sexta-feira, 31 de agosto de 2018

Resumo - La Seconde Guerre Mondiale


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Vídeo - Aprender música desenvolve a inteligência

Vídeo - Dartacão

Vídeo - Panda Tao Tao

Vídeo - Eu perdi o Dó da minha Viola...

Vídeo - Boa Noite Crianças

Vídeo - Boa Noite Meninos

Vídeo - Vitinho

Vídeo - Vitinho 1994

Vídeo - São horas, meninos

Francês - Le catalogue des outils pédagogiques édités par le réseau


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Francês - Langue française et francophoni


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Documento sobre "Comment l’opinion publique,et celle des jeunes est manipulée"


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Francês - L'entretien D'embauche


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Francês - Entretien à l´embauche


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Documento sobre "Entretien à l´embauche"


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Vídeo - Minuto 17 - Pode a Igreja perdoar realmente os pecados?

Vídeo - Minuto 18 - Por que motivo foi condenado à morte de cruz um homem de paz como Jesus

Vídeo - Minuto 19 - Existem provas da ressurreição de Jesus?

Vídeo - Episódio 13 - "Que missão têm os bispos?"

Vídeo - Episódio 14 - "O que é o pecado?"

Vídeo - Episódio 15 - "O que é o purgatório?"

Vídeo - Episódio 16 - A oração é um monólogo?

Beleza Selvagem


O seu melhor amigo ...


Pedido dos Animais


Coincidências ... Será???


Vamos ver os ninhos?





O Corpo humano-translúcido


quarta-feira, 29 de agosto de 2018

terça-feira, 28 de agosto de 2018

Lista - Plantas de Sombra



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Resumo - Morfologia da Planta - Caule


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Lista - Plantas por nome cientifico e por família


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Lista - Plantas para Margens Rípicolas


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Resumo - Morfologia da Planta - Flor


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Resumo - Morfologia da Planta - Folha


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Resumo - Morfologia da Planta - Raíz

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Resumo - Morfologia e Fisiologia Vegetal


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Resumo - Polinização e Fecundação

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Resumo - Morfologia da Planta - Fruto


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Documento - Forma das Folhas


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Vídeo - Episódio 12 - "Porque razão a Igreja é Santa"


Apresentamos o 12º episódio da série Minuto Youcat. Uma produção da Editora Paulus a que o Educris se associa. Um bom recurso para docentes de EMRC, alunos, catequistas e catequizandos bem como aos demais agentes de pastoral.

Vídeo - Episódio 11 - "Não é «chocante» chamar mãe de Deus a Maria?"


Apresentamos o 11º episódio da série Minuto Youcat. Uma produção da Editora Paulus a que o Educris se associa. Um bom recurso para docentes de EMRC, alunos, catequistas e catequizandos bem como aos demais agentes de pastoral.

Vídeo - Episódio 8 - O que significa dizer que o ser humano foi criado à imagem de Deus?

Apresentamos o 8º episódio da nova série Minuto Youcat. Uma produção da Editora Paulus a que o Educris se associa. Um bom recurso para docentes de EMRC, alunos, catequistas e catequizandos bem como aos demais agentes de pastoral.

Vídeo - Episódio 9 - "Para que criou Deus o Ser Humano?"

Apresentamos o 9º episódio da série Minuto Youcat. Uma produção da Editora Paulus a que o Educris se associa. Um bom recurso para docentes de EMRC, alunos, catequistas e catequizandos bem como aos demais agentes de pastoral.

Vídeo - Episódio 10 - "Jesus operou mesmo milagres ou lendas?"


Apresentamos o 10º episódio da série Minuto Youcat. Uma produção da Editora Paulus a que o Educris se associa. Um bom recurso para docentes de EMRC, alunos, catequistas e catequizandos bem como aos demais agentes de pastoral.

Vídeo - Episódio 7 - "Se Deus tudo sabe e tudo pode, porque não evita o mal?"



Apresentamos o 7º episódio da nova série "Minuto Youcat". Uma produção da Editora Paulus a que o Educris se associa. Um bom recurso para docentes de EMRC, alunos, catequistas e catequizandos bem como aos demais agentes de pastoral.

Vídeo - Beethoven: Piano

Vídeo - Chopin: Nocturno

Vídeo - Bach-Gounod, Ave Maria

Vídeo - Debussy, Clair de lune

Vídeo - Mozart, piano e orquestra

Vídeo - Está na Hora da Caminha

Vídeo - Aprender inglês e espanhol com música

Francês - Documento sobre "Pourquoi ce changement climatique ?"


