domingo, 31 de dezembro de 2017

Biografia - Boltzmann


(1844 - 1906) Físico e professor austríaco nascido em Viena, histórico por ter desenvolvido a teoria cinética de gases. Após doutorar-se em ciências físicas na Universidade de Viena (1866), tornou-se professor de física teórica em Graz, depois de ter sido assistente do físico esloveno Josef Stefan (1835-1893). Desta parceria resultou a demonstração da lei empírica chamada lei de Stefan-Boltzmann, segundo a qual um corpo negro, definido como aquele capaz de absorver a totalidade das radiações que incidem sobre ele, possui poder emissivo proporcional à quarta potência de sua temperatura e calculou a velocidade das moléculas (1869). Ainda lecionou matemática e física em diversas universidades, como as de Graz e Viena, na Áustria, e de Leipzig, na Alemanha.

Morou em Munique (1891-1895) para a seguir voltar a Viena (1895). É considerado o grande gênio da teoria cinética dos gases, onde originalmente utilizou os princípios da mecânica para explicar os fenômenos da termodinâmica.

Foi o fundador da Mecânica Estatística e o sistematizou do conceito de Entropia, tendência natural da energia a se dispersar e da ordem evoluir invariavelmente para a desordem, explicando o desequilíbrio natural entre trabalho e calor. Estabeleceu as relações entre entropia e probabilidade no campo das radiações.

É considerado a fundador da física moderna , pois seus trabalhos forneceram as bases para o estudo estatístico de todos os fenômenos físicos em que ocorre intervenção do calor, isto é, que apresentam caráter termodinâmico, o que contribuiu decisivamente para o desenvolvimento da teoria cinética dos gases. A ele se devem os princípios básicos da teoria cinética dos gases e a determinação, a partir de valores experimentais, da constante dos gases perfeitos, para uma molécula isolada. Essa Constante de Boltzmann é definida como constante dos gases perfeitos para a determinação da massa de uma só molécula, e é representada por k, sendo igual a 1,38 x 10-16 erg por kelvin. Polemista vigoroso, de temperamento irrequieto, atravessava períodos de grande agitação. Numa de suas crises, suicidou-se em 5 de setembro (1906), em Duino, Itália.

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Biografia - Avril, Jean-Jacques

n: 11 de Novembro de 1752 em Loudun (França)
m: 19 de Junho de 1839 em Le Bouscat (França)

Alferes das Milícias das Ilhas Maurícias (Ilha de França) em 1775, regressa a França em 1790. Serve no Exército do Oeste que combate os monárquicos franceses (Chouans) chegando a General de Brigada. Em 1800 é enviado para o Exército de Itália. De 1801 a 1807 ocupa postos administrativos no sul de França, sendo nomeado general de brigada no Corpo de Observação da Gironda que invade Portugal. Enviado em Março de 1808 para Estremoz, sob o comando do general Kellermann, é encarregue da repressão do levantamento de Vila Viçosa que ataca no dia 19 de Junho, permitindo que a vila seja posta a saque. Participa na batalha do Vimeiro, regressando a França após a Convenção de Sintra.
Enviado para Espanha, comanda a província de Bilbao até 1810. Em 1813 participa na campanha da Alemanha, distinguindo-se na batalha de Lutzen. Enviado para Hamburgo, regressa a França depois da queda do Império. Recusou-se a servir Napoleão Bonaparte durante os Cem-Dias. 


Jean Tulard e outros,
Histoire et Dictionnaire du Consulat et de l'Empire, 
Paris, Laffont, 1995. 

sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

Biografia - Benjamin Franklin


(1706 - 1790) Tipógrafo e escritor de profissão, físico, inventor, estadista e herói da independência norte-americana, nascido em Boston, cujas atividades intelectuais abrangeram os mais variados ramos do conhecimento humano, das ciências naturais, educação e política às ciências humanas e artes. De origem humilde, de uma família numerosa de 17 irmãos, aos dez anos já trabalhava com o pai na fabricação de sabão e aos doze passa a trabalhar na gráfica de um de seus irmãos. Mudou-se para a Filadélfia (1723), onde trabalhou como impressor e iniciou-se, nas horas de folga, nas letras e nas ciências.


Aprendeu idiomas e a tocar vários instrumentos. Conseguiu construir sua própria gráfica (1730) e fundou o jornal The Pennsylvania Gazette (que seria mais tarde o Saturday Evening Post) e, com o pseudônimo Richard Saunders, editou o Poor Richard's Almanac, coletânea de anedotas e provérbios populares. O sucesso foi tanto que pôde montar tipografias em outras das 13 colônias americanas e acumulou grande fortuna, o que lhe permitiu aposentar-se dos negócios (1752), passando a se dedicar integralmente à política e à pesquisa científica.

Criou em Filadélfia o corpo de bombeiros, fundou a primeira biblioteca circulante dos Estados Unidos e uma academia que mais tarde se transformou na Universidade da Pensilvânia. Organizou um clube de leituras e debates, que deu origem à Sociedade Americana de Filosofia, e ajudou a fundar o hospital do estado. Seu primeiro livro científico de sucesso foi Experiments and observations on electricity (1751), de grande repercussão nas colônias e na Europa. Descobriu, em seguida, a natureza elétrica do raio e inventou o pára-raios (1752). Criou a denominação de eletricidade positiva e negativa e outros termos técnicos que ainda hoje são usados, como bateria e condensador. Fora do contexto, inventou os óculos bifocais (1760).

