sábado, 18 de junho de 2016

Powerpoint - Trabalho na Pré-História


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Vídeo - Educação Rodoviária

Vídeo - Porquê Design?

Manual - Algebraic Topology


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Manual - The Unofficial Smilie Dictionary


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Ficha de Trabalho - A Península Ibérica na Europa e no Mundo


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quinta-feira, 16 de junho de 2016

Powerpoint - Renascimento


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Vídeo - Como incentivar a parceria entre a família e a escola

Formulário - Regras de Derivação


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Manual - Topologias de Redes


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Ficha Formativa - 10ºAno - Obstáculos ao desenvolvimento da actividade piscatória


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terça-feira, 14 de junho de 2016

Vídeo - Somos responsáveis pela educação de nossos filhos

Vídeo - Fotografando excessos 1

Powerpoint - O que é a Matéria


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Powerpoint - Probabilidades e Estatística


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Manual - Administrador de Netunne®


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Notícia - Inverno húngaro terá impedido conquista pelos mongóis da Europa Ocidental


Ficou gravado nos anéis de crescimento das árvores: no início de 1242, o Inverno foi muito rude na Hungria. Uma análise deste “arquivo natural” do clima poderá explicar em parte um velho mistério histórico: a razão pela qual o Império Mongol nunca se expandiu para a Europa Ocidental.

“Winter is coming” (“Vem aí o Inverno”), vaticinava Ned Stark, senhor da casa Stark dos reinos de Westeros, no primeiro episódio da série televisiva Guerra dos Tronos. Essa frase, que se tornaria um leitmotiv na série (e fora dela), resumia a ameaça que pairava sobre aquele continente fictício – o mais a oeste do mundo imaginado pelo escritor norte-americano George R.R. Martin –, onde o clima e a duração das estações do ano eram imprevisíveis e o mau tempo um dos piores inimigos da humanidade.

Pode parecer estranho, mas, com base nas conclusões de um estudo científico agora publicado, é possível estabelecer um contraponto entre esta pura fantasia e a história do Império Mongol, o maior império de sempre (em termos da extensão de terras contíguas que o compunham). E mais precisamente, ligar essa saga literária a um mistério histórico de longa data: a súbita interrupção, em meados de 1242 da nossa era, da conquista da Hungria Ocidental pelo exército, liderado por Batu, neto de Genghis Kahn, que invadiu a região vindo das estepes euroasiáticas via Rússia e após anos de conquistas vitoriosas que começaram, em 1206, sob a liderança do próprio Genghis Kahn.

Onde reside essa ponte entre ficção e realidade? No facto que, segundo se depreende do novo trabalho realizado por dois cientistas, se os líderes mongóis tivessem tido consciência, tal como os habitantes de Westeros, de que o mau tempo pode derrotar até ao mais poderoso exército, talvez não se teriam lançado na conquista húngara.

Há outra coisa ainda que poderia ter alertado os mongóis para o desfecho negativo da sua campanha: o próprio facto de o rio Danúbio ter congelado devido ao rigor excepcional do Inverno naquela região no início de 1242. Mas o que era na realidade um muito mau prenúncio foi, ironicamente, o que permitiu uma fácil travessia do rio pela cavalaria mongol e as suas pesadas máquinas de guerra.

Claro que, como parece óbvio, os mongóis não faziam ideia de que o clima podia deitar a sua estratégia bélica abaixo, tal como nem sequer imaginavam que o terreno em que estavam a penetrar era muito diferente das estepes eurasiáticas nas quais estavam habituados a travar batalhas. E não só: em Abril de 1241, tinham vencido duas grandes batalhas contra os europeus, em Legnica (Polónia) e em Mohi (Hungria). Mas além-rio, tudo mudou. A invasão da Europa Ocidental pelo Império Mongol abortou uns meros dois meses após as tropas terem atravessado o Danúbio e os mongóis rumaram novamente para a Rússia.

Como os mongóis não deixaram registos explícitos das razões desta reviravolta, o mistério da sua repentina decisão militar tem persistido entre os historiadores.

Existem contudo várias tentativas de explicação. Muitos especialistas pensaram, em particular, que a decisão se deveu à morte súbita de Ogodei Khan, filho e sucessor de Genghis Khan (e tio de Batu), em 1241, uma vez que obrigou Batu a regressar a Karakorum, capital do império, para participar na eleição de um novo Khan.

