terça-feira, 31 de julho de 2018

Powerpoint - Sistemática dos Seres Vivos

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Vídeo - O Corpo Humano - Episódio 13 - Sistema Imunológico

Documento - Verbos


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Resumo - Relativpronomen


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Ficha de Trabalho - 12ºAno


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segunda-feira, 30 de julho de 2018

Manual - Ser Familia - Educação Parental


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Vídeo - Programa de Alimentação Mundial, com Sean Penn

Biografia - Lutgarda Guimarães de Caires

O Natal dos Hospitais que hoje conhecemos e que é transmitido para todo o país pela rádio e pela televisão nasceu há várias décadas de um drama pessoal: a morte de uma menina. Para se recompor do choque, a mãe passou então a visitar crianças doentes nos hospitais, levando- lhes roupas, brinquedos e rebuçados. E foi com esse acto que, no princípio do século, a escritora e poetisa Lutgarda de Caires deu os primeiros passos para o Natal das Crianças dos Hospitais, hoje alargado aos doentes de todas as idades.
Vila Real de Santo António orgulha-se de na sua cidade ter nascido, em Novembro de 1873, aquela que além de escritora e filantropa, teve, um dia, a ideia de proporcionar às crianças doentes um Natal com agasalhos, prendas e brinquedos, cuja dimensão viria a atingir a imensa popularidade do actual Natal dos Hospitais. 
             Lutgarda Guimarães (de Caires pelo casamento), filha de Maria Teresa de Barros Guimarães e de José Rodrigues Guimarães, perdeu a mãe ainda criança. Mas o pai rodeou-a, a ela e ao irmão, de um ambiente de grande ternura e muita arte. Os filhos foram embalados ao som de harpa, violino e cítara, que o pai executava primorosamente. Desde criança, Lutgarda improvisava, junto com o irmão e os primos, treatrinhos com peças consagradas que adaptavam e representavam para a família. 
             Ainda jovem, Lutgarda Guimarães deixa o Algarve e passa a viver em Lisboa onde conhece e vem a casar com o advogado madeirense João de Caires, homem culto, escritor e fundador da Sociedade de Propaganda de Portugal, que reunia em casa amigos e onde havia regularmente animados serões literários. Era o ambiente propício para que Lutgarda de Caires desse livre curso à sua criatividade. Porém, sofreu logo no início do casamento a perda de uma filha (e provavelmente ainda de outro filho), facto que a marcou profundamente e que se revela na sua poesia, toda ela triste. A partir daí, decide passar a visitar as crianças doentes do Hospital da Estefânia levando-lhes roupas, brinquedos e rebuçados. As crianças foram o lenitivo para a sua dor. 
             Durante alguns anos o casal Caires viveu em Óbidos e Alcobaça, onde o marido foi juiz. Nesta cidade do célebre Mosteiro nasceria, em 1895, o filho Álvaro (Guimarães de Caires), que viria a ser, além de médico, professor na Universidade de Sevilha, escritor e investigador. 
             De passagem por Alcobaça, onde repousam os amantes mais conhecidos da Península - Pedro e Inês -, Lutgarda de Caires declamou num sarau literário junto aos seus túmulos. Por onde passava, Lutgarda deixava uma marca de cultura e filantropia. A partir de 1905, começa a colaborar em jornais com artigos de índole social. A sua primeira obra. 'Glicínias" foi editada em 1910. Seguiram-se "Papoilas (1912) e "A Dança do Destino contos e narrativas" (1913). 
             Já regressada a Lisboa, continua a visitar regularmente as crianças do Hospital da Estefânia. Fazia- lhes casaquinhos de malha e com o sucesso dos seus livros mais pessoas começaram a conhecê-la e a interessar-se pela sua cruzada em prol das crianças doentes e sozinhas. Os lucros que obtinha da venda dos seus livros revertiam para proporcionar às crianças um dia de Natal especial. 
             Em 1911, o Ministro da Justiça Diogo Leote propôs à escritora que fizesse um estudo da situação dos presos, principalmente das mulheres. Nessa época as prisões eram mistas e as mulheres estavam numa situação extremamente critica, tanto fisica como psicologicamente. Lutgarda denunciou as péssimas condições em que viviam os prisioneiros e os seus artigos conseguem que seja abolida a máscara nas prisões (para presos com determinadas penas) e a obrigatoriedade do silêncio, castigo medieval que infelizmente vigorou até ao 25 de Abril de 1974. Conseguiu ainda que as mulheres tivessem melhores condições higiénicas nos cárceres.
Mas a sua prioridade ia para as crianças e para a escrita. A sua obra é principalmente de poesia, que dedica a figuras famosas da época, algumas que per duraram no tempo, como Guerra Junqueiro, Branca de Gonta Colaço, Virgínia Quaresma, Maria Amália Vaz de Carvalho e Laura Chaves, entre outros. 
             Em 1923, Lutgarda de Caires, ganhou o 1° prémio nos Jogos Florais Hispano-Portugueses de Ceuta, com o soneto Florinha da Rua. A autora, ausente em França, fez-se representar pelo irmão João de Deus Guimarães, numa bela cerimónia que teve lugar no mosteiro do Carmo, na Associação dos Arqueólogos e onde uma delegação espanhola se deslocou propositadamente para fazer a entrega do prémio. 
             Durante dez anos, Lutgarda de Caires foi a impulsionadora do Natal das Crianças dos Hospitais, que hoje apenas se chama Natal dos Hospitais e que foi alargado a todas as idades. É, como sabemos, uma festa que atingiu uma dimensão jamais esperada. Depois de se popularizar, passou a ser transmitida pela rádio e depois pela televisão. Muitas dezenas de artistas colaboram gratuitamente para alegrar os doentes nessa quadra que se quer de fraternidade. Lutgarda de Caires não foi uma feminista "avant la lettre', porque, ciente do analfabetismo feminino em Portugal, achava que reivindicar o voto para as mulheres era prematuro. Primeiro a instrução pela qual se bateu denodadamente e depois sim, o voto consciente. Porém, ela terá feito com os seus artigos, em jornais como "O Século", "Diário de Notícias', 'A Capital", "Brasil-Portugal", "Ecos da Avenida", "Correio da Manhã", mais pela igualdade de oportunidades para as mulheres do que muitas feministas filiadas em organizações. Por detrás de um rosto meigo e uma postura aristocrática, Lutgarda de Caíres foi uma mulher de grande fibra, que denunciou com alguma indignação que mulheres cultas e com cursos superiores fossem excluídas de cargos públicos. Também se insurgiu contra a discriminação de que eram vítimas as mulheres por não poderem dispor dos seus bens, enquanto casadas. 
             Foram muitas as suas acções em prol dos desfavorecidos, nomeadamente aquando do terramoto de Benavente, em 1909, quando imensas famílias ficaram sem nada. 
             Deixou, além dos livros já mencionados, "Bandeira Portuguesa" (1910) defendendo a manutenção das cores azul e branca (polémica em que intervieram muitos nomes da cultura portuguesa); "Dança do Destino" (1911); "Pombas Feridas" (1914), "Sombras e Cinzas" (1916); o romance "Doutor Vampiro" (1921); "Violetas" (1922), "Cavalinho Branco" (1930) e "Palácio das Três Estrelas" (1930), entre outros. Em co-autoria com o arqueólogo e escritor, Manuel Vieira Natividade e Virgínia Vitorino escreveu a peça Inês. 
             Lutgarda de Caires traduziu ainda uma peça de teatro e escreveu o texto da ópera Vagamundo, musicada em épocas diferentes primeiro pelo compositor e maestro Rui Coelho e mais tarde por Júlia Oceana Pereira. Num dos regressos à sua terra natal escreveu estes versos:

"Tornei a ver te! Agora os meus cabelos
embranqueceram já... longe de ti. 
Foram-se há muito aspirações e anelos
mas as saudades ainda as não perdi. 

Mas volto à minha terra, tão bonita! 
Terra onde reina o sol que resplandece, 
aonde a vaga é murmurar de prece
e sinto ainda a ternura infinita. 

É que não há céu de tal 'splendor
nem rio azul tão belo e prateado
como o Guadiana, o meu rio encantado
de mansas águas, suspirando amor!" 

             O Governo português agraciou-a com as Ordens de Benemerência, pela sua dedicação às crianças e com a de Santiago da Espada. Faleceu em 1935. 
             Em 1937, foi dado o seu nome a uma rua de Vila Real de Santo António e, em 1966, foi descerrado um busto, numa praça da cidade, numa cerimónia que teve bastante eco nos jornais locais e do resto do país. A Casa do Algarve foi a principal entidade promotora da homenagem que imortaliza alguém que, acima de tudo, deixou o seu nome ligado a uma iniciativa de solidariedade que não pudemos esquecer. Mesmo que os seus versos já não sejam lidos, Lutgarda de Caires merece ser recordada neste e em todos os Natais.

Notícia retirada daqui

domingo, 29 de julho de 2018

Powerpoint sobre os Diferentes Sistemas de Classificação

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Vídeo - O Corpo Humano - Episódio 12 - Músculos e Ossos

Documento - The Atomic Bomb


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Resumo - Einzhal und mehrzhal Verben


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Powerpoint - Desmistificando a Dislexia - Pequenas Adaptações para Grandes Habilidades


Ficha de Trabalho - La chanson française


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Powerpoint - Química Orgãnica


sábado, 28 de julho de 2018

Vídeo - Episódio 6 - "Quem criou o Mundo?"

Apresentamos o 6º episódio da nova série "Minuto Youcat". Uma produção da Editora Paulus a que o Educris se associa. Um bom recurso para docentes de EMRC, alunos, catequistas e catequizandos bem como aos demais agentes de pastoral.