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Francês - Documento sobre "Les réponses de Jean-François Kahn"


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Francês - Documento sobre "Le baromètre de l’opinion peut-il mener la politique ?"


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Francês - Documento sobre "Les 10 grands groupes Français leaders dans leur domaine d´activité"


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Francês - Documento sobre "Etiquette et savoir vivre"


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Francês - Documento sobre "Ressentir le climat"


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domingo, 26 de agosto de 2018

Vídeo - As Guerras Napoleónicas - Parte 2

Vídeo - As Guerras Napoleónicas - Parte 1

Vídeo - "Países" Não Reconhecidos

Vídeo - A Guerra Universal Alternativa

Vídeo - A Guerra Fria - Parte 2

Vídeo - A Guerra do Paraguai

Vídeo - As Fronteiras mais Complexas e Estranhas do Mundo - Parte 2

Vídeo - A Revolução Francesa - Parte 2

Vídeo - A Revolução Francesa - Parte 1

Vídeo - A História de Portugal - Parte 2

Vídeo - A Revolução Russa e suas Consequências

Vídeo - Países Alternativos

Vídeo - A Guerra Fria - Parte 1

Vídeo - A Trégua de Natal 1914

Biografia - Maria Fernanda Teles de Castro e Quadros Ferro


Romancista, poeta e conferencista portuguesa, conhecida pelo seu nome de solteira, com vasta e diversificada obra, escreveu poesia, literatura infantil, romance e memórias. Filha de um oficial da Marinha ficou órfã de mãe aos doze anos. Estudou em Portimão, Figueira da Foz e Lisboa, tendo frequentado, nesta cidade, os Liceus D. Maria Pia e Passos Manuel. Começou por escrever livros infantis com sucesso nomeadamente "Mariazinha em África", 1926; "A Princesa dos Sete Castelos" e "As Novas Aventuras de Mariazinha", 1935. Conheceu África que transmitiu com talento nos seus livros. Casada com António Ferro, jornalista e homem forte do regime de Salazar, promoveu a cultura no país e estrangeiro em importantes exposições. Criou e desenvolveu, nos anos trinta, a Associação Nacional dos Parques Infantis, dadas as suas excelentes relações com as mais altas instâncias governamentais. A sua poesia é francamente inspirada e está de novo a ser divulgada. Destacam-se "Asa no Espaço", 1955; "Poesia I e II", 1969, "Urgente", 1989. David Mourão-Ferreira elogia vivamente a sensualidade feminina dessa poesia. Fernanda de Castro recebeu, em 1969 o Prémio Nacional de Poesia e recebera em 1945 o Prémio Ricardo Malheiros pelo romance "Maria da Lua". Escreveu até praticamente ao fim da vida, embora nos últimos anos a doença a retivesse na cama. Foi avó da escritora Rita Ferro. Escreveu “Ao Fim da Memória: Memórias (1906-1986)”, 1986.

Notícia retirada daqui

sexta-feira, 24 de agosto de 2018

Vídeo - O que é a ginástica acrobática?


As artes circenses deram origem e popularidade à ginástica acrobática. Na vertente desportiva é uma modalidade de grande exigência física e técnica, com a particularidade de exigir também aos seus praticantes uma boa expressão artística e ritmo musical.
Esta modalidade não olímpica é praticada ao som de música, em pares (femininos, masculinos ou mistos) e grupos de ginastas. Estes podem ter idades e estaturas diferentes, dividindo-se entre bases e volantes.  Os bases são normalmente mais velhos, altos e fortes e servem de apoio aos volantes, com uma estrutura física mais leve.

Este conteúdo é cedido ao Ensina RTP pelo Comité Olímpico de Portugal.

Vídeo - O que é a canoagem de velocidade?


A canoagem é uma das modalidades olímpicas com maior tradição em portugal. Na especialidade de velocidade tem duas disciplinas: regatas em linha e provas de fundo.
As regatas em linha são disputadas em pistas de águas lisas com distâncias de duzentos, quinhentos e mil metros. Nestas provas são utilizados dois tipos de embarcação, canoa e kayak, com um, dois e quatro lugares.

As provas de fundo realizam-se em rios ou lagos, também de águas lisas, mas têm distâncias que variam entre os dois mil e os cinco mil metros, percorridos em circuitos sinalizados por bóias. As embarcações utilizadas são as mesmas que participam nas regatas em linha.