Porém, como escrevem agora na revista Scientific Reports (da mesma editora que a revista Nature), Nicola Di Cosmo, do Instituto de Estudos Avançados de Princeton (EUA), e Ulf Büntgen, do Instituto Federal Suíço de Estudo da Floresta, da Neve e da Paisagem, “esta teoria tem sido posta em causa pelo facto de que Batu nunca regressou à Mongólia, permanecendo nas estepes do Sul da Rússia e (…) segurando o poder sobre a Horda Dourada [a região ocidental do império]”.

A hipótese alternativa que estes cientistas propõem para explicar o abrupto e inesperado regresso à Rússia do invencível exército mongol, logo na Primavera de 1242, terá a ver com factores políticos, mas tem a ver sobretudo com factores climáticos e ambientais que, segundo eles, influenciaram a decisão militar.

No seu artigo, escrito quase em forma de relato histórico, essa tese é sustentada não só por registos históricos convencionais, que fazem referência ao clima e às condições ambientais naqueles anos, mas também por um novo “ingrediente” documental: as flutuações climáticas da época, vistas através das características dos anéis de crescimento das árvores. Isso porque se sabe, em particular, que esses anéis são mais grossos nos anos húmidos e mais finos nos anos secos. Diga-se já agora que Nicola Di Cosmo é especialista de história da Ásia Antiga e que Ulf Büntgen é justamente especialista do estudo do impacto dos factores ambientais sobre os anéis das árvores.

Utilizando este tipo de características “gravadas” nas árvores desde tempos remotos, a dupla de cientistas conseguiu gerar mapas das variações anuais de temperatura e humidade de diversas regiões da Europa – dos Montes Altai (Sibéria) aos Alpes austríacos e da Escandinavia aos Cárpatos romenos – entre 1230 e 1250. E a combinação dos dados deste “arquivo natural” com documentos históricos alusivos ao clima e às condições ambientais permitiu então concluir que “houve [na Hungria] vários Verões quentes e secos de 1238 a 1241, seguidos de condições frias e húmidas no início de 1242”, escrevem ainda os autores. 

Resumindo: o Inverno 1241-1242 na Hungria, que se tornou particularmente frio e húmido nos meses finais, levou à acumulação de neve de forma mais acentuada do que era habitual. E quando a neve derreteu, como o terreno era muito propenso às inundações, a planície húngara transformou-se rapidamente num imenso pântano.

Isso, por sua vez, levou a uma diminuição das ervas que lá cresciam – e que constituíam a alimentação essencial dos cavalos mongóis. Por outro lado, a comida também começou a escassear para as pessoas. Os soldados mongóis e as populações locais que sustentavam a alimentação dos soldados começaram a sofrer da fome.

Para além desta falta de recursos essenciais, o terreno pantanoso tornou-se um pesadelo para os cavalos mongóis, habituados aos solos mais secos do lado de lá do Danúbio. O fracasso e a incapacidade de conquistar novas cidades e fortificações que daí decorreu terão então obrigado os mongóis a decidir a retirada.

Como já concluía, em 2014, um estudo semelhante, também realizado pela equipa de Nicola Di Cosmo e também com base nos anéis de crescimento das árvores, terá sido por sua vez uma década de inusitado bom tempo nas estepes em redor da Mongólia que permitiu a espectacular expansão do Império Mongol a partir de inícios do século XIII.

Do Mar do Japão à Europa Central, passando pela China e a Sibéria – e, mais a sul, da Indochina ao Médio Oriente passando pela Pérsia e o subcontinente indiano, os cavalos de Genghis Kahn e dos seus herdeiros beneficiaram da abundância de erva num território previamente seco e árido. Nada resistia ao avanço das hordas mongóis: nunca foram vencidas e foram anexando os seus vizinhos uns atrás dos outros.

Porém, no outro extremo da escala, e como o novo estudo parece sugerir, terão bastado umas semanas de muito mau tempo para impedir a chegada dos mongóis à derradeira fronteira do mundo conhecido na altura: a Europa Ocidental. “A nossa ‘hipótese ambiental’ demonstra os efeitos que pequenas flutuações climáticas podem ter sobre grandes acontecimentos históricos”, concluem os cientistas no seu artigo. 

E embora o clima não seja o único factor determinante na retirada mongol, seria um erro ignorá-lo, diz Nicola Di Cosmo, citado pela revista New Scientist. “Seria como dizer que o Inverno na Rússia não teve qualquer efeito sobre o exército de Napoleão”, acrescenta.

Todavia, nem todos os especialistas estão convencidos do poder explicativo da nova hipótese. “Duvido que um tal ‘determinismo climático’ seja assim tão universal como alguns autores parecem pensar”, diz por seu lado à mesma revista Michael Mann, da Universidade Estadual da Pensilvânia (EUA). Para ele, as flutuações climáticas apresentadas no estudo não terão sido suficientes para provocar a retirada mongol.

