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quarta-feira, 5 de setembro de 2018

Biografia - Adonias Filho

Adonias Filho (1915-1990) foi escritor brasileiro. Fez parte da terceira fase do Modernismo. Foi também jornalista, ensaísta, romancista e crítico literário.
Seu universo ficcional tem invariavelmente como palco a região cacaueira do sul da Bahia. Foi eleito para a cadeira nº 21 da Academia Brasileira de Letras. Adonias Filho (1915-1990) nasceu em Itajuípe, Bahia, no dia 27 de novembro de 1915. Filho de fazendeiros, estudou em sua terra natal e em Salvador. Iniciou-se no jornalismo ainda em Salvador.
Em 1936, muda-se para o Rio de Janeiro, onde foi colaborador e crítico literário dos jornais A Manhã, Diário de Notícias e Jornal de Letras. Sua linguagem obedece um estilo áspero e seco, é a marca que distingue os romances de Adonias Filho. O palco da região cacaueira dá vida e cor a personagens relacionados com a cultura do cacau. Foi diretor do Instituto Nacional do Livro entre 1954 e 1955, do Serviço Nacional de Teatro de 1954 a 1956. Dirigiu a Biblioteca Nacional em 1961 e a Agência Nacional em 1964.
Neste mesmo ano foi eleito para a cadeira nº 21 da Academia Brasileira de Letras, antes ocupada por Álvaro Moreira. Em 1972 assumiu a presidência da Associação Brasileira de Imprensa. Entre seus livros mais conhecidos estão os romances "Os Servos da Morte" (1946), "Memórias de Lázaro" (1952), "Corpo Vivo" (1962), "O Forte" (1965) e o ensaio literário "Modernos Ficcionistas Brasileiros" (1958). Entre outros autores traduziu William Faulkner, Virginia Woolf e Graham Greene. Adonias Aguiar Filho morreu em 2 de agosto de 1990 em Itajuípe BA.

terça-feira, 4 de setembro de 2018

Biografia - Marie-Geneviève Charlotte Thiroux d'Arconville

Escritora e cientista francesa, casou aos catorze anos, com um político. Dos três filhos que teve dois foram executados durante a Revolução Francesa. Estudou botânica, anatomia e filosofia. Leu Voltaire e Lavoisier e escreveu obras como: Sobre a amizade (1761), As paixões (1764), Tratado sobre a Putrefacção (1766) e consta que estudou em mais de uma centena de cadáveres, para se documentar. Foi considerada uma pessoa excêntrica por se dedicar a temas pouco comuns numa mulher. Foi também tradutora.


Biografia retirada de O Leme

segunda-feira, 3 de setembro de 2018

Biografia - Alexandre Dumas

Alexandre Dumas (1802-1870) foi romancista e dramaturgo francês. Autor do clássico da literatura, "Os Três Mosqueteiros". Suas histórias foram traduzidas em diversos países e produziram vários filmes. Em 2002, seus restos mortais foram levados para o Panthéon, em Paris.

Alexandre Dumas (1802-1870) nasceu em Villers-Cotterêts, França, no dia 24 de julho de 1802. Filho do General Thomas Alexandre Dumas Davy de la Pailleterie, nascido de um nobre francês e uma escrava negra, e de Marie Louise. Em 1806 ficou órfão de pai. Estudou no Colégio do Padre Gregório, onde aprendeu uma caligrafia perfeita, que mais tarde lhe garantiria a vaga de escriturário.

Em 1821, junto com o amigo Leuven, nobre sueco refugiado na França, escreve a peça "O Major de Strasburgo". Em 1822 viaja à Paris, onde conhece o escritor Auguste Lafarge. A certeza de que sua vocação era escrever para o teatro, se confirmou quando assistiu a representação de Hamlet, de Shakespeare. Saiu certo de que poderia criar algo igual ou melhor.