Este conteúdo é cedido ao Portal Ensina da RTP, pelo Comité Olímpico de Portugal.

Vídeo - O que é o pentatlo moderno?


Cinco modalidades diferentes constituem esta prova para super atletas: esgrima, natação, equitação, tiro e corrida são as disciplinas deste desporto olímpico que obriga os seus praticantes a superarem os seus limites durante um único dia de prova.
Os pentatletas, quer homens, quer mulheres, têm de desenvolver força, resistência, reflexos rápidos e concentração para responderem à exigência desta modalidade cuja origem remonta ao período clássico. Na Grécia antiga, competia-se com o lançamento do disco e do dardo, o salto em comprimento, a corrida e luta livre.

Acredita-se que Pierre de Coubertain introduziu o pentatlo nos Jogos Olímpicos modernos, inspirado na lenda de um guerreiro que, para completar uma missão difícil, recorreu a todas as disciplinas que hoje fazem parte do Pentatlo Moderno.

Este conteúdo é cedido ao Ensina RTP pelo Comité Olímpico de Portugal.

Vídeo - Agostinho da Silva entrevistado por Maria Elisa


O pensamento original e polémico do Professor Agostinho da Silva vagueia nesta entrevista conduzida pela jornalista Maria Elisa. Se algumas das respostas são polémicas, diz também o filósofo que a imaginação está sempre do lado de quem pergunta.
A educação, o individuo e o mundo competitivo, são o ponto de partida para esta conversa vadia. Segundo Agostinho da Silva, o ensino é uma espécie de vida militar; aprendem-se coisas dispensáveis, como ortografia, aritmética, cerimónias e o que realmente se devia permitir é que as pessoas fizessem poesia porque toda a gente nasce de alguma maneira poeta, inventor de qualquer coisa que ainda não há no mundo e é essa imaginação que deve ser libertada.

Vídeo - Crianças do conservatório apresentam a ópera "Brundibár"


Cento e vinte crianças da escola de música do Conservatório Nacional encenaram a ópera "Brundibár", representada pela primeira vez no Campo de Concentração de Theresienstadt, em 1944.
A ópera “Brundibár”, criada pelo compositor judeu Hans Krása e com libreto de Adolf Hoffmeister, foi escrita em 1938, mas só seria representada seis anos mais tarde no campo de concentração modelo de Theresienstadt, perante uma comissão da Cruz Vermelha que quis perceber em que condições  viviam os judeus nos campos de concentração.

Os nazis restauraram o campo e deram condições mínimas ao espaço para que ficasse uma imagem positiva. A peça seria ainda filmada por uma equipa das SS e foi utilizada numa pelicula de propaganda. Pouco depois, intérpretes e outros participantes no espectáculo foram enviados para o campo de concentração de Auschwitz, onde grande número deles foram mortos.

A ópera conta a história de duas crianças sem pai e com a mãe doente. Para ganharem algum dinheiro decidem cantar no mercado, mas são perseguidas por um vilão – Brundibár – por muitos visto como a encarnação de Hitler. Com a ajuda de um pardal, um gato, um cão e outras crianças conseguem expulsar o vilão e cantar no mercado.

Nesta reportagem assistimos ao ensaio da ópera, que foi a palco no Teatro de São Carlos, e às declarações de Bruno Cochat, encenador e professor do Conservatório, e de Adriano Jordão, administrador do Teatro Nacional de São Carlos.

Vídeo - A melodia dos números


As crianças que aprendem música desenvolvem melhor as capacidades para as disciplinas matemáticas, nomeadamente a Geometria, de acordo com uma investigação académica feita em Portugal.
Para a sua tese de doutoramento em psicologia da música, o professor de acústica Carlos dos Santos Luiz descobriu que as crianças de aprendem música têm muito mais facilidade em compreender e assimilar problemas matemáticos, acima de tudo na área da geometria.

A investigação demonstra que, quanto mais os anos a estudar as pautas e a tocar um instrumento musical, melhores eram as notas escolares na disciplina de matemática.

Nesta entrevista à jornalista Ana Paula Gomes, da RDP África, Carlos dos Santos Luiz explica que mesmo o desempenho escolar noutras disciplinas escolares se revelou superior ao de colegas que não tiveram qualquer aprendizagem musical.

