terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

Vídeo - Led Zeppelin - "Stairway To Heaven"

Biografia - Leão Trotsky

Criador da teoria da Revolução Permanente.
Nasceu em Yanovka, Ucrânia  em 7 de Novembro de 1879;
morreu na Cidade do México em 21 de Agosto de 1940.

Nascido Lev Davidovich Bronstein, filho de um próspero lavrador judeu, Trotsky envolveu-se desde cedo em actividades políticas clandestinas. Detido em 1898, preso e enviado para a Sibéria, juntou-se ao Partido Social Democrata Russo.

Acabou por escapar da Sibéria, em 1902, e passou a maior parte dos quinze anos seguintes no estrangeiro, durante um tempo em Londres, mas sobretudo em Viena. Quando, em 1903, se deu a divisão entre os sociais-democratas russos, Trotsky tornou-se membro da facção "menchevique" enquanto Lenine assumiu a direcção dos "bolcheviques", tendo apresentado a sua teoria da "revolução permanente". Em 1905, com o início da Revolução, foi para São Petersburgo tornando-se presidente do 1.º Soviete (Conselho) de Delegados operários em Outubro. Em Dezembro, após a publicação de um ataque às despesas da Casa Imperial russa, foi novamente preso. Enviado de novo para a Sibéria fugiu, acabando por se estabelecer em Viena, em 1907, onde criou o jornal Pravda.

Com o início da revolução russa de Fevereiro de 1917 em Petrogrado regressou à Rússia, estando naquela altura a viver em Nova Iorque. Apesar dos desentendimentos com Lenine durante o seu longo exílio, Trotsky juntou-se aos bolcheviques e desempenhou um papel decisivo na tomada do poder pelos comunistas em "Outubro" daquele ano. 

O seu primeiro cargo no novo governo foi o de comissário dos Negócios Estrangeiros, tendo negociado o Tratado de Paz