Vídeo - "The Economic Hitmen"

Biografia - Abílio Manuel Guerra Junqueiro

(Célebre poeta anticlerical português )
1850-1923

Célebre poeta anticlerical português nascido em Freixo-de-Espada-à-Cinta, Trás-os-Montes, Portugal, de sólida influência francesa e que obteve em suas sátiras efeitos de caricatura que intensificaram a retórica de seus versos. De família rica e severamente católica, freqüentou a Faculdade de Teologia (1866-1868) que abandonou para seguir para a Universidade de Coimbra onde se formou em Direito (1868-1873) e passou a freqüentar ambientes de intelectuais e políticos. Entrou em contato com os intelectuais do Cenáculo e colaborou na revista Lanterna Mágica (1875). Sua primeira publicação foi Mysticae nuptiae (1866), seguida de A morte de D. João (1874) e a coleção de poemas A musa em férias (1879). Foi secretário dos governos de Angra e Viana, filiou-se no Partido Progressista, monárquico, que estava na oposição (1879), elegeu-se deputado pelo círculo de Quelimane, Moçambique (1880) e representou o país em Berna. Ingressou no grupo Vencidos da Vida (1888), de que faziam parte Eça de Queirós e Oliveira Martins, e continuou a escrever até que se retirou para suas propriedades no Douro (1891), onde evoluiu para o misticismo, caracterizado pela piedade para com os humildes. Morreu em Lisboa, deixando como sua obra mais conhecida, A velhice do Padre Eterno (1875), uma sátira anticlerical de contundente humor e de aspecto caricaturista. Os romances Prosas Dispersas (1921) e Horas de Combate (1924) e obras poéticas como Duas Páginas dos Catorze Anos (1864), Vozes sem Eco (1867), Baptismo de Amor (1868), A Musa em Férias (1879), Finis Patriae (1880), Os Simples (1892), Pátria (1896), Oração ao Pão (1903), Oração à Luz (1904) e Poesias Dispersas (1920). Após a sua morte, surgiu Horas de Combate (1924), reunindo os seus discursos políticos.

Notícia retirada daqui

sexta-feira, 27 de julho de 2018

Powerpoint - Fungos


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Vídeo - O Corpo Humano - Episódio 11 - Pele

Documento - Reference: Irregular Verbs


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Resumo - La Oración


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Resumo - Erst und nur


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Powerpoint - Dislexia - Como trabalhar com o aluno


Ficha de Trabalho - Paris et ses monuments


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Powerpoint - Composição Química Celular


quinta-feira, 26 de julho de 2018

Vídeo - Episódio 5 - O que significa dizer que Jesus Cristo é ao mesmo tempo verdadeiro Deus e verdadeiro homem?


Apresentamos o 5º episódio da nova série "Minuto Youcat". Uma produção da Editora Paulus a que o Educris se associa. Um bom recurso para docentes de EMRC, alunos, catequistas e catequizandos bem como aos demais agentes de pastoral.

Vídeo - Café Filosófico: As Pontes de Madison


“Como, através de um outro, concreto, de uma amor que existe, agente pode se dirigir para um auto-conhecimento, para um amor por si próprio, para um amor de transcendência ? O amor é como uma linha mestra que nos impulsiona para a união. A união com o outro, externo e a união com o outro interno. A união com a transcendência, a união com a totalidade da nossa personalidade mais profunda, da nossa essência. Isso porque o arquétipo é virtual, para se manifestar ele precisa ter um objeto, ele precisa ter um continente. Pode ser uma imaginação, pode ser muito abstrato mas em se tratando do amor, via de regra, ele é projetado, ele é depositado numa relação com uma outra pessoa.” Os terapeutas Jungianos Maria Helena Guerra e Carlos Byington analisam o filme “As pontes de Madison” para explicar como a busca pelo amor mútuo é a tentativa humana de curar a natureza ferida pela separação do outro mas sobretudo pela separação entre aquilo que alguém aparenta ser e aquilo que se é profundamente

Vídeo - "Nós e a Economia"

quarta-feira, 25 de julho de 2018

Powerpoint - Reino dos Fungos


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Vídeo - O Corpo Humano - Episódio 10 - Glândulas e Hormonas

Documento - Using Modal Verbs to Problem Solve - Discussing a Difficult Situation


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Resumo - Espresiones


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Resumo - Relativpronomen


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Vídeo - Max Weber

Powerpoint - Dislexia


Ficha de Trabalho - Ma ville 1


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Powerpoint - Química Orgânica


terça-feira, 24 de julho de 2018

Vídeo - Episódio 4: Cremos num Deus ou em três deuses?



Apresentamos o 4º episódio da nova série "Minuto Youcat". Uma produção da Editora Paulus a que o Educris se associa. Um bom recurso para docentes de EMRC, alunos, catequistas e catequizandos bem como aos demais agentes de pastoral.