Vídeo - Casa-Museu Medeiros e Almeida


Esta casa guarda o tesouro de um empresário português colecionador de arte. Mais de 3000 peças espalhadas por 25 salas contam histórias de outras épocas. Mobiliário, pintura, escultura e uma das maiores coleções de relógios do mundo para ver em Lisboa.

Vídeo - O Palácio da Ajuda


Este paço serviu de cenário a momentos importantes da história de Portugal. Aqui viveu a família real, D. Miguel foi aclamado rei e D. Pedro jurou a Carta Constitucional. O edifício preserva o luxo desses tempos e guarda importantes coleções de arte.

Documento - "Petit lexique de termes médicaux"


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Biografia - Florbela Espanca

Poetisa portuguesa, natural de Vila Viçosa (Alentejo). Nasceu filha ilegítima de João Maria Espanca e de Antónia da Conceição Lobo, criada de servir (como se dizia na época), que morreu com apenas 29 anos, “de uma doença que ninguém entendeu”, mas que veio designada na certidão de óbito como nevrose. Registada como filha de pai incógnito, foi todavia educada pelo pai e pela madrasta, Maria Espanca, em Vila Viçosa, tal como seu irmão de sangue, Apeles Espanca, nascido em 1897 e registado da mesma maneira e registado da mesma maneira. Note-se como curiosidade que o pai, que sempre a acompanhou, só 19 anos após a morte da poetisa, por altura da inauguração do seu busto, em Évora e por insistência de um grupo de florbelianos, a perfilhou. Estudou no liceu de Évora, mas só depois do seu casamento (1913) com Alberto Moutinho concluiu em 1917, a secção de Letras do Curso dos Liceus. Em Outubro desse mesmo ano matriculou-se na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, que passou a frequentar. Na capital, contactou com outros poetas da época e com o grupo de mulheres escritoras que então procurava impor-se. Colaborou em jornais e revistas, entre os quais o Portugal Feminino. Em 1919, quando frequentava o terceiro ano de Direito, publicou a sua primeira obra poética, Livro de Mágoas. Em 1921, divorciou-se de Alberto Moutinho, de quem vivia separada havia alguns anos e voltou a casar, no Porto, com o oficial de artilharia António Guimarães. Nesse ano também o seu pai se divorciou, para casar, no ano seguinte, com Henrique Almeida. Em 1923, publicou o Livro de Sóror Saudade. Em 1925, Florbela casou-se, pela terceira vez, com o médico Mário Lage, em Matosinhos. Os casamentos falhados, assim como as desilusões amorosas, em geral, e a morte do irmão, Apeles Espanca (a quem a Florbela estava ligada por fortes laços afectivos), num acidente com o avião que tripulava sobre o rio Tejo, em 1927, marcaram profundamente a sua vida e obra. Em Dezembro de 1930, agravados os problemas de saúde, sobretudo de ordem psicológica, Florbela morreu em Matosinhos, tendo sido apresentada como causa da morte, oficialmente um “edema pulmunar”. Postumamente foram publicados as obras Charneca em Flor (1930), Cartas de Florbela Espanca, por Guido Battelli (1930), Juvenília (1930)As Máscaras do Destino (1931, contos), Cartas de Florbela Espanca, por Azinhal Botelho e José Emídio Amaro (1949) e Dário do Último Ano Seguido de um Poema sem Título, com prefácio de Natália Correia (1981). O livro de contos Dominó Preto ou Dominó Negro, várias vezes anunciados (1931, 1967), seria publicado em 1982. A poesia de Florbela caracteriza-se pela recorrência dos temas do sofrimento, da solidão, do desencanto, aliados a uma imensa ternura e a um desejo de felicidade e plenitude que só poderão ser alcançados no absoluto, no infinito. A veemência passional da sua linguagem, marcadamente pessoal, centrada nas suas próprias frustrações e anseios, é de um sensualismo muitas vezes erótico. Simultaneamente, a paisagem da charneca alentejana está presente em muitas das suas imagens e poemas, transbordando a convulsão interior da poetisa para a natureza. Florbela Espanca não se ligou claramente a qualquer movimento literário. Está mais perto do neo-romantismo e de certos poetas de fim de século, portugueses e estrangeiros, que da revolução dos modernistas, a que foi alheia. Pelo carácter confessional, sentimental, da sua poesia, segue a linha de António Nobre, facto reconhecido pela poetisa. Por outro lado, a técnica do soneto, que a celebrizou, é, sobretudo, influência de Antero de Quental e, mais longinquamente, de Camões. Poetisa de excessos, cultivou exacerbadamente a paixão, com voz marcadamente feminina (em que alguns encontram dom-joanismo no feminino). A sua poesia, mesmo pecando por vezes por algum convencionalismo, tem suscitado interesse contínuo de leitores e investigadores. É tida como a grande figura feminina das primeiras décadas da literatura portuguesa do século XX. 

