sexta-feira, 1 de junho de 2018

Biografia - São Francisco de Assis

Biografia - Adelaide Câmara

Adelaide Augusta Câmara foi uma das mais devotadas figuras femininas do Espiritismo no Brasil, bem conhecida pelo seu pseudônimo de Aura Celeste. 

Encarnou na cidade de Natal, Estado do Rio Grande do Norte, em 11 de janeiro de 1874, e desencarnou na cidade do Rio de Janeiro, em 24 de outubro de 1944. 

Aura Celeste veio para a antiga Capital Federal em janeiro de 1896, graças ao auxílio de alguns militantes do Protestantismo, a cuja religião pertencia, os quais lhe propiciaram a oportunidade de lecionar no Colégio Ram Williams, o que fez com muita proficiência, durante algum tempo, até que organizou em sua própria residência, um curso primário, onde muitos homens ilustres do meio político e social brasileiro aprenderam com ela as primeiras letras. 

Foi nesse período de sua vida, no ano de 1898, que começou a sentir as primeiras manifestações de suas faculdades mediúnicas. Nessa época, o grande Bezerra de Menezes dirigia os destinos da Federação Espírita Brasileira, revestido daquela auréola de prestígio e de respeito que crentes e descrentes lhe davam, e o Espiritismo era o assunto de todas as conversas, não só pelos fenômenos e curas mediúnicas, como pela propaganda falada, pelos livros e pela imprensa. 

Sob a sábia orientação de Bezerra de Menezes começou a sua notável carreira mediúnica como psicografa, no Centro Espírita Ismael. O grande apóstolo do Espiritismo brasileiro, pela sua conhecida clarividência, prognosticou, certa vez, que Adelaide Câmara, com as prodigiosas faculdades de que era dotada, um dia assombraria crentes e descrentes. E essa profecia de Bezerra não se fez esperar, pois em breve Adelaide Câmara, como médium auditiva, começou a trabalhar na propagação da Doutrina, fazendo conferências e receitando, com tal acerto e exatidão, que o seu nome se irradiou por todo o País. 

Com a desencarnação do inolvidável mestre, doutor Bezerra de Menezes, em 1900, Adelaide Câmara aproximou-se do grande seareiro que foi Inácio Bittencourt e, nas sessões do Círculo Espírita “Cáritas”, passou a emprestar o seu concurso magnífico como médium e como propagandista de primeira grandeza. 

Contraindo núpcias em 1906, os afazeres do lar, e a educação dos filhos mais tarde, obrigaram-na a afastar-se da propaganda ativa nos Centros, mas, nem por isso, ficou inativa. Nas horas de lazer, entrava em confabulação com os guias espirituais, e pôde receber e produzir páginas admiráveis, que foram dadas à publicidade na obra “Do Além”, em 21 fascículos, e no livro “Orvalho do Céu”. 

Foi aí que adotou o pseudônimo de AURA CELESTE, nome com que ficou conhecida no Brasil inteiro. 

Em 1920, retorna à tribuna e aos trabalhos mediúnicos, com tal vigor e entusiasmo, que o seu organismo de compleição franzina ressentiu-se um pouco, mas, nem por isso, deixou ela de cumprir com os seus deveres. O Dr. Joaquim Murtinho era o médico espiritual que, por seu intermédio, começou a trabalhar na cura dos enfermos e necessitados, diagnosticando e curando a todos quantos lhe batiam à porta, desenvolvendo-lhe, espontaneamente, diversas faculdades mediúnicas nesse período. 

Além das mediunidades de incorporação, audição, vidência, psicográfica, curadora, intuitiva, possuía Adelaide Câmara, ainda, a extraordinária faculdade da bilocação. Muitas curas operou em diferentes lugares do Brasil, a eles se transportando em “desdobramento fluídico”, sendo visível o seu corpo perispirítico, como aconteceu em Juiz de Fora e Corumbá (provadamente constatado), por enfermos que, sob os seus cuidados, a viram aplicar-lhes “passes”. 

Poetisa, conferencista, contista, e educadora sobretudo, deixou excelentes obras lítero-doutrinárias, em prosa e verso, assinando-os geralmente com o seu pseudônimo. É assim que deu a público “Vozes d”Alma”, versos; “Sentimentais”, versos; “Aspectos da Alma”, contos; “Palavras Espíritas”, palestras; “Rumo à Verdade” e “Luz do Alto”. Esparsos em revistas e jornais espíritas, há muitas poesias e artigos doutrinários de sua autoria. 