Pelo contrário, Aaron Putnam, da Universidade do Maine (EUA), parece concordar com as conclusões do estudo. Como disse igualmente à New Scientist: “Acho o trabalho convincente. As explicações anteriores da retirada dos mongóis não batiam certo.”

Informação retirada daqui

Ficha Formativa - As Potencialidades do Litoral


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domingo, 12 de junho de 2016

Vídeo - Síndroma de Alienação Parental

Vídeo - O que é a arte?

Powerpoint - O Átomo - Unidade Estrutural da Matéria


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Powerpoint - Caleidoscópio


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Manual - Redes Locais - Unix x Windows NT


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quarta-feira, 8 de junho de 2016

Vídeo - Historia do computador

Vídeo - 1ª Guerra Mundial

3ºAno - Estudo do Meio - Vídeo - Sistema Respiratório

Vídeo - A Matemática Grega

Powerpoint - Primeiros Socorros em Caso de Electrocussão


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segunda-feira, 6 de junho de 2016

3ºAno - Estudo do Meio - Vídeo - Sistema Digestivo

Vídeo - Canções Creche Pré-Escolar - Mão Direita, Mão Esquerda

Vídeo - Matemáticos Famosos

Vídeo - Autismo e síndrome de asperger

Vídeo - Os 10 países mais ricos da Europa

Manual - Primeiros Socorros


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domingo, 5 de junho de 2016

Biografia - Adhemar Nóbrega

Musicólogo e professor brasileiro nascido em Patos, Estado da Paraíba, membro da Academia Brasileira de Música, onde ocupou a cadeira nº 1, cujo patrono é José de Anchieta, e foi o primeiro sucessor de Villa-Lobos na direção da ABM. Iniciou os estudos primários em Patos, com sua mãe, D. Maria Ephigênia. Ainda criança, sua família transferiu-se para João Pessoa, onde estudou no Lyceu Paraibano, e aos quinze anos, arranjou um emprego no jornal A UNIÃO, a princípio, como revisor e, depois, como repórter e revelou-se como articulista, cronista e crítico de cinema. Neste período adquiriu gosto pela música e estudou teoria musical e piano com Gazzi de Sá. Com a vinda do casal Gazzi & Santinha de Sá para o Rio de Janeiro, assumiu a cadeira de Canto Orfeônico do Lyceu Paraibano. Foi aprovado em concurso para o Banco do Brasil e nomeado para a agência de Ilhéus, na Bahia, mas desistiu do emprego e mudou-se para o Rio de Janeiro, para se dedicar aos estudos de música. Diplomou-se pelo Conservatório Nacional de Canto Orfeônico (1944) e entrou para o quadro de docentes daquela instituição, tendo sido posteriormente colaborador do Maestro Heitor Villa-Lobos, fundador e diretor do Conservatório e professor nessa escola, nas disciplinas História da Música e Etnografia Musical. Ainda no Conservatório conheceu aquela que seria sua esposa e colaboradora, Maria Milagros. Esteve em Lisboa, onde estudou com Edgar Willems, na Fundação Calouste Gulbenkian. Foi membro da Associação de Canto Coral do Rio de Janeiro e redator do Serviço de Radiodifusão do Ministério de Educação, Rádio MEC. Publicou os livros de Villa-Lobos: As Bachianas Brasileiras (1971) e Os Choros de Villa Lobos (1975), ambos editados pelo Museu Villa-Lobos e premiados. Faleceu na cidade do Rio de Janeiro em 28 de dezembro (1979).


Noticia retirada daqui

Vídeo - Tecnologia para a vida ou a vida pela tecnologia

Vídeo - O Euro

Notícia - Facebook e a Microsoft unem-se para aumentar a velocidade da Internet


O Facebook e a Microsoft anunciaram esta semana que vão criar um cabo submarino para aumentar a velocidade da Internet. O cabo vai viajar 6600 quilómetros desde o norte de Virginia, nos EUA, até à cidade espanhola de Bilbau. Com uma largura de banda de cerca de 160 terabytes, as duas empresas afirmam num comunicado citado pela Bloomberg que este será o cabo com maior capacidade a atravessar o oceano Atlântico. A construção do cabo "MAREA", a cargo da empresa espanhola Telefónica, irá começar em Agosto e deverá estar completa em Outubro do próximo ano.