quinta-feira, 23 de agosto de 2018

Manual - Auto-conceito de crianças institucionalizadas e auto-conceito de crianças não institucionalizadas


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Vídeo - As Fronteiras mais Estranhas e Complexas do Mundo

Vídeo - A História de Portugal - Parte 1

Vídeo - A Independência da Catalunha - Possível Novo País

Vídeo - A Guerra do Afeganistão 1979

Vídeo - A Guerra do Vietname

Powerpoint - German Nazism


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quarta-feira, 22 de agosto de 2018

Vídeo - A Crise dos Mísseis de Cuba

Vídeo - A Guerra da Coreia

Vídeo - A Terceira Guerra Mundial Alternativa

Vídeo - E se a África se Unisse e Formasse um País

Vídeo - A Evolução da Terra (Continentes Antigos)

Vídeo - Países Alternativos - Parte 3

Vídeo - A História do Brasil

Vídeo - A Segunda Guerra Mundial - Parte 2/2

Vídeo - E se o Nordeste Fosse Colonizado pela Holanda

Vídeo - 3 Heróis Brasileiros

Vídeo - Introdução à economia 1 - Princípios da economia

Documento - "Les médias: manipulateurs ou manipulés?"


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terça-feira, 21 de agosto de 2018

Manual - A Pobreza e a Exclusão Social:Teorias, Conceitos e Políticas Sociais em Portugal


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Powerpoint - Words "r" us


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Vídeo - 10 Países Mais Seguros em uma 3° Guerra Mundial

Vídeo - Os 10 Animais mais Estranhos do Mundo

Vídeo - As Maiores Coisas do Mundo

Vídeo - Os 10 Maiores Animais que já Existiram

Vídeo - A Ascensão da Alemanha Nazista

Vídeo - Países Alternativos - Parte 2

Vídeo - E se a Europa se Unisse e Formasse um País

Vídeo - A Primeira Guerra Mundial em 5 Minutos

Vídeo - E se o Brasil Ainda Fosse uma Monarquia

Vídeo - Evolução do Território Brasileiro

Vídeo - 17 Países Alternativos - Especial

Vídeo - E se o Brasil voltasse a ser uma Monarquia?

Vídeo - O Mapa Do Mundo Que Você Conhece Está Errado

Vídeo - Países que Podem Surgir nos Próximos Anos - Parte 2

Vídeo - E se a América do Sul se Unisse e Formasse um País

Vídeo - Países que Podem Surgir nos Próximos Anos

Vídeo - Movimentos Separatistas no Brasil - Países que podem Surgir

Vídeo - Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian



A Fundação que promove e dinamiza a cultura e a ciência em Portugal e no mundo, nasceu da vontade de Calouste Gulbenkian, em 1956. Nos anos 80, o projeto cresceu com o CAM, o centro onde está reunida a maior coleção de arte portuguesa do século XX.

Vídeo - Casa-Museu Anastácio Gonçalves



Neste museu há pintura portuguesa, raras porcelanas da China, mobiliário de outros séculos. São duas mil obras colecionadas pelo Dr. Anastácio Gonçalves que habitam a casa mandada construir pelo pintor Malhoa em 1904. O edifício recebeu o Prémio Valmor.

Vídeo - Museu do Chiado



Tem 100 anos e começou por se chamar Museu Nacional de Arte Contemporânea.Os pintores Carlos Reis, Columbano e Adriano de Sousa Lopes foram os primeiros diretores deste espaço na zona histórica de Lisboa, onde está uma mostra selecionada de arte portuguesa

Vídeo - Museu Nacional de Arte Antiga



Desde 1884 que o Museu está instalado no antigo Palácio Alvor, em Lisboa. O espaço aloja uma das mais importantes coleções portuguesas. Pintura, escultura, desenho e artes decorativas constituem um acervo de milhares de peças a partir do século XII.

