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sexta-feira, 1 de setembro de 2017
Notícia - E a 14ª lua de Neptuno foi descoberta
É tão pequena que a sonda Voyager 2 não deu por ela, quando passou perto de Neptuno em 1989, na sua viagem pelo sistema solar e agora a caminho do espaço interestelar. A 14ª lua descoberta em órbita de Neptuno tem apenas 19 quilómetros de diâmetro. Nome?Os cientistas chamaram-lhe S/2004 N 1.
Mark Showalter, do Instituto SETI, em Mountain View, na Califórnia, estava a analisar imagens de arquivo do telescópio espacial Hubble, para estudar os ténues anéis de Neptuno. Como as luas de Neptuno e anéis orbitam muito rapidamente o planeta, foi preciso gizar uma maneira de seguir o seu movimento para fazer sobressair os pormenores deste sistema, conta o investigador, num comunicado da NASA. “É o que acontece com um fotógrafo desportivo que segue um atleta a correr – o atleta fica focado, mas o ambiente à volta está desfocado.”
O investigador decidiu alargar a análise das imagens do Hubble a regiões muito para lá do sistema de anéis de Neptuno – e foi então que a 1 de Julho último detectou um minúsculo ponto branco, a cerca de 150 mil quilómetros do planeta, entre as luas Larissa e Proteu.
O mesmo ponto branco aparecia repetidamente em imagens do Hubble tiradas entre 2004 e 2009, como pôde verificar. Quando a Voyager 2 visitou Neptuno, viu uma tempestade do tamanho da Terra, encontrou seis novas luas e visitou Tritão, a maior lua de Neptuno, quase do tamanho da nossa Lua e onde descobriu géisers de azoto, mas a S/2004 N 1 passou-lhe despercebida.
Agora sabemos que faz parte do séquito de Neptuno como a sua mais pequena lua conhecida, que completa uma volta ao planeta em apenas 23 horas.
Noticia retirada daqui
Notícia - Águia com prótese no bico
Um dentista norte-americano colocou uma prótese no bico partido de uma águia.
A ave foi encontrada em Dezembro passado com a parte superior do bico partida e Kirk Johnson conseguiu colocar uma prótese feita com o mesmo material de que são feitas as coroas dentárias.
Em reportagem da emissora KTUU, o dentista sublinhou que, apesar de estar a recuperar bem, muito dificilmente a águia poderá voltar à vida selvagem.
Biografia - Henri Loison
Loison, Henri-Louis
Conde do Império Francês
n: 13 de Maio de 1771 em Damvillers (França)
m: 30 de Dezembro de 1816 em Liège (Países Baixos)
Filho de um deputado à Assembleia Constituinte francesa, alistou-se em 1791 num batalhão de voluntários, sendo tenente quando a França declarou guerra ao "Rei da Boémia e Hungria," o Imperador alemão, em Abril de 1792. Capitão de hussares em Julho, serve com os exércitos franceses que actuam na actual Bélgica, sendo responsável pela pilhagem da célebre e riquíssima abadia de Orval em Junho de 1793.
General de Brigada em serviço no Exército do Interior, ajuda o general Bonaparte na repressão da insurreição monárquica de 13 de Vendimiário do ano IV (5 de Outubro de 1795). Presidente do tribunal que julga, e condena, os cabecilhas monárquicos da insurreição, não acompanha Bonaparte, quando este assume o comando do Exército de Itália. Enviado em 1799 para o Exército da Helvécia (Suiça) é nomeado General de Divisão por Massena. Participa na Campanha de Itália de 1800, mas não está presente em Marengo. De 1801 a 1804 é comandante de uma divisão militar territorial. Em 1805 é comandante de uma Divisão do 6.º Corpo de Exército, dirigido pelo marechal Ney, batendo-se em Elchingen, e depois da rendição de Ulm, ocupa o Tirol. Sendo encarregue das contribuições de guerra impostas à região, fica com a maior parte do dinheiro para si, não conseguindo o próprio Ney que ele entregue o que reteve.
Em princípios de 1806, perde o braço esquerdo num acidente de caça, o que o impede de recuperar o comando da sua divisão durante as campanhas de 1806 e 1807. Participa no cerco da fortaleza prussiana de Colberg, comandando uma divisão de reserva, e após a assinatura do tratado de Tilsit é nomeado governador de uma região do novo Reino da Vestefália, criado por Napoleão para o seu irmão mais novo, Jerónimo.