Vídeo - O Nascimento da Europa - Episódio 3


Um estranho mundo de lava e vulcões gigantes. Durante milénios ele foi esfriando para se tornar o planeta azul que conhecemos hoje e a Europa nasceu mas o continente nunca parou de evoluir e o fogo ainda o transforma até os dias de hoje. No sul da Itália e a Islândia, vulcões bombas relógio estão montados e funcionando. O mais assustador de todos é um super vulcão europeu que pode estar despertando e ameaçando com uma explosão que pode apagar a Europa do mapa.

Vídeo - Quem Somos Nós ?


O filme/documentário utiliza a animação para transmitir os avanços da ciência vêm revelando durante os últimos anos. Seqüências poderosas em cinematic exploram o funcionamento interno do cérebro humano. Uma animação de natureza peculiar nos apresenta à menor fração de consciência existente em nosso corpo, a célula. Efeitos visuais deslumbrantes reforçam a mensagem central do filme, de uma forma contundente e poderosa.
Feitas com muito humor, precisão e irreverência, estas cenas são apenas uma pequena parte daquilo que torna esse filme tão ímpar no contexto da história do cinema.

Vídeo - Grandes Economistas

Powerpoint - Conceitos Básicos de Informática


segunda-feira, 23 de julho de 2018

Powerpoint - Reino Fungi


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Vídeo - O Corpo Humano - Episódio 9 - Sistema Nervoso

Documento - Reported Speech


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Resumo - Espanhol 2


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Resumo - Gramática


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Vídeo - As Origens da Sociologia e os primeiros autores

Powerpoint - Dislexia


Ficha de Trabalho - Revisões


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Powerpoint - Química Geral


domingo, 22 de julho de 2018

Vídeo - Episódio 3: O que significa Deus é amor?


Apresentamos o 3º episódio da nova série "Minuto Youcat". Uma produção da Editora Paulus a que o Educris se associa. Um bom recurso para docentes de EMRC, alunos, catequistas e catequizandos bem como aos demais agentes de pastoral.

Vídeo - O Nascimento da Europa - Episódio 2


Europa, um antigo continente, melhor conhecido como berço da civilização ocidental. Muito dele surgiu e desapareceu numa paisagem que pouco mudou durante milênios mas o legado da história humana encobre um passado geológico de incrível inspiração, de mudança perpétua, catastrófico e violento. Nascida nos primeiros dias da Terra a Europa tem estado à mercê das forças gigantescas da mãe natureza. Forjada no fogo, contorcida pelas colisões de continentes, esculpida pela água e pelo gelo.

Vídeo - Inteligência Emocional


“Se agora, a inteligência emocional está na moda, é porque temos, durante muito tempo, reprimido esse mundo das emoções.” “Nós seres humanos, necessitamos aprender a reconhecer o que significa cada emoção, para que possamos adotar a atitude que corresponda a cada uma delas.” “Se tenho a inteligência emocional para não reprimir, para capitalizar, para aprender, com certeza que a crise (uma vez superado o momento de dor que toda crise acarreta) será um ponto de partida e não de chegada.” “Parte da inteligência emocional é aprender a linguagem entre os sexos, porque isso é um enriquecimento da vida, é prevenção de conflitos e até separações que podem ser evitadas se se conhece esse princípio da diferença na linguagem emocional entre o homem e a mulher.” “As empresas selecionam as pessoas pelas suas habilidades intelectuais e as despedem por sua falta de habilidades emocionais.”

Vídeo - "Economics"

Biografia - Bulhão Pato (Raimundo António de).


n.       3 de março de 1829.
f.        [ 24 de agosto de 1912 ].


Poeta contemporâneo, 2.º oficial da 1.ª repartição da direcção geral do Comércio e Indústria, sócio da Academia Real das Ciências.

Nasceu a 3 de março de 1829 em Bilbau, nas províncias vascongadas, e foi criado em Deusto, pequena e risonha povoação assentada sobre o rio, a uma légua da cidade. Era filho de Francisco de Bulhão Pato, poeta e fidalgo português, e de D. Maria da Piedade Brandy.

Na sua infância estava Espanha entregue aos horrores da guerra civil, deram-se os três cercos de Bilbau, e a família Bulhão Pato depois de sofrer grandes transtornos e inclemências, decidiu abandonar a casa onde vivia, e em 1837 retirou-se para Portugal. Os primeiros rudimentos de leitura, gramática, escrita e de língua francesa, aprendeu-os com seus pais. Depois de frequentar o colégio da rua do Quelhas, matriculou-se na Escola Politécnica em 1845. Desde então, contando apenas quinze anos, começou a conviver com as primeiras capacidades literárias e políticas daquela época, como Alexandre Herculano, Garrett, Andrade Corvo, Latino Coelho, Mendes Leal, Rebelo da Silva, Gomes de Amorim, Zaluar, etc.; por vezes via-se na casa de Herculano, na Ajuda, na de Garrett e na de José Estêvão, onde costumavam reunir-se os homens de letras mais notáveis. Este convívio desenvolveu-lhe ainda mais o seu estro poético, que desde criança se manifestara. Os seus versos eram tão espontâneos e tão naturais, que o consagraram verdadeiro poeta.