Vídeo - Museu Grão Vasco



Fundado em 1916, este museu alberga verdadeiros tesouros nacionais. A coleção principal é constituída por um importante conjunto de pinturas de retábulo de Vasco Fernandes, o pintor renascentista que dá o nome a este espaço no centro histórico de Viseu.


Vídeo - Museu do Fado



Das tabernas aos circuitos internacionais da World Music, o fado é dos fadistas, dos guitarristas e dos poetas. Neste museu conhecemos a história da canção que nasceu em Lisboa no século XIX, símbolo nacional e Património Imaterial da Humanidade.

Vídeo - Museu Militar de Lisboa



Mais de cinco séculos de história militar encontram-se nas salas deste museu, ornamentadas com pinturas dos melhores artistas dos finais de XIX, como Columbano e Malhoa. Uma valiosa coleção formada a partir de 1842 pelo Barão de Monte Pedral.

Vídeo - Uma breve história da azulejaria portuguesa



O nome vem do árabe e ganhou tradição em terras portuguesas.O azulejo tem 500 anos de produção nacional e é caso único como elemento decorativo e arquitetónico. Revestiu igrejas, palácios e mudou a paisagem urbana. Uma história para ver aqui em 5 vídeos.
A arte da azulejaria havia de criar raízes na Península Ibérica por influência dos árabes, que para as terras conquistadas, trouxeram os mosaicos para ornamentar as paredes dos seus palácios conferindo-lhes brilho e ostentação, através de um jogo geométrico complexo. O estilo fascinou espanhóis e portugueses. Os artesãos pegaram na técnica mourisca, que levava muito tempo, simplificaram-na e adaptaram os padrões ao gosto ocidental. Os primeiros exemplares usados em Portugal, os Hispano mouriscos, vieram nos finais do século XV de Sevilha e serviram para revestir as paredes de palácios e igrejas. Passados cerca de setenta anos, em 1560, começam a surgir em Lisboa oficinas de olaria que produzem azulejos segundo a técnica de faiança, importada de Itália.

A originalidade da utilização do azulejo português e o diálogo que estabelece com as outras artes, vai fazer dele caso único no mundo. No Museu Nacional do Azulejo, encontram-se painéis que testemunham a evolução e a monumentalidade desta peça de cerâmica decorativa que se adapta às necessidades e acompanha os estilos das diferentes épocas. O Retábulo da Nossa Senhora da Vida dos finais do século XVI , composto por 1384 azulejos que sobreviveram ao grande terramoto, é para a historiadora de arte, Alexandra Curvelo, um exemplo da importância do azulejo em Portugal.

A nova indústria do azulejo floresce com as encomendas da nobreza e do clero. Grandes painéis são fabricados à medida para preencher as paredes de igrejas, conventos, palácios, solares e jardins. A  inspiração vem das artes decorativas, dos têxteis, da ourivesaria, das gravuras e das viagens dos portugueses ao oriente. Surgem grandes composições cenográficas, característica marcante do barroco, com motivos  geométricos, temáticas figurativas e vegetalistas de uma fauna e flora exóticas. É o tempo em que aparece o azulejo de padrão, com destaque para os frontais de altar, uma das formas originais da utilização do azulejo, como podemos apreciar neste extrato do programa “Visita Guiada”,

São as classes dirigentes que cultivam primeiro o gosto pelo azulejo, escolhendo a temática mais apropriada à decoração dos edifícios; desde campanhas militares, episódios históricos, a cenas do quotidiano, religiosas, mitológicas e até algumas sátiras. Aos oleiros, cabia satisfazer os pedidos, copiando modelos, adaptando modas e estilos. Em finais do século XVII, a qualidade da produção e execução é maior, há famílias inteiras envolvidas nesta arte de fazer azulejos e, alguns pintores começam a afirmar-se enquanto artistas, passando a assinar as suas obras, dando assim início ao Ciclo dos Mestres.

Na azulejaria portuguesa surgem cena inusitadas, que surpreendem quer pela sua originalidade quer pela audácia do artesão em substituir seres humanos por macacos, onças e galinha, por exemplo, construindo desta forma histórias fantasiosas, irónicas, que despertam o riso. A preocupação em trazer novos temas para as artes decorativas, assenta muitas vezes num certo improviso associado a esta forma única de querer fazer diferente, que podemos apreciar no painel destacado no vídeo em baixo, intitulado “A Caça ao Leopardo”. A policromia dos amarelos, dos verdes, dos castanhos arroxeados, irá dar lugar ao azul sobre fundo branco, duas cores herdadas por influência holandesa e da porcelana oriental.