Em 1823 transfere-se para Paris. Em busca de emprego foi recebido pelo General Foy, amigo de seu pai, que ao ver sua bela caligrafia conclui que Dumas poderia secretariar o Duque de Orléans, futuro rei Luís Filipe. O emprego lhe garantiu seu sustento em Paris e lhe abriu caminho para a "Comédie Française". Conhece Catarina Labay, a costureira do prédio vizinho e com ela teve um filho, Alexandre Dumas (1824-1895) que ficou célebre com "A Dama das Camélias".

Continuou tramando um meio de estrear no mundo do teatro. Um funcionário lhe orienta procurar o Barão Taylor, inglês nascido na Bélgica, naturalizado francês, amigo de Vitor Hugo, comissário real junto à Comédie. Sua peça "Cristina" foi recusada pela atriz permanente do teatro, que não queria saber de representar gritos e choros, e "Cristina" foi para a gaveta.

Escreve "Henrique III e sua Corte", uma peça cheia de emoção, que teve o mérito de haver iniciado o teatro romântico na França, levado à cena pela primeira vez, na Comédie Française, em 11 de fevereiro de 1829. Além do sucesso teve a honra de ver presentes ao espetáculo o Duque de Orléans e sua comitiva.

Em 1830, explode a revolução liberal, que leva ao trono o Duque de Orléans, com o nome de Luís Filipe. Quando se restabelece a tranquilidade, Dumas volta a escrever. Leva à cena o drama "Antony", não mais baseado em temas históricos. Toda a obra versa sobre o amor de um bastardo por uma aristocrática.

Alexandre Dumas e Catarina Labay viviam separados. Dumas tinhas suas amante. Em 1840, resolve casar com uma delas, a atriz Ida Ferrier. Quatro anos depois estavam separados. Nesse mesmo ano começa a publicar no folhetim do jornal Le Siècle, "Os Três Mosqueteiros", que depois é lançado em livro. A história conta as aventuras do cavaleiro D'Artagnan e os três amigos, Athos, Porthos e Aramis, a serviço do rei Luís XIII e da rainha Ana da Áustria, enfrentado as ciladas do Cardeal Richelieu.

Em 1850, declarado o Segundo Império, Dumas exila-se na Bélgica. De volta a Paris, em 1853, funda o jornal "Os Mosqueteiros". Em 1860, na Itália, participa da campanha de unificação de Garibaldi. Em 1861, em Nápoles, assume a direção do Museu.

Alexandre Dumas morre em Puys, França, no dia 5 de dezembro de 1870.

Obras de Alexandre Dumas
O Major de Strasburgo, teatro, 1821
Estocolmo, Fontainebleau, Roma, teatro, 1824
Henrique III e Sua Corte, teatro, 1829
Antny, teatro, 1831
Napoleão Bonaparte, teatro, 1832
Carlos VII entre Seus Grandes Vassalos, teatro, 1832
A Torre de Nesle, teatro, 1832
Impressões de Viagem, 1832
Cavaleiro de Harmenthal, romance, 1840 (com Auguste Maquet)
Os Três Mosqueteiros, romance, 1844
O Conde de Monte Cristo, romance, 1845
A Rainha Margot, romance, 1845
Vinte Anos Depois, romance, 1845
Os Quarenta e Cinco, romance, 1847
O Visconde de Bragelonne, romance, 1848
O Colar da Rainha, romance, 1850
A Condessa de Charny, romance, 1853
O Cavaleiro da Casa Vermelha, romance, 1854