Publicou o seu primeiro livro em 1850, com o título de Poesias de R. A. de Bulhão Pato; em 1862 apareceu o seu segundo livro, Versos de Bulhão Pato, e em 1866 o poema Paquita. Estes livros tiveram um grande sucesso literário, Acerca da Paquita, escreveram Alexandre Herculano e Rebelo da Silva palavras muito elogiosas. Publicaram-se depois, em 1867 as Canções da Tarde; em 18 70 as Flores agrestes; em 1871 as Paisagens, em prosa; em 1873 os Cânticos e sátiras; em 1881 o Mercador de Veneza; em 1879 Hamlet, traduções das tragédias de Shakespeare, de Ruy Blas de Victor Hugo, 1881 seguindo-se outras publicações: Sátiras, Canções e Idílios; o Livro do Monte, em 1896, de que a imprensa muito se ocupou. Para o teatro, parece que escreveu apenas uma comédia em 1 acto, Amor virgem numa pecadora, que se representou no teatro de D. Maria em 1858, sendo publicada nesse mesmo ano. O sr. Bulhão Pato tem sido colaborador em diferentes jornais: Panfletos, 1858; a Semana, Revista Peninsular, Revista Contemporânea, Revista Universal, etc. Duas vezes foi convidado para deputado, mas sempre se recusou. A sua biografia encontra-se na Revista Contemporânea, 1.° vol., de 1861, a pág. 539, escrita por L. A. Rebelo da Silva, e no Ocidente, vol. XIV, de 1891, pág. 10 e seguintes, escrita pelo sr. conde de Valenças. No Ocidente de 15 de Dezembro de 1896 e números seguintes, também se encontra um artigo do sr. Zacarias de Aça acerca do Livro do Monte.

Biografia retirada daqui


Powerpoint - Como Montar uma Loja de Informática


sábado, 21 de julho de 2018

Powerpoint - Artropodes Auxiliares Comuns


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Vídeo - O Corpo Humano - Episódio 8 - Sistema Digestivo

Documento - Grammar Lesson Plan Focus on Paired Conjunctions


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Resumo - Espanhol 3


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Resumo - Conjunções


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Vídeo - A Sociologia em Portugal

Powerpoint - Dislexia



Powerpoint - Cinética Química


sexta-feira, 20 de julho de 2018

Vídeo - Episódio 2: O que tem a minha fé a ver com a Igreja?

Disponibilizamos o 2º episódio da nova série "Minuto Youcat". Uma produção da Editora Paulus a que o Educris se associa. Um bom recurso para docentes de EMRC, alunos, catequistas e catequizandos bem como aos demais agentes de pastoral.

Vídeo - O Nascimento da Europa - Episódio 1


Europa a fundição da civilização ocidental. Saturada de história desde os monumentos da Roma antiga até os castelos da Inglaterra. Mas os últimos 200 milhões de anos da Europa indicam um passado violento. A terra sob nós está se movendo com consequências cataclísmicas, continentes separados em erupções explosivas vão de encontro formando vastas cadeias de montanhas e sacodem a paisagem em terremotos. Nenhuma força tem um papel maior na formação da Europa do que o próprio movimento da Terra quando os continentes colidem.

Conteúdo - Geométricas


Vídeo - A Educação Proibida


“Se estimula muito as crianças a competirem entre elas. Os melhores alunos tem reconhecimento, tem prémios. Aquelas crianças que não se saem bem nos exames são chamadas à atenção. Em muitos casos nem sequer são levadas em conta. Todo mundo fala de paz, mas ninguém educa para a paz. As pessoas educam para a competição e a competição é o princípio de qualquer guerra.” “O que faz com que o estudante fracasse na escola ?  Não é o estudante quem fracassa, é o sistema que está mal planejado. É que as reformas educacionais atuais, em voga em muitas partes, estão mal enfocadas.” “As escolas e os colégios da América Latina não são mais do que espaços de tédio e aborrecimento. Eu sempre os convido a passar pelos colégios para que vejamos uma caricatura que tem que acabar. É um professor em frente a um quadro negro ditando aulas, em pleno século 21, isso não tem sentido.”