Depois do terramoto de 1755, a reconstrução de Lisboa vai impor outro ritmo na produção de azulejos de padrão, hoje designados pombalinos, usados para decoração dos novos edifícios. Os azulejos são fabricados em série, combinando técnicas industriais e artesanais. Nos finais do século XVIII, o azulejo deixa de ser exclusivo da nobreza e do clero, a burguesia abastada faz as primeiras encomendas para as suas quintas e palácios, os painéis contam por vezes a história da família e até da sua ascensão social, como se vê no conjunto intitulado “História do Chapeleiro António Joaquim Carneiro”, exposto no museu Nacional do Azulejo”.

A partir do século XIX, o azulejo ganha mais visibilidade, sai dos palácios e das igrejas para as fachadas dos edifícios, numa estreita relação com a arquitetura. A paisagem urbana ilumina-se com a luz reflectida nas superfícies vidradas. A produção azulejar é intensa, são criadas novas fábricas em Lisboa, Porto e Aveiro. Mais tarde, já em pleno século XX, o azulejo entra nas estações de caminho de ferro e metro, alguns conjuntos são assinados por artistas consagrados. A tradição fez-se ainda mais popular, apresentando-se como solução decorativa para cozinhas e casas-de-banho, numa prova de resistência, inovação e renovação desta pequena peça de cerâmica.

Vídeo - Um retrato de Modigliani


Pintou, desenhou e esculpiu até ser o inconfundível Amedeo Modigliani. O artista das figuras estilizadas, alongadas, de olhos rasgados, dedicou-se por inteiro à arte. Algumas obras pertencem à coleção do amigo Paul Alexandre, mostradas em Lisboa em 1995.
Começa tudo no olhar de Modigliani. Fascinado pela forma humana, o artista molda com ternura os seus modelos, descobre-lhes  a geometria do corpo, perscruta estados de alma e acentua tudo com linhas elegantes, contornos arredondados e uma sensível paleta de cores bem contrastadas.

“Aquilo que procuro não é o real nem o irreal, e sim o inconsciente, o mistério do que há de instintivo na raça humana.”, escreve o pintor que conheceu o destino dentro de um sonho.

Nos poucos dados biográficos disponíveis conta-se que o rapazinho, nascido em Itália em 1884, oriundo de uma família da burguesia judaica, adoeceu um dia com febre tifóide e, durante um sonho delirante, teve a revelação de que seria artista. Amedeo começa a cumprir o desígnio aos 14 anos, inicia os estudos na Academia de Arte de Livorno, a terra natal. Frequenta aulas de modelo-vivo, estuda a arte do Renascimento e em 1906 vai para Paris, o coração da vanguarda europeia. Do seu pequeno estúdio em Montmartre absorve Cézanne, Renoir, Matisse, Tolouse-Lautrec, Picasso e Edvard Munch, deixa-se influenciar pelo expressionismo e pelo simbolismo mas procura sempre o seu estilo pessoal.

Modigliani retrata amigos, conhecidos, anónimos. Pinta e desenha nus de mulheres em poses sensuais e misteriosas, com esses quadros e desenhos faz a sua única exposição individual aos 33 anos, rapidamente censurada e proibida. A partir de 1909, inspirado pelas talhas de madeira africanas, dedica-se à escultura, retira cabeças e corpos humanos da pedra, peças que expõe no estúdio de Amadeo de Souza-Cardoso, pintor português com quem desenvolvera uma amizade próxima.

Na sua breve vida, Modigliani tem pouco êxito, os quadros não pagam as contas da casa e dos bares que frequenta. Amores, álcool e drogas, são excessos mais tarde ampliados no cinema, no teatro e na literatura que farão de “Modi” uma lenda, uma personagem trágica.

Nos primeiros anos em Paris é apoiado por Paul Alexandre, que reconhece a genialidade do pintor. Compra-lhe desenhos, aguarelas e quadros, arranja-lhe novas encomendas. O jovem médico é o primeiro patrono do artista italiano, morto prematuramente aos 36 anos, com tuberculose.

Dessa amizade fica uma coleção única, composta por centenas de obras, já mostrada no Palácio Grassi em Veneza, na Royal Academy em Londres, no museu Ludwig em Colónia e na Cultergest em Lisboa. O filho do colecionador, o historiador Noel Alexandre, faz uma visita guiada a esta exposição.

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