Por ordem de Napoleão Bonaparte de 30 de Outubro de 18071, é nomeado comandante da 2.ª divisão do Corpo de Observação da Gironda, que invade Portugal em Novembro, substituindo o general Laroche, que abandonou o corpo, por motivos de doença, em 21 de Outubro. Chega a Lisboa, nos primeiros dias de Dezembro, não tendo conseguindo acompanhar a sua divisão nas marchas forçadas que a trouxeram até Lisboa, sendo enviado para o norte da capital. É encarregue das expedições punitivas que se realizam em Maio e Junho de 1808 contra as populações insurrectas do Norte de Portugal e do Alentejo. Estando em Almeida, foi encarregue da ocupação do Porto, após a retirada das tropas espanholas daquela cidade, em Junho de 1808, mas será derrotado pelas Milícias e Voluntários das Ordenanças de Trás-os-Montes em Mesão Frio. Regressado a Lisboa, é enviado de imediato para o Alentejo, dispersando as forças insurrectas em Évora, o que o impede de chegar a tempo de ajudar Delaborde, no combate que este trava contra Wellington na Roliça.
Abandona Portugal, onde ficou conhecido pelo Maneta, sendo enviado para Espanha com o 8.º Corpo de Exército. Junta-se ao corpo de Soult quando este é encarregue da invasão de Portugal, após a batalha da Corunha, tendo ordens de ocupar Trás-os-Montes e proteger assim o flanco esquerdo do exército francês. Não consegue manter a linha do Tâmega, na luta que trava com o coronel de cavalaria Silveira, que encontra pela frente pela segunda vez, em dois anos, e praticamente no mesmo local. Recuando para Guimarães, obriga o exército francês a retirar pelo norte de Trás-os-Montes, quando este abandona o Porto, em vez de pela Beira como estava nos planos de Soult.
Em 1810 é novamente comandante de uma divisão do 6.º corpo de exército que, sob o comando de Ney, integra o Exército de Portugal comandado por Massena. Participa na batalha do Buçaco onde a sua divisão é rechaçada pela brigada portuguesa do general Coleman. Toma o comando do 6.º corpo durante a retirada de Portugal, quando Ney demitido por Massena regressa a França, e dirigi-o na batalha de Fuentes d'Oñoro, sem grande merecimento. Abandona o comando do corpo em 7 de Maio de 1811 e regressa a França.
Em Março de 1812 é encarregue da organização da Guarda Nacional, e em Maio será colocado no Exército que invade a Rússia. É nomeado Governador de Koenigsberg e mais tarde dirige a defesa de Vilna, na Lituânia. Ney acusa-o de abandonar o seu posto, e Napoleão manda-o prender em Março de 1813, mas liberta-o em Abril, dando-lhe um comando sob a ordens do marechal Davout. Estará em Hamburgo quando a cidade é cercada durante a Campanha da Alemanha de 1813.
Regressado a França em 1814, será feito Cavaleiro de São Luís e comandante de uma região militar, mas em Janeiro de 1815 é colocado no quadro de adidos. Apoia Napoleão durante os Cem-Dias sendo coberto de honras. Com o regresso de Luís XVIII é reformado, indo viver para Liége, no recém criado Reino dos Países Baixos. Morreu em 1816, com 45 anos, não tendo tirado partido dos 20 anos de pilhagens a que se tinha dedicado sob a capa de general da Revolução e do Império.
Fonte:
Jean Tulard e outros,
Histoire et Dictionnaire du Consulat et de l'Empire,
Paris, Laffont, 1995.
Conteúdo - René Descartes
René Descartes (La Haye en Touraine, 31 de março de 1596 – Estocolmo, 11 de fevereiro de 1650) foi um filósofo, físico e matemático francês. Durante a Idade Moderna, também era conhecido por seu nome latino Renatus Cartesius.
Notabilizou-se sobretudo por seu trabalho revolucionário na filosofia e na ciência, mas também obteve reconhecimento matemático por sugerir a fusão da álgebra com a geometria - fato que gerou a geometria analítica e o sistema de coordenadas que hoje leva o seu nome. Por fim, foi também uma das figuras-chave na Revolução Científica.
Descartes, por vezes chamado de "o fundador da filosofia moderna" e o "pai da matemática moderna", é considerado um dos pensadores mais importantes e influentes da História do Pensamento Ocidental. Inspirou contemporâneos e várias gerações de filósofos posteriores; boa parte da filosofia escrita a partir de então foi uma reação às suas obras ou a autores supostamente influenciados por ele. Muitos especialistas afirmam que, a partir de Descartes, inaugurou-se o racionalismo da Idade Moderna. Décadas mais tarde, surgiria nas Ilhas Britânicas um movimento filosófico que, de certa forma, seria o seu oposto - o empirismo, com John Locke e David Hume.