Biografia retirada de e-biografias

domingo, 2 de setembro de 2018

Biografia - Karen Blixen

Karen Dinesen, por casamento Blixen, conhecida mundialmente por Karen Blixen, nasceu em Rungstedlund (Dinamarca), no seio de uma família aristocrata e rica, em 17 de Abril de 1885. A mãe foi a primeira norueguesa eleita para o Parlamento. Aos 10 anos o pai de Karen, militar, escritor e desportista, suicida-se provavelmente na sequência de ter contraído a sífilis, uma doença quase tão grave como hoje a Sida. Karen teve uma educação primorosa, ligada às artes, e aos 22 anos começa a publicar pequenas histórias. Sabe-se que Karen teve irmãs, que com ela estudaram francês, na Suiça. Aos 28 anos casa com o Barão Bror von Blixen-Finecke e partem para África, onde Karen vai gerir uma plantação de café perto de Nairobi. Com o início da Grande Guerra , em 1914, aquela parte de África ficou sob domínio da Grã-Bretanha. Em 1915, Karen regressa à Dinamarca para se tratar da sífilis, contraída pelo contacto com o marido. O homem da sua vida, Denys Finch Hatton (1887 – 1931), conheceu-o aos 30 anos. Em 1925, Karen está divorciada do marido e vai viver um ano na sua casa da Dinamarca. Embora tenha redigido esporadicamente para jornais dinamarqueses, foi com “Gotic Tales” (1934), que escreveu em inglês sob o pseudónimo de Isak Dinesen, que realmente iniciou a sua carreira literária. O interesse de Karen por África começou meramente pelo gosto dos safaris, desporto da moda, para gente rica, durante o século XIX e parte do séc. XX, quando as mentalidades achavam normal matar animais por prazer e fretar africanos para lhe fazer todos os trabalhos que os brancos, como colonos, não faziam. Quando Karen publica, em 1938, o seu mais conhecido romance “Out of Africa” (traduzido para português como África Minha) é já uma mulher com larga experiência de convívio com africanos. O livro é autobiográfico e viria a ser adaptado, com enorme sucesso, ao cinema. Muitos dos seus livros posteriores foram publicados simultaneamente em inglês e em dinamarquês. Ehrengarda, a Ninfa do Lago (1963), foi publicado no ano seguinte à morte de Karen Blixen, ocorrida em 1962.

Biografia retirada de O Leme

sábado, 1 de setembro de 2018

Biografia - Alexis de Tocqueville

Alexis de Tocqueville (1805-1859) foi um escritor, pensador político e historiador francês. Sua obra de referência foi o livro “Democracia na América” (1835). É considerado um dos autores mais influentes do liberalismo no ocidente, junto a Adam Smith, Friedrich Hayek, Joseph Schumpeter e Raymond Aron.

Alexis Henri Charles Clérel de Tocqueville Veio de família aristocrática pertencente à pequena nobreza do antigo regime, anterior à revolução francesa.

Em 1830, com a chegada de Luís Felipe ao poder, Tocqueville prestou juramento de fidelidade, embora continuasse filiado ao partido legitimalista de Carlos X, que visava restabelecer um regime contrário às reformas liberais depois de 1789.

Em 1831, resolveu empreender viagem aos Estados Unidos a fim de realizar uma pesquisa sobre o código penal americano. Porém, suas intenções tomaram outro rumo quando escreveu o esboço do que seria sua obra-prima, o livro ”Democracia na América”. A primeira parte do livro foi publicada em 1835, onde ele refletiu sobre as instituições e a sociedade americana e sua tradição política. A segunda parte foi publicada em 1840 e na obra, o escritor tratava das questões sobre igualdade e de que forma esse conceito poderia prejudicar a liberdade dos indivíduos.

Depois da experiência nos Estados Unidos, Tocqueville afirmou ser contrário aos movimentos revolucionários acontecidos em seu próprio país, a França, por achar que a ideologia da igualdade era opressora da liberdade individual, sendo a revolução americana mais genuína no sentido de atender os anseios do povo.

Tocqueville foi colaborador da segunda constituição francesa na segunda república. Também foi ministro das Relações Exteriores do governo de Luís Napoleão.

Tocqueville ainda publicou os livros “O Antigo Regime e a Revolução” (1856) e “Lembranças de 1848” (1893). É um dos autores de maior influência das ideias liberais no ocidente.