Ficha de Trabalho - Les Articles Partitifs


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Biografia - Irene do Céu Vieira Lisboa


Escritora e pedagoga portuguesa, nascida no Casal da Murzinheira, concelho de Arruda dos Vinhos) Teve uma infância sem pobreza. Foi educada no Convento do Sacramento, que não lhe agradou. Estudou em Lisboa no Colégio Inglês até aos treze anos. Frequentou o Liceu D. Maria Pia, onde conheceu a sua amiga e companheira Ilda Moreira. Com o curso do Magistério Primário, começou a leccionar. “O seu destino literário é, entre os destinos literários infelizes, um dos mais marcados pelo infortúnio e pela injustiça”. Escritora de primeiríssima água, como reconheceram José Rodrigues Migueis, Gomes Ferreira, João Gaspar Simões. Publicou aos 20 anos no jornal Educação Feminina os primeiros versos. "Irene Lisboa exerceu a profissão na capital até ao momento em que, juntamente com a sua colega e amiga Ilda Moreira, aceita o desafio de reger classes de ensino infantil criadas nas escolas oficiais. Parte para Genebra, mercê de uma bolsa do Instituto de Alta Cultura, especializando em Pedagogia. Deixou uma obra que se estende por contos, crónicas, poemas, artigos sobre educação e ensino. Foi uma narradora insuperável do quotidiano. Usou o pseudónimo de João Falco, Manuel Soares e Maria Moira. Por motivos políticos foi afastada do ensino aos 48 anos. Os mais conhecidos sucessos desta autora foram «Um Dia e Outro Dia», 1936; «Esta Cidade!», 1942; «Uma Mão Cheia de Nada e Outra de Coisa Nenhuma», 1955 e «Voltar Atrás Para Quê?», 1956. Deixou obra vasta na área da pedagogia.

Biografia retirada daqui

Powerpoint - Informática Básica - Introdução à informática e Windows 7 - Inclusão Digital


quinta-feira, 19 de julho de 2018

Powerpoint - Reino Fungi


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Vídeo - O Corpo Humano - Episódio 7 - Sistema Respiratório

Vídeo - O Corpo Humano - Episódio 6 - Sistema Cardiovascular

Powerpoint - Brincadeiras Dislexia, Disortografia, Disgrafia e Discalculia


Powerpoint - Energia Química


quarta-feira, 18 de julho de 2018

Vídeo - Episódio 1: O que é a Fé?

Apresentamos o 1º episódio da nova série "Minuto Youcat". Uma produção da Editora Paulus a que o Educris se associa. Um bom recurso para docentes de EMRC, alunos, catequistas e catequizandos bem como aos demais agentes de pastoral.

Vídeo - Se Não Existisse a Lua


Marte, o planeta vermelho está em perigo. Alguma coisa está perturbando a sua órbita, Marte está fora de controle e está sendo arrastado em direção ao Sol. O problema é que sua trajetória coloca o planeta vermelho em curso de colisão com a Terra. Ficção talvez mas não se engane, a possibilidade de um impacto como essa já foi uma grande ameaça para a Terra mas acabamos tendo sorte. É uma questão simples mas apenas recentemente os cientistas começaram a discutir o que aconteceria se não existisse a lua.

Documento - "Biodégradation et développement durable"


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Conteúdo - O sentido da vida e a filosofia


A discussão sobre o sentido da vida é grande mas a filosofia pode ajudar a encontrar uma resposta, com um método próprio, questionando criteriosamente os argumentos que dão ou retiram propósito aos nosso dias.
Há quem, como Shakespeare, defenda que a vida não tem sentido. Mas a busca pelo conhecimento ou por uma vida eticamente responsável mostram que há coisas que valem a pena e podem dar conteúdo à existência.

É precisamente o tema deste excerto de programa, em que se reflete sobre o contributo da filosofia para a compreensão do que é o sentido da vida.

Janelas da Filosofia é uma rubrica da Antena 2 baseada no livro com o mesmo nome, de Desidério Murcho e Aires Almeida (Gradiva 2014). Os autores, que anteriormente tinham produzido manuais destinados aos 10.º e 11.º anos, falam sobre vários temas centrais da filosofia, como  a ética, a liberdade, ou o que é o conhecimento.

Conteúdo - Aprender e Descobrir - Museus e Escolas


Conteúdo - Como fazer uma Sarronca-Râ


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Vídeo - O Jeet Kune Do de Bruce Lee


Quando Bruce Lee morreu em 1973, deixou para trás um legado inquestionável em seus filmes. Mas além de seus filmes há um outro legado, a sua arte marcial, o Jeet Kune Do. Este não é um filme sobre Bruce Lee, é o primeiro filme de treinamento e aprendizagem de Jeet Kune Do com o próprio Bruce Lee. Para produzir esse filme tivemos a completa cooperação da equipe de Bruce Lee, permitindo que o mostrássemos pela primeira vez com seus filmes e vídeos particulares de treinamento, assim como suas últimas gravações e anotações de treinamentos e pesquisas. O filme é narrado por Bruce Lee com algumas inserções adicionais de seu filho, Brandon Lee e de Dan Inosanto, o homem escolhido por Bruce para continuar o seu Jeet Kune Do.