Biografia - Anna Vasilichia Aslan
Médica cardiologista e geriatra romena, fez o curso de medicina da Universidade de Bucareste e durante a 1ª Grande Guerra (1914-1918) esteve na frente com o médico Thomas Ionescu a tratar os doentes vítimas de ferimentos de guerra. Foi pioneira como médica em cardiologia e professora catedrática de Medicina no seu país. A ela se deve o poderoso anti-envelhecimento conhecido por Gerovital, com efeitos positivos sobre a arteriosclerose e doenças do sistema nervoso. Em 1970 começou a usar um medicamento que a sua equipa desenvolveu - o Aslavital. Foi membro das academias científicas de Bucareste de Nova Iorque e das Sociedade Gerontológica da Alemanha, EUA, Chile, Peru, República Dominicana, Rússia, entre outras. Condecorada pela França, Alemanha, Índia, Brasil, Venezuela. Em 1952 criou o Instituto de Geriatria de Bucareste, de que foi directora até ao dia em que nos deixou para sempre.
Biografia retirada de O Leme
Biografia retirada de O Leme
Biografia - Manifesto
BIOGRAFIA
Grupo de Ança que participou no Festival Só Rock. Os Manifesto eram formados por José Tovim, Chico Parreiral, Jotta e Aurélio Malva.
Foram uma das apostas da editora Rotação. O primeiro single incluía os temas "Aos Domingos vou à bola" e "Você é um Homem Livre".
Lançaram depois o single "Nuclear (À Beira Mar)".
Em 2007 o grupo regressou para um concerto na sua terra natal.
DISCOGRAFIA
Aos Domingos vou à Bola/Você é um Homem Livre (Single, Rotação, 1982)
Nuclear (À Beira Mar)/Sonho Acordado (Single, Rotação, 1982)
NO RASTO DE ...
Tovim e Malva fazem parte da Brigada Vitor Jara.
segunda-feira, 28 de agosto de 2017
Biografia - Elina Guimarães (1904-1991)
Jurista, escritora e feminista portuguesa, nasceu em Lisboa, filha única de Alice Pereira Guimarães e de Vitorino Máximo de Carvalho Guimarães, militar e republicano, que foi primeiro-ministro na 1ª República portuguesa. Elina estudou em casa com mestres e frequentou os Liceus Almeida Garrett e Passos Manuel. Em 1926 acabou a licenciatura em Direito. Nunca exerceu a advocacia. Trabalhou algum tempo no Tribunal de Menores. Casou em 1928 com o advogado Adelino da Palma Carlos. Defensora acérrima da participação das mulheres na vida política, foi uma continuadora dos ideais de Ana de Castro Osório e de todas as que na 1ª República lutaram por uma democracia que tardava a chegar, onde a educação das raparigas era primordial. Elina colaborou em imensos jornais e revistas, que é impossível enumerar. Desde O Rebate até ao Diário de Lisboa, passando pela Alma Feminina, Portugal Feminino, Seara Nova, Diário de Notícias, Primeiro de Janeiro, Máxima, Gazeta da Ordem dos Advogados e um não mais acabar de colaborações. A sua vida foi uma permanente intervenção a favor da liberdade de expressão, na educação das mulheres para os seus inalienáveis direitos como cidadãs. Fez conferências em Portugal e estrangeiro e, sem exagero, pode dizer-se que Elina Guimarães é o feminismo do séc. XX na sua mais completa expressão. Os seus conhecimentos dos direitos das mulheres do ponto de vista da jurista foram essenciais para despertar e informar muitas gerações de mulheres sobre os seus direitos. Esteve ligada a muitos movimentos e instituições feministas e de direitos das mulheres, desde o Conselho Nacional das Mulheres Portuguesas, onde foi secretária-geral até à International Council of Women, International Alliance for Women's Sufffrage, Federation International des Femmes Diplômées em Droit. Foi condecorada em 1985 com a Ordem da Liberdade. Na passagem do centenário do seu nascimento, em 2004, foi organizada pela Comissão para a Igualdade e para os Direitos das Mulheres, uma sessão de palestras seguida de exposição retrospectiva da sua vida e obra, que teve lugar no Palácio Foz, com uma assistência assinalável, onde se destacavam muitos juristas.
Biografia retirada daqui
quinta-feira, 24 de agosto de 2017
Biografia - Lídia Jorge
Escritora portuguesa, natural de Boliqueime (Algarve). Estudou Filologia Românica na Universidade de Lisboa, dedicando-se, depois, ao ensino liceal. Como professora, trabalhou em Angola e Moçambique, radicando-se posteriormente em Lisboa, onde é professora universitária e colaboradora de vários jornais e revistas. Membro de diversos júris de prémios literários e da Alta Autoridade para a Comunicação Social, os seus romances têm uma grande variedade temática. Estão sobretudo ligados aos problemas colectivos do povo português e às circunstâncias históricas e mudanças da sociedade nacional após o 25 de Abril de 1974, assim como à condição feminina. Têm sido, por vezes, associados à literatura sul-americana, pela presença, neles de elementos fantásticos. A cultura de tradição oral, a linguagem dos grupos arcaicos, os seus mitos e simbologias sociais, servem também o objectivo de reflexão sobre a identidade cultural portuguesa. A sua escrita reflecte a captação da oralidade, bem como uma estrurura narrativa em que se afirma, a par do discurso do narrador, o discurso das personagens. A perspectiva da narrativa desdobra-se assim num experimentalismo que marca, sobretudo, as suas primeiras obras. Uma das romancistas de maior sucesso na literatura portuguesa contemporânea, escreveu os romances O Dia Dos Prodígios (1980), O Cais das Merendas (1982, Prémio Município de Lisboa), Notícia da Cidade Silvestre (1984), A Costa dos Murmúrios (1988), A Última Dona (1992) O Jardim Sem Limites (1995), O Vale da Paixão (1998), O Vento Assobiando nas Gruas (2002), o conto a Instrumentalina (1992), e a peça de teatro A Maçon, encenada em 1997 e que tem como personagem principal Adeaide Cabete.
Biografia retirada daqui
segunda-feira, 21 de agosto de 2017
Biografia - Maria da Conceição Vassalo e Silva da Cunha Lamas (1893-1983)
Escritora e interveniente política portuguesa. Mulher de personalidade admirável, oriunda de uma família burguesa de Torres Novas, ali estudou até aos dez anos. Aprendeu línguas o que lhe viria a ser útil mais tarde, quando teve de ganhar a vida com traduções. Traduziu mais tarde "Memórias de Adriano", de Marguerite Yourcenar, que conheceria em Paris. Casou nova e aos 25 anos já tinha duas filhas. Viveu em Luanda e quando o casamento naufragou divorciou-se e quis ser ela a assegurar a educação das filhas. Começa a escrever para os jornais Correio da Manhã e Época, mais tarde para O Século, A Capital e o Diário de Lisboa. Casou, em 1921, com Alfredo da Cunha Lamas, e foi mãe mais uma vez. Em 1928 passou a dirigir o suplemento Modas & Bordados do jornal O Século, dando-lhe uma feição diferente. Um jornal que dava prejuízo passou a dar lucro, tal a importância da sua colaboração. Era preciso chegar às mulheres trabalhadoras pouco esclarecidas quanto aos seus direitos. A sua colaboração no "Correio da Joaninha" passou a ser um diálogo educativo com as leitoras. Ligou-se ao MUD (Movimento de Unidade Democrática) e depois ao Conselho Nacional das Mulheres Portuguesas, onde desenvolveu intensa actividade política e cultural. Presa, pela primeira vez, por motivos políticos, em 1949 sofreu imenso na prisão, porque a PIDE a colocou numa prisão incomunicável durante quatro meses. Esteve muito doente. Depois de várias prisões viu-se forçada ao exílio. A sua actividade como escritora é intensa e diversificada. Escreveu contos infantis, estudos na área da mitologia, porém o seu livro mais importante, fruto de dois anos de viagens por todo o país é «As Mulheres do Meu País», uma obra de referência, onde colaboraram com ilustrações os mais famosos intelectuais do tempo, editado em 1950. Seguem-se «A Mulher no Mundo», 1952 e «O Mundo dos Deuses e dos Heróis», 1961.Esteve exilada por diversas vezes, entre 1953 e 1962. Passados sete anos regressou do exílio. Tinha 76 anos e ainda a mesma esperança de melhores dias para Portugal. Viveu o 25 de Abril de 1974 com enorme alegria. Foram-lhe atribuídas duas das mais honrosas condecorações portuguesas, a de Oficial da Ordem de Santiago da Espada e a da Ordem da Liberdade. Faleceu com 90 anos, em Dezembro de 1983. A cidade de Torres Novas relembra-a numa pequena intervenção escultórica. A jornalista Maria Antónia Fiadeiro dedicou-lhe um estudo monográfico.
Biografia retirada daqui
sábado, 5 de agosto de 2017
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