onde se radicaram os imigrantes italianos.
Em sua obra ele tece uma imagem crítica, e por vezes apaixonada desses europeus que aportaram em São Paulo. Alcântara Machado não conheceu grande sucesso em vida, mas foi valorizado por gerações posteriores. Antônio Castilho de Alcântara Machado d'Oliveira, morreu em São Paulo, no dia 14 de abril de 1935. Obras de Alcântara Machado Pathé Baby, romance, 1926 Brás, Bexiga e Barra Funda, contos, 1928 Laranja da China, contos, 1929 Maria Maria, romance, 1936, póstuma Cavaquinho e Saxofone, ensaio, 1940,
Biografia retirada de e-biografias
Biografia retirada de e-biografias
quinta-feira, 12 de julho de 2018
Biografia - Adolfo Caminha
Adolfo Caminha (1867-1897) foi escritor brasileiro. Um dos principais representantes do naturalismo no Brasil. Sua obra, densa, trágica e pouco apreciada na época, é repleta de descrições de perversões e crimes. Adolfo Caminha (1867-1897 nasceu em Aracati, no Ceará, no dia 29 de maio de 1867. Ainda na infância se muda com a família para o Rio de Janeiro.
Em 1883 ingressa na Marinha de Guerra, chegando ao posto de segundo-tenente. Cinco anos mais tarde se transfere para Fortaleza, onde é obrigado a dar baixa, depois de sequestrar a esposa de um alferes, com a qual passa a viver. Trabalha como guarda-marinha e começa a escrever. Em 1893 publica "A Normalista", romance em que relata a história chocante de um incesto, em que Maria do Carmo, a normalista, é seduzida por João da Mata, seu padrinho.
Vai para os Estados Unidos e, das observações da viagem, escreve "No País dos Ianques" (1894). No ano seguinte provoca escândalo, mas firma sua reputação literária ao escrever "Bom Crioulo", obra na qual aborda a questão do homossexualismo. Colabora também com a imprensa carioca, em jornais como Gazeta de Notícias e Jornal do Comércio. Já tuberculoso, lança o último romance, "Tentação", em 1896. Adolfo Ferreira Caminha morreu no Rio de Janeiro, no dia 1 de janeiro de 1897. Obras de Adolfo Caminha Vôos Incertos, poesia, 1855-56 A Normalista, romance, 1892 Judith, conto, 1893 Lágrima de um Crente, conto, 1893 No País dos Ianques, crônica, 1894 Bom Crioulo, romance, 1895 Cartas Literárias, crítica, 1895 A Tentação, romance, 1896
Biografia retirada de e-biografias
Biografia retirada de e-biografias
terça-feira, 10 de julho de 2018
domingo, 8 de julho de 2018
sexta-feira, 6 de julho de 2018
quinta-feira, 14 de junho de 2018
Conteúdo - Cilindro e uma história de rolos
A origem de cilindro está num vocábulo grego que remetia para rolo, termo que começou a ser usado no sentido matemático. Mas a história desta palavra não ficou por aqui: foi deslizando até à Renascença, altura em que encontrou outros sentidos. Será que cilindrar alguém é passar com um cilindro por cima dessa pessoa?
A origem de expressões populares, a etimologia e a história de palavras quotidianas de que nem sempre conhecemos a origem. É a Palavra do Dia com Mafalda Lopes da Costa.
Conteúdo - Cerro e penacho: uma ligação feita no latim
Cerro designa normalmente uma colina, um outeiro, um pequeno monte. Mas na origem, esta palavra que vem do latim nasceu de um sinónimo de penacho. Afinal o que têm em comum uma crista de penas e uma nuvem fibrosa?
A origem de expressões populares, a etimologia e a história de palavras quotidianas de que nem sempre conhecemos a origem. É a Palavra do Dia com Mafalda Lopes da Costa.
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