Powerpoint - Informática na Educação


terça-feira, 17 de julho de 2018

A diversidade de formas de vida e a sua classificação

As primeiras tentativas de organizar o mundo vivo, categorizando-o, deram-se na Antiguidade. As Ciências que se constituíram com este objectivo são actualmente ferramentas indispensáveis para compreender o equilíbrio da Biosfera.

Desde há mais de 3000 milhões de anos atrás, quando surgiram as primeiras formas de vida sobre a Terra, até aos dias de hoje, o número de espécies de seres vivos tem vindo a aumentar. Este processo, designado por especiação, tem sido, no entanto, acompanhado por diversos períodos de extinções maciças. Calcula-se, por exemplo, que no Ordovício se tenham extinguido 50% das espécies animais que existiam até então, no Devónico 30%, no Pérmico 50% e no Triássico 35%. No entanto, durante os intervalos de milhões de anos entre cada vaga de extinções, o aparecimento de novas espécies foi-se dando a um ritmo superior ao dos desaparecimentos, sendo esta a razão para que o número máximo de espécies, alguma vez existente sobre a Terra, tenha sido atingido na nossa era, há apenas 30 000 anos. Desde então, esse número tem vindo a decrescer a um ritmo inversamente proporcional ao do aumento da população humana.

De todos os seres vivos que constituem actualmente a biosfera, já foram identificadas cerca de 1 413 000 espécies. Estas incluem: 1 032 000 espécies de animais, das quais apenas 10% são vertebrados, 248 500 espécies de plantas, 69 000 de fungos e 26 000 de algas. Apesar destes números serem muito elevados, é de esperar que o número real de espécies se possa situar entre os 5 e os 10 milhões ou, de acordo com alguns autores, até entre os 30 e os 150 milhões de espécies, pois grande parte da biodiversidade ainda não é conhecida. Mesmo assim calcula-se, por exemplo, que o número de espécies de plantas e animais vivas represente apenas cerca de 1% de todas as espécies que já existiram.

Se alguns grupos, como os vertebrados ou as plantas, são bastante estudados, outros, como as bactérias ou os fungos, permanecem bastante desconhecidos. Crê-se, por exemplo, que para além das 4 800 espécies de bactérias já descritas, possam existir ainda 1 000 000 espécies por descrever.

Estas divisões entre categorias de seres vivos resultam do trabalho de uma ciência designada por Taxonomia. Uma das primeiras pessoas a fazer uma tentativa para classificar e organizar os seres vivos em diferentes categorias foi Aristóteles. Apesar de não se ter baseado nos mesmos critérios que hoje utilizamos, Aristóteles idealizou uma organização que, tal como a que actualmente vigora, partia do geral para o particular, associando os organismos em grupos cada vez mais restritos. A visão de Aristóteles perdurou por quase 15 séculos, até serem realizadas novas tentativas para solucionar o problema. Isto aconteceu quando, como complemento da Medicina, foram desenvolvidos diversos estudos no domínio da Botânica, (que propiciaram o desenvolvimento da Taxonomia. Nessa sequência viria, por exemplo, a ser proposta, em 1703, uma divisão dentro das Angiospérmicas, que actualmente corresponde a duas subclasses, as Dicotiledóneas e as Monocotiledóneas.

Em 1758, o pai da Nomenclatura moderna, Carolus Linnaeus, propõe finalmente a nomenclatura binominal. Apesar do contributo de Linnaeus ter sido fundamental, ele era um fixista, pois achava que o número de espécies era constante e imutável. No entanto, o rigor da sua classificação era fundamentalmente superior ao de Aristóteles, porque levava em consideração um maior número de características, na organização dos grupos de seres vivos. Fruto do seu rigor, Linnaeus chegou indirectamente a grupos evolutivamente coesos.

A par dos desenvolvimentos das teorias da evolução, e como resposta a avanços técnicos, como o aparecimento do microscópio, foi necessário abandonar um modelo de dois Reinos: Animal e Vegetal. Em 1866, Haeckel propõe um sistema de classificação com três Reinos: Animal, Vegetal e Protista, que serviria para agrupar os animais primitivos. Já no século XX, Copeland proporia a separação dos Protistas sem núcleo individualizado num novo Reino: Monera. Finalmente, em 1969, Whittaker elabora o modelo actualmente mais aceite, que reconhece a existência de cinco Reinos: Monera, Protista, Fungos, Plantas e Animais.