Biografia retirada de e-biografias

domingo, 26 de agosto de 2018

Biografia - Maria Fernanda Teles de Castro e Quadros Ferro


Romancista, poeta e conferencista portuguesa, conhecida pelo seu nome de solteira, com vasta e diversificada obra, escreveu poesia, literatura infantil, romance e memórias. Filha de um oficial da Marinha ficou órfã de mãe aos doze anos. Estudou em Portimão, Figueira da Foz e Lisboa, tendo frequentado, nesta cidade, os Liceus D. Maria Pia e Passos Manuel. Começou por escrever livros infantis com sucesso nomeadamente "Mariazinha em África", 1926; "A Princesa dos Sete Castelos" e "As Novas Aventuras de Mariazinha", 1935. Conheceu África que transmitiu com talento nos seus livros. Casada com António Ferro, jornalista e homem forte do regime de Salazar, promoveu a cultura no país e estrangeiro em importantes exposições. Criou e desenvolveu, nos anos trinta, a Associação Nacional dos Parques Infantis, dadas as suas excelentes relações com as mais altas instâncias governamentais. A sua poesia é francamente inspirada e está de novo a ser divulgada. Destacam-se "Asa no Espaço", 1955; "Poesia I e II", 1969, "Urgente", 1989. David Mourão-Ferreira elogia vivamente a sensualidade feminina dessa poesia. Fernanda de Castro recebeu, em 1969 o Prémio Nacional de Poesia e recebera em 1945 o Prémio Ricardo Malheiros pelo romance "Maria da Lua". Escreveu até praticamente ao fim da vida, embora nos últimos anos a doença a retivesse na cama. Foi avó da escritora Rita Ferro. Escreveu “Ao Fim da Memória: Memórias (1906-1986)”, 1986.

Notícia retirada daqui

sexta-feira, 24 de agosto de 2018

Biografia - Florbela Espanca

Poetisa portuguesa, natural de Vila Viçosa (Alentejo). Nasceu filha ilegítima de João Maria Espanca e de Antónia da Conceição Lobo, criada de servir (como se dizia na época), que morreu com apenas 29 anos, “de uma doença que ninguém entendeu”, mas que veio designada na certidão de óbito como nevrose. Registada como filha de pai incógnito, foi todavia educada pelo pai e pela madrasta, Maria Espanca, em Vila Viçosa, tal como seu irmão de sangue, Apeles Espanca, nascido em 1897 e registado da mesma maneira e registado da mesma maneira. Note-se como curiosidade que o pai, que sempre a acompanhou, só 19 anos após a morte da poetisa, por altura da inauguração do seu busto, em Évora e por insistência de um grupo de florbelianos, a perfilhou. Estudou no liceu de Évora, mas só depois do seu casamento (1913) com Alberto Moutinho concluiu em 1917, a secção de Letras do Curso dos Liceus. Em Outubro desse mesmo ano matriculou-se na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, que passou a frequentar. Na capital, contactou com outros poetas da época e com o grupo de mulheres escritoras que então procurava impor-se. Colaborou em jornais e revistas, entre os quais o Portugal Feminino. Em 1919, quando frequentava o terceiro ano de Direito, publicou a sua primeira obra poética, Livro de Mágoas. Em 1921, divorciou-se de Alberto Moutinho, de quem vivia separada havia alguns anos e voltou a casar, no Porto, com o oficial de artilharia António Guimarães. Nesse ano também o seu pai se divorciou, para casar, no ano seguinte, com Henrique Almeida. Em 1923, publicou o Livro de Sóror Saudade. Em 1925, Florbela casou-se, pela terceira vez, com o médico Mário Lage, em Matosinhos. Os casamentos falhados, assim como as desilusões amorosas, em geral, e a morte do irmão, Apeles Espanca (a quem a Florbela estava ligada por fortes laços afectivos), num acidente com o avião que tripulava sobre o rio Tejo, em 1927, marcaram profundamente a sua vida e obra. Em Dezembro de 1930, agravados os problemas de saúde, sobretudo de ordem psicológica, Florbela morreu em Matosinhos, tendo sido apresentada como causa da morte, oficialmente um “edema pulmunar”. Postumamente foram publicados as obras Charneca em Flor (1930), Cartas de Florbela Espanca, por Guido Battelli (1930), Juvenília (1930)As Máscaras do Destino (1931, contos), Cartas de Florbela Espanca, por Azinhal Botelho e José Emídio Amaro (1949) e Dário do Último Ano Seguido de um Poema sem Título, com prefácio de Natália Correia (1981). O livro de contos Dominó Preto ou Dominó Negro, várias vezes anunciados (1931, 1967), seria publicado em 1982. A poesia de Florbela caracteriza-se pela recorrência dos temas do sofrimento, da solidão, do desencanto, aliados a uma imensa ternura e a um desejo de felicidade e plenitude que só poderão ser alcançados no absoluto, no infinito. A veemência passional da sua linguagem, marcadamente pessoal, centrada nas suas próprias frustrações e anseios, é de um sensualismo muitas vezes erótico. Simultaneamente, a paisagem da charneca alentejana está presente em muitas das suas imagens e poemas, transbordando a convulsão interior da poetisa para a natureza. Florbela Espanca não se ligou claramente a qualquer movimento literário. Está mais perto do neo-romantismo e de certos poetas de fim de século, portugueses e estrangeiros, que da revolução dos modernistas, a que foi alheia. Pelo carácter confessional, sentimental, da sua poesia, segue a linha de António Nobre, facto reconhecido pela poetisa. Por outro lado, a técnica do soneto, que a celebrizou, é, sobretudo, influência de Antero de Quental e, mais longinquamente, de Camões. Poetisa de excessos, cultivou exacerbadamente a paixão, com voz marcadamente feminina (em que alguns encontram dom-joanismo no feminino). A sua poesia, mesmo pecando por vezes por algum convencionalismo, tem suscitado interesse contínuo de leitores e investigadores. É tida como a grande figura feminina das primeiras décadas da literatura portuguesa do século XX. 