O grande jornalista e literato Leal de Souza, referiu-se a Adelaide Câmara como “a grande Musa moderna, a Musa espiritualista”. 

Em 1924, teve as suas vistas voltadas para o campo da assistência às crianças órfãs e à velhice desamparada. Centralizou todos os seus esforços no propósito de materializar esse antigo anseio de sua alma. Pouco, entretanto, pôde fazer em quase três anos de lutas. Aconteceu, então, que um confrade, João Carlos de Carvalho, estava angariando donativos e meios para a fundação de uma instituição dessa natureza, e, um dia, faz-lhe entrega da lista de donativos a fim de que Adelaide Câmara arranjasse novos óbolos para tão humanitário fim. Dias depois, João Carvalho desencarna, e ela fica de posse da lista e do dinheiro arrecadado. 

Passados alguns meses, o Sr. Lopes, proprietário da Casa Lopes, que andava estudando a Doutrina, mostrou-se interessado na organização de uma instituição de amparo e assistência aos órfãos e Adelaide lhe informa possuir uma lista com alguns donativos para esse fim. A idéia foi recebida com entusiasmo e logo concretizada. Alugaram uma casa em Botafogo e aí foi instalado, no dia 13 de março de 1927, o Asilo Espírita “João Evangelista”, sendo ela a sua primeira diretora. Compareceu a essa festiva inauguração o doutor Guillon Ribeiro, então 2o. secretário da Federação Espírita Brasileira e representante desta naquela solenidade. Adelaide Câmara, em breves palavras, exprimiu o júbilo de sua alma, afirmando realizado o ideal de toda a sua existência – “ser mãe de órfãos, graça do céu que não trocaria por todo o ouro e todas as grandezas do mundo”. 

Dedicou, daí por diante, todo o seu tempo a essa grandiosa obra de caridade, emprestando-lhe as luzes do seu saber e de sua bondade até o dia em que serenamente entregou a alma a Deus. 

Com extremosa dedicação, trabalhou Aura Celeste em várias sociedades espíritas beneficentes da cidade do Rio de Janeiro, dando a todas elas o melhor de suas energias e de sua inteligência. 

No Asilo Espírita “João Evangelista”, porém, foi onde realizou sua tarefa máxima, não só como competente educadora, mas também como hábil orientadora de inumeráveis jovens que ali receberam, como ainda recebem, instrução intelectual e educação moral.

A vida e a obra de Adelaide Câmara foram uma escada de luz, uma afirmação de fé e humildade, e um perene testemunho de amor. Era a grande educadora que ensinava educando e educava ensinando, pelo exemplo. 

Médium sem vaidades, sincera e de honestidade a toda prova, praticava a mediunidade como verdadeiro sacerdócio. 

Dotada de sólida cultura teria, se quisesse, conquistado fama no mundo das letras. Poetisa de vastos recursos, oradora convincente e natural, senhora de estilo vigoroso e de fulgurante imaginação, tudo deu e tudo fez, com o cabedal que possuía, para o bom nome e o engrandecimento da Doutrina Espírita. 

O Asilo Espírita “João Evangelista”, no Rio de Janeiro, aí está ainda, em sede própria, atestando a obra e o devotamento à causa do bem daquela nobre mulher que se chamou Adelaide Augusta Câmara. 


Informação retirada daqui

Biografia - Abd al-Rahman III an-Nasir li-din Allah ibn Mamad al-Qurtubi khalifa al-Qurtubi