Eleito membro da Assembléia da Pensilvânia e, no congresso de Albany (1754), apresentou um plano de união das colônias inglesas. Foi enviado à Grã-Bretanha (1757) para solucionar a disputa entre a assembléia da Pensilvânia e a coroa britânica. Voltou a Londres (1766), como uma espécie de embaixador extraordinário das colônias, mas retornou a Filadélfia (1775), convencido de que a guerra pela independência era iminente. Designado delegado ao II Congresso Continental, fez parte, com Thomas Jefferson e Samuel Adams, do comitê que redigiu a declaração de independência (1776). A seguir partiu para a França, em busca de ajuda, e assinou o tratado de aliança entre os dois países (1776) e também assinou o tratado de paz com a Grã-Bretanha (1783). De volta a Filadélfia (1785), foi recebido como herói e eleito presidente da Pensilvânia.

Foi um dos delegados da convenção que elaborou a constituição americana e tentou em vão abolir a escravatura. Escreveu numerosos ensaios, artigos e panfletos e seu livro mais conhecido foi Autobiography, publicada postumamente (1791). 

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Biografia - André Rebouças

André Rebouças (1838-1898) foi engenheiro e militar brasileiro. Planejou e construiu as docas da alfândega e da Gamboa no Rio de Janeiro. Serviu na Guerra do Paraguai, no acampamento do General Osório, em São Francisco de Assis, no Rio Grande do Sul. Projetou as docas do Maranhão, de Cabedelo na Paraíba, do Recife e da Bahia. Construiu uma rede de abastecimento de água para o Rio de Janeiro.

André Rebouças (1838-1898) nasceu em Cachoeira, província da Bahia, no dia 13 de janeiro de 1838. Filho do advogado Antônio Pereira Rebouças, eleito deputado pela Bahia, ao Parlamento Imperial. Franzino e raquítico, passou os primeiros anos de vida quase sempre doente. André e seu irmão Antônio, iniciaram os estudos no Colégio Valdetaro. Eram amigos inseparáveis.

Em 1849, estudam no Colégio Kopke, em Petrópolis e depois no Colégio Marinho, onde concluem os estudos de geografia, latim e inglês. Em casa estudavam para a Escola Militar. Em 1854, ingressam no curso de Engenharia Militar. Em 1855, os dois irmãos entram como voluntários no Batalhão de Artilharia. Em 1858, concluem o curso de Engenharia Militar e recebe os galões de primeiro tenente. Em 1861, recebem uma bolsa de estudos e seguem para Europa, para cursos de especialização. De volta ao Brasil, André escreve "Memórias sobre os Caminhos de Ferro da França" e junto com o irmão escreve "Estudos sobre Portos de Mar".

Com dificuldades para conseguir emprego, só em 1863, o Ministro de Guerra, Polidoro Quintanilha contrata André para inspecionar as fortificações do Litoral Sul. Segue depois para o Maranhão, para reforma do porto. Tinha planos de construir diques no Rio de Janeiro e instalar uma linha telegráfica entre Parnaíba e Cabedelo, mas seus projetos não tiveram o apoio desejado.

Com o início da Guerra do Paraguai, André volta ao Rio de Janeiro em 1865. Sugeriu ao Ministro de Obras, a construção de uma estrada desde o Paraná até a zona de Combate, mas não foi ouvido. Nesse mesmo ano parte para a guerra. O seu destino era o acampamento do General Osório, em São Francisco de Assis. Aos poucos vai se tornando um oficial conceituado. É contra o bombardeio de Uruguaiana, tomada pelos paraguaios. O Conde d'Eu é favorável à sua tática. Inicia-se assim uma longa amizade entre o engenheiro e o Conde d'Eu.

André Rebouças adoece com pneumonia em 1866, e ainda em tratamento luta em defesa do acampamento de Tuiuti, bombardeado pelos paraguaios. Em 16 de julho do mesmo ano é atacado pela varíola. Volta ao Rio de janeiro. Nessa época morre sua mãe. Pede baixa do Exército e inscreve-se no concurso para lecionar hidráulica na Escola Central. Quem assume a vaga é Borja Castro. Tenta dar aulas no Pedro II mas não consegue o emprego.

Em outubro de 1866, é nomeado engenheiro da alfândega e dirige a construção das docas do Rio de Janeiro. Em 1871, Rebouças é demitido, recebe 200 contos de réis, e em seu lugar assume Borja Castro. Rebouças é agora gerente de uma companhia particular. Em 1872, vai para a Europa. Visita Portugal, Madri, Paris e em dezembro chega à Itália onde encontra-se com Carlos Gomes, assiste seus ensaios da ópera O Guarani. É convidado para padrinho do filho de Carlos Gomes e Adelina Peri.

Continua sua viagem, volta a seus estudos, vai para Londres e Nova York, onde chega em 1873. Tem dificuldade de conseguir hotel e conclui que é por causa da cor de sua pele. É impedido de assistir o espetáculo no Grand Opera House. Nesse ano morre seu irmão Antônio. Em 1880, morre seu pai. De volta ao Brasil, assume o cargo de professor na Escola Central. Integra a Campanha pela abolição, junta-se a Nabuco, Patrocínio e outros.

Depois da abolição veio a república, Rebouças sentia admiração e respeito por D. Pedro II, junta-se à família real e embarca para Europa. O Imperador elogia os fieis amigos e menciona o ilustre Engenheiro. Em 1891, com a morte do Imperador, embarca para a Africa. Desespera-se com a fome na África. Muda-se para Funchal, na Ilha da Madeira, onde começa a dar aulas. Em 1896, recusa um convite de Taunay para voltar e reassumir o cargo de professor, havia muitas recordações desagradáveis.

André Pinto Rebouças morre em Funchal, na ilha da Madeira, no dia 9 de maio de 1898.

Notícia retirada daqui

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

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