terça-feira, 21 de agosto de 2018

Vídeo - Carlos Pessoa: no papel de encenador


Gosta de se imaginar como o caçador que não dispara mas prepara o terreno para o ator disparar. Carlos Pessoa trabalha o texto e dirige atores numa linguagem de partilha porque acredita no teatro como a arte do coletivo. É co-fundador do Teatro da Garagem.

sábado, 18 de agosto de 2018

Vídeo - Miguel Guilherme: o ator intuitivo



Miguel Guilherme experimenta-se em todos os registos. Ele que chegou ao teatro por acaso, não saberia agora viver longe dos palcos. Aqui, fala da composição de personagens tão distintas como o capitão Ahab e o Lopes, da série "Conta-me como foi".

Vídeo - Maria Rueff: o trabalho de fazer rir



Atriz, sobretudo de comédia, Maria Rueff adora representar. Estudou no Conservatório e descobriu no humor a fórmula certa para ultrapassar a timidez. Confessa que a fase de criação é espinhosa e defende que o teatro precisa de muita técnica e dedicação.

Vídeo - Beatriz Batarda: a formação de um talento


Não sonhou ser atriz mas é uma das mais prestigiadas atrizes portuguesas. Estudou em Londres, na Guildhall School of Music and Drama e foi a melhor aluna do seu curso. Beatriz Batarda diz que para pisar os palcos é preciso estudar, trabalhar e não desistir

Vídeo - Diogo Infante: a entrega generosa do ator


Começou por fazer os grandes clássicos, com eles aprendeu a importância do texto e da palavra em teatro. Diogo Infante já perdeu o controlo emocional em palco. O ator recorda a experiência assustadora e as técnicas que usou para resolver a cena.

Vídeo - Vera Sam Payo de Lemos: o texto em cena


O que faz um dramaturgista? O que acontece ao texto quando entra no teatro? Vera Sam Payo de Lemos conhece bem estes labores que já lhe valeram distinções. É ela quem escolhe e traduz as peças, pesquisa todos os pormenores e acompanha os ensaios.