Califa árabe nascido provavelmente em Córdoba, na Espanha muçulmana, fundador do califado omíada de Córdoba (929-961), independente do califado de Bagdá, e um hábil estrategista que conseguiu submeter a seu poder toda a Espanha muçulmana, além de deter o avanço dos reinos cristãos. A Espanha muçulmana era uma província independente desde o estabelecimento do poder abássida. Quando os Abássidas capturaram Damasco, um dos príncipes omíadas, Abd al-Rahman I, escapou e fez uma longa jornada para Espanha, onde fundou um reino omíada. Com a ajuda dos berberes e dos árabes da Síria, apoderou-se de Córdoba (756) e dominou a maior parte do país, iniciando assim a era dourada do Islam na Espanha. Córdoba foi fundada como capital e em breve se tornou a maior cidade não só pela sua população mas também do ponto de vista cultural e da vida intelectual. Os Omíadas reinaram por mais de dois séculos até que, enfraquecidos, foram substituídos por governantes locais. Ao suceder ao avô, o emir Abd Allah, por vontade deste, no cargo de emir de Córdoba, com apenas 21 anos, o III recebeu um reino fragmentado em províncias com alto grau de autonomia. O emirado se achava ameaçado também pelos poderosos reinos cristãos, especialmente o de Leão, e pelo expansionismo do califado fatímida egípcio. Ao iniciar seu reinado (912), tomou uma iniciativa audaciosa. Exigiu a submissão absoluta de todos os súditos, em troca do perdão para os que acatassem sua soberania, e ameaçou os rebeldes com severos castigos. Em poucos anos, conseguiu o domínio de quase todo o território do emirado andaluz, a Espanha muçulmana, embora tenham persistido focos de resistência em algumas províncias, como o que foi liderado por Omar ibn Hafsun, em Granada e Jaén. Ibn Hafsun morreu (917), mas sua fortaleza de Bobastro ainda permaneceu independente por mais de dez anos. Conquistou Pamplona (924) e proclamou-se califa (929), sucessor do profeta e príncipe dos crentes, o que supunha a independência religiosa de al-Andalus, ou seja, título que aliava a autoridade política à religiosa. Durante os anos seguintes as conquistas se sucederam: Badajoz (930), Ceuta (931) e Toledo (933). A conquista de Toledo consolidou o poder cordobês (933). Durante seu reinado, o califado conquistou um extraordinário poder político e militar, comparável ao dos impérios germânico e bizantino. A pujança do califado foi pouco afetada pela derrota sofrida em Simancas (939), para Ramiro II de Leão. Córdoba viveu seu período de maior esplendor e prevaleceu sobre os reinados cristãos.. A cidade foi embelezada com a ampliação da mesquita e a construção do alcáçar, e iniciou a construção da cidade-palácio de Medinat al-Zahara, a noroeste de Córdoba (936). Protegeu a produção têxtil, investiu na agricultura e buscou abrir novos mercados. Criou a escola de medicina mais antiga de Europa e favoreceu o estudo da astronomía das matemáticas. Quando morreu deixou como herança à Espanha muçulmana uma economia próspera, intensa atividade cultural e uma comunidade fraterna, na qual conviviam mouros, judeus e cristãos. Na evolução de al-Andalus, a denominação árabe da Espanha muçulmana, é possível distinguir-se três períodos: o emirado dependente (714-756), no qual o território foi convertido em uma província do Islã sob a soberania dos califas omíadas de Damasco; o emirado independente (756-929), constituído quando Abd al-Rahman I, membro da destronada dinastia omíada chegou ao poder e deixou de obedecer a Bagdá e ao califado abássida; e, por último, o califado omíada, iniciado quando o então emir se proclamou califa (929), o que representou a independência religiosa de al-Andalus. Posteriormente, as diferenças entre os grupos étnicos provocaram a fragmentação desse domínio em numerosos reinos de taifas na metade do século XI.

Biografia retirada de NetSaber

Biografia - Abulqasim Mohamed ibn Abdala ibn Abd al-Mutalib ibn Hashim, Maomé ou Mohammed ou Mafoma ou Mafamede