A Taxonomia moderna, ao contrário da clássica, que se limitava a agrupar os organismos em função de características comuns, frequentemente resultantes de evolução convergente (como agrupar os peixes com os cetáceos, porque ambos nadam), passou, a partir do desenvolvimento das teorias da evolução, a recorrer à leitura dessas características para construir árvores filogenéticas. Desta forma, a arrumação dos seres vivos (ciência da Sistemática) passou a obedecer a uma lógica de proximidade evolutiva entre os membros de um determinado grupo. Em ambos os casos, a identificação dos organismos e das suas características são o primeiro passo para os rotular de acordo com uma categoria já existente, ou para criar uma nova. O constante desenvolvimento de métodos de diagnóstico, como a comparação genética de diferentes organismos, obriga a permanentes revisões das classificações anteriormente efectuadas. A Sistemática é, por isso, forçosamente dinâmica, e deve ser concebida como uma abstracção, ou uma esquematização de um processo contínuo e extremamente complexo. O próprio conceito de espécies é bastante ambíguo e seria seguramente possível dividir todos os seres vivos de acordo com outros critérios, e noutros grupos, não se chegando forçosamente a um resultado incorrecto.

De qualquer das formas, a Taxonomia e a Sistemática têm conseguido responder, por um lado, à necessidade de estabelecer e esquematizar as relações de proximidade e distanciamento entre todos os organismos e, por outro lado, têm sido uma ferramenta imprescindível para a identificação das espécies e para a homogeneização da nomenclatura.

De acordo com o sistema de classificação proposto por Whittaker, todos os seres vivos conhecidos estão dispostos numa árvore filogenética, que está compartimentada em cinco grandes grupos, os Reinos. Por sua vez, cada Reino está subdividido em grupos ou Taxa sucessivamente mais restritos: Filo, Classe, Ordem, Família, Género e Espécie. Cada uma destas categorias pode ainda ser subdividida noutras mais restritas. O Homem é, por exemplo, um animal, cordado, mamífero, primata e hominídeo.

Apesar da diversidade de formas de vida ser imensa, frequentemente focamos a nossa atenção sobre grupos razoavelmente restritos de organismos. As Plantas e os Animais são claramente os Reinos a que temos dedicado maior atenção. Mesmo assim, se pensarmos que 90% das espécies animais são invertebrados, rapidamente percebemos que tendemos a prestar desproporcionadamente maior atenção aos vertebrados que nos estão mais próximos. Mesmo numa perspectiva conservacionista, tendemos por vezes a menosprezar Reinos inteiros. É seguramente mais difícil compreender a importância de investimentos avultados para preservar um microorganismo, do que um animal felpudo, de aparência enternecedora, como o Panda. Não obstante a importância da conservação do Panda, nos tempos que correm, é um desafio reflectir sobre a riqueza do património biológico como um todo, em que nada fique para trás.

Na realidade, os esforços de conservação concentram-se nas espécies mais mediáticas, enquanto os restantes organismos são menosprezados. Entre estes últimos estão aqueles que pertencem ao Reino Monera, como as Bactérias ou as Algas azuis . Algumas Bactérias são responsáveis por graves doenças, como a cólera, e presentemente discute-se a legitimidade de exterminar da face da Terra seres como estes. Também entre os unicelulares Protistas podemos encontrar os responsáveis por diversas patologias, como a doença do sono ou a malária, e o dilema ético do seu eventual extermínio também se coloca. Os Fungos foram os últimos seres a surgir sobre a Terra, e entre eles podemos encontrar formas tão distintas quanto o bolor, os cogumelos ou as leveduras. Alguns deles são prejudiciais ao Homem e outros são muito úteis, tal como o que produz a penicilina.

O conhecimento de todas as formas de vida que colonizam a Terra é uma tarefa interminável, mas a percepção da riqueza e da importância do equilíbrio da biosfera, são uma razão de peso para que se continue a investir no aprofundar dos conhecimentos nesta área. Num universo tão vasto, são necessárias regras que padronizem a identificação, a classificação e a nomenclatura biológica, mas actualmente existe um reconhecido défice de taxonomistas, provavelmente porque nos dias que correm se estejam a preterir as ciências descritivas em favor das analíticas.

Alexandre Vaz

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segunda-feira, 16 de julho de 2018

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Resumo - Conjugações


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Conteúdo - O que é o conhecimento?


Esta é uma das grandes questões da filosofia e que, desde Platão, inquieta os filósofos. Foi este que, no diálogo Teeteto, apresentou uma primeira definição: "...a opinião certa aliada ao conhecimento da diferença".
Desidério Murcho e Aires Almeida dão continuidade à tradição filosófica e resumem, neste programa,  as suas reflexões sobre o que é conhecer:
-é uma relação entre alguém que quer conhecer e o alvo desse conhecimento;
-é uma crença, justificada, de um sujeito sobre uma coisa, que deve ser real e verdadeira.

Janelas da Filosofia é uma rubrica da Antena 2 baseada no livro com o mesmo nome, de Desidério Murcho e Aires Almeida (Gradiva 2014). Os autores, que anteriormente tinham produzido manuais destinados aos 10.º e 11.º anos, falam sobre vários temas centrais da filosofia, como  a ética, a liberdade, o sentido da vida ou o que é o conhecimento.

Conteúdo - Vamos ler Imagens ...


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