A empresa de telecomunicações responsável pela execução do projecto irá vender o acesso ao cabo a outras entidades, mas serão as empresas de Mark Zuckerberg e Bill Gates que terão acesso privilegiado à utilização dos cabos. A aposta neste projecto mostra como as empresas de tecnologia estão a assumir papéis outrora adaptados pelas entidades governamentais e empresas de telecomunicações. 

O acesso a uma rápida conexão é particularmente importante para o Facebook, que pretende incentivar os utilizadores a usarem cada vez mais a funcionalidade de vídeos live na rede social e apostar na realidade virtual. Duas actividades que consomem grandes quantidades de largura de banda, escreve o jornal britânico The Guardian. Já a Microsoft quer garantir um serviço rápido e eficiente aos utilizadores dos serviços de rede e "cloud".

A aposta nos cabos submarinos reside, essencialmente, no seu baixo custo, quando comparado com a comunicação feita através de satélite. Além disso, os cabos têm mais capacidade de transmissão de dados, o que explica que 99% da comunicação internacional seja concretizada através de cabos subaquáticos. Já os satélites são usados para difusão e utilizados com população de locais mais remotos.

Não obstante, a utilização de cabos também enfrenta alguns obstáculos. Cerca de oito em cada 10 cabos sofrem agressões externas, a maioria causada por âncoras de navios. Além disso, o movimento de placas tectónicas e outras particularidades geológicas também interferem na conservação dos cabos, explica um artigo da CNN. Os cabos estão desenhados para durarem um período de 25 anos e a sua capacidade e custo variam consoante o destino e o número de ramificações e países que abrange e o mercado que estão a servir.

De acordo com o Mapa de Cabos Submarinos, existem cerca de 15 cabos a ligar os Estados Unidos da América à Europa.

Informação retirada daqui

Notícia - O Universo está a expandir-se ainda mais depressa do que se pensava


O Universo está a expandir-se mais depressa do que se pensava até aqui – uma descoberta surpreendente que poderá pôr à prova parte da teoria da relatividade de Einstein, um pilar da cosmologia que há um século resiste a desafios.

A descoberta de que o Universo está a expandir-se 5 a 9% mais depressa do que o previsto, anunciada num comunicado conjunto da agência espacial norte-americana NASA e da Agência Espacial Europeia (ESA), também fomenta o aparecimento de hipóteses sobre o que preenche 95% do cosmos que não emite qualquer luz e radiação. “Talvez o Universo esteja a iludir-nos”, disse Alex Filippenko, astrónomo da Universidade da Califórnia em Berkeley (EUA) e um dos autores de um artigo científico sobre esta descoberta que será publicado na próxima edição da revista Astrophysical Journal.

A taxa de expansão do Universo não condiz com as previsões baseadas nas medições da radiação cósmica de fundo, uma radiação que é um resquício do Big Bang, a explosão que deu origem ao Universo tal como o conhecemos há 13.800 milhões de anos.

Uma possibilidade para a discrepância é que o Universo tenha partículas subatómicas desconhecidas, semelhantes aos neutrinos, que viajam quase à velocidade da luz, que é de cerca de 300.000 quilómetros por segundo. Outra hipótese é que a chamada “energia escura”, uma misteriosa força antigravidade descoberta em 1998, pode estar a afastar as galáxias umas das outras de forma ainda mais poderosa do que foi estimado inicialmente.

“Isto pode ser uma pista importante para compreender as partes do Universo que constituem 95% de tudo e que não emitem luz, como a energia escura, a matéria escura e a radiação escura”, disse o físico Adam Riess, do Instituto de Ciência para o Telescópio Espacial, em Baltimore (EUA), e que é o principal autor do trabalho.

Adam Riess partilhou o Prémio Nobel da Física de 2011 pela descoberta de que a expansão do Universo estava a acelerar. Um Universo mais rápido também levanta a possibilidade de que a teoria da relatividade de Einstein, que serve de armação matemática para calcular como é que os blocos fundamentais da matéria interagem, pode estar ligeiramente errada, refere a NASA.

Esta equipa pôde fazer a descoberta de que o Universo se está a expandir ainda mais depressa do que se pensava porque desenvolveu um referencial melhor para calcular distâncias. Os cientistas utilizaram o telescópio espacial Hubble para medirem um tipo particular de estrelas – as variáveis cefeidas – em 19 galáxias, para lá da nossa própria galáxia, a Via Láctea. A velocidade com que estas estrelas “pulsam” está directamente relacionada com o seu brilho, que por sua vez pode usar-se para calcular as suas distâncias, tal como uma lâmpada de 100 watts parece mais ténue quanto mais longe está.

Informação retirada daqui

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