(Profeta árabe)
570-632

Profeta árabe nascido em Meca, na atual Arábia Saudita e na época, era um importante e próspero centro comercial e religioso, cujo nome próprio é derivado do verbo hâmada e que significa digno de louvor, fundador da religião muçulmana e do império árabe. Pertencia ao clã dos Hashim, de Banu Hashim, um dos ramos da tribo dos coraixitas (Qoreish, Quraish ou Qoraish), guardiã da Caaba, templo nacional do povo árabe que abrigava os ídolos de todas as tribos da península e os deuses da religião de todos os chefes de caravana que ali passavam, mais de 360 deuses. Órfão muito cedo, foi criado primeiramente pelo avô paterno, Abd al-Mutalib, e mais tarde pelo tio, Abu Talib, coletor de impostos e mercador, que o iniciou nas artes do comércio. Preocupado com a idéia de restabelecer a religião monoteísta de Abraão, Ibrahim em árabe, teve na religião sua área de interesse privilegiado, tornando-se um político talentoso, chefe militar e legislador. Aos 25 anos, já com a reputação de comerciante honesto e bem-sucedido, casou-se com a rica viúva Cadidja, 15 anos mais velha do que ele. O matrimônio durou até a morte de Cadidja (617), num castelo pertencente a Abu Talib, que morreria dois anos após, onde o profeta estava refugiado. Segundo a tradição, aos 40 anos recebeu a missão de pregar as revelações trazidas de Deus pelo arcanjo Gabriel. As revelações teriam se repetido durante toda a vida do profeta e logo começaram a ser registradas por escrito e com elas compôs o Alcorão ou Corão (Al no árabe equivale ao nosso artigo o). Seu monoteísmo chocava-se com as crenças tradicionais das tribos semitas e foi obrigado a fugir para Iatribe (622), atual Medina ou Madinat an Nabi, isto é, Cidade do Profeta, onde as tribos árabes viviam em permanente tensão entre si e com os judeus. Estabeleceu a paz entre as tribos árabes e com as comunidades judaicas e começou uma luta contra Meca pelo controle das rotas comerciais. Conquistou Meca (630) e, de volta a Medina, morreu dois anos depois, sem haver nomeado um sucessor, porém deixando uma comunidade espiritualmente unida e politicamente organizada em torno aos preceitos do Corão, cuja edição definitiva seria publicada alguns anos após (650). A nova religião foi chamada islamismo ou Islã, que significa submissão à vontade divina, e seus adeptos, muçulmanos, os que se submeteram.

Notícia retirada daqui

Questionário - Economia

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Postal Antigo - Estocolmo - Anoitecer em Estocolmo e linhas do caminho de ferro


Vídeo - RUN-DMC - "Walk This Way"

Curiosidade - Formas de não ser manipulado por gente oportunista - Um conselho universal


Se conseguem constantemente se aproveitar de você, isso pode ser reflexo de sua baixa auto-estima. Assim que a sua autoconfiança aumentar, aqueles que quiserem tirar proveito de seus recursos vão desaparecer. Descubra por si mesmo quais são os seus pontos fortes, lembre-se de seus méritos, determine seus sonhos, desejos e objetivos.

Procure lidar com a situação com base em fatos, e não em emoções. Você verá que consegue viver numa boa sem se submeter a ajudas desnecessárias a gente aproveitadora. Caso contrário, só viverá a vida dos outros, mas nunca a sua.

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Curiosidade - Formas de não ser manipulado por gente oportunista - Ajude razoavelmente


Os pedidos aparecem sob a forma de uma tempestade tropical e até com pantomimas teatrais? Algo como “Além de você, não tenho mais ninguém a quem recorrer”, “Coloque-se no meu lugar”, “Você é minha última esperança”, “Caso contrário, eu me perderei”.

Ok, quando alguém pede dessa forma, apenas uma pessoa com nervos de aço resistirá a ceder. Tendo recebido o desejado, esse amigo sofredor não aparece até que seu próximo “problema” apareça. Ao perceber que o mesmo script é repetido toda cada vez, o melhor é refletir sobre isso.

O que fazer? Os problemas que se repetem regularmente e são resolvidos graças à sua ajuda são um bom sinal de que essa pessoa só está perto de você por interesse. Faça a si mesmo estas duas perguntas: É realmente importante para mim me comunicar com ela e eu realmente quero ajudá-la? Se não, por que todos esses inconvenientes?

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Curiosidade - Formas de não ser manipulado por gente oportunista - Compare o que recebe com o que você dá


Alguém vem com um tratamento sob o formato “serviço em troca de serviço” e você, considerando essa pessoa muito útil, aceita. Mas, em troca, pedem muito mais. Por exemplo, um gerente de eventos consegue para um amigo economista um ingresso barato e bastante acessível de um show. E pede em troca que o amigo elabore um novo plano de negócios para a empresa que gerencia. Isso é uma troca coerente?

O que fazer? Antes de se apressar para responder com admiração “sim!”, descubra quais serviços você terá de fazer em troca e compare com o que recebe. Leve o tempo que for necessário para analisar e descobrir tudo o que está relacionado à proposta que o manipulador está tentando “vender” para você

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Curiosidade - Formas de não ser manipulado por gente oportunista - Se a decisão já foi tomada, vá embora


Uma situação semelhante ocorre em um relacionamento amigável ou romântico. Um amigo / amiga ou seu parceiro o ignora, ou mesmo se comporta de maneira indecorosa e ofensiva. Mas, assim que decide cortar esse relacionamento destrutivo, o outro tenta recuperá-lo com todas as suas forças. O que, claro, lisonjeia sua vaidade. Você sente que é necessário, que controla a situação. E assim por diante, num círculo interminável de auto-engano.

O que fazer? Na verdade, você não é o dono da situação. Muito provavelmente, está preso ao manipulador. Sente-se e anote todos os prós e contras desse relacionamento. Há outras coisas que você não gosta? Em seguida, termine com base em uma conclusão lógica de uma vez por todas. Explique o motivo de forma clara e tranquila e não volte atrás para conversar sobre isso, nem com essa pessoa.

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Curiosidade - Formas de não ser manipulado por gente oportunista - Não tenha medo de colocar um preço


Se você é um profissional de qualquer campo (por exemplo, escreve bons textos, faz massagens, traduz do chinês), ou se tem passatempos interessantes (por exemplo, pinta quadros, compõe música, trabalha com contabilidade, ou é um bom tradutor), com certeza haverá pessoas que parecem que querem receber os resultados do seu trabalho gratuitamente. Se dizer “não” é algo difícil para você, talvez acabe trabalhando de graça e perdendo todo o seu tempo livre em supostas obras de “caridade” em favor daqueles que estão longe de serem necessitados, mas que simplesmente poderíamos considerar meros aproveitadores. Ah, e cuidado com aquelas propostas de sociedade de gente com um discurso como “não tenho dinheiro para te pagar agora, mas quando meu projeto der resultados, você crescerá comigo e vai ganhar bem”. Pura balela! Trabalho tem custo e você deve cobra-lo.

O que fazer? É claro que, ao saber que esse trabalho tem um custo econômico, o manipulador irá imediatamente acusá-lo de tentar se aproveitar da situação. Responda com base no argumento de que todo trabalho deve ser remunerado, independentemente de quem o faça, explicando o motivo do preço estipulado. A pessoa continua insistindo? Para casos extremos, será melhor ignorar a questão e distanciar-se.

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Curiosidade - Formas de não ser manipulado por gente oportunista - Não se deixe enganar pelos elogios


A princípio, você recebe inúmeros elogios sem parar: “Ah, você é tão sociável! Tem um círculo social maravilhoso e possui um emprego incrível! Com certeza ganha um bom salário. Também dirige um carro? Que bom que não vivemos tão distantes”. Com isso seu “limite de proteção” caiu drasticamente. Se você realmente é tão bem relacionado, esse tipo de elogio só indica que a pessoa quer usar e abusar de seus contatos com gente influente. Ou pedir dinheiro emprestado.

O que fazer? Dar um elogio ou não é uma decisão de cada pessoa. Você não pediu a ninguém para elogiá-lo. Portanto, não tenha pressa em aceitar nem em fazer promessas das quais possa se arrepender depois. Agradeça pelas palavras gentis que são dirigidas a você. Mas descarte com coragem os pedidos que contradizem seus princípios.

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Curiosidade - Formas de não ser manipulado por gente oportunista - Livre-se dos sentimentos de culpa


Para alcançar seus objetivos, os manipuladores mostram-se frequentemente ofendidos. Você se sente culpado, acreditando que realmente feriu os sentimentos dessa pessoa. Como resultado, tenta “corrigir” suas ações que desencadearam uma reação desse tipo, de modo que está disposto a cumprir todas as missivas, condições e, às vezes, até mesmo as exigências do outro, mesmo que sejam totalmente contrárias aos seus interesses

O que fazer? Se você realmente cometeu um erro, analise: em que ponto exatamente suas ações foram tomadas? E remedie apenas as consequências. Por exemplo, você acidentalmente empurrou um colega de trabalho e ele derramou café no chão. Desculpe-se e chame o responsável pela limpeza do local ou limpe você mesmo. Mas, é só isso... Ele também está pedindo para você terminar uma tarefa complicada atribuída a ele? Parece que esta situação não se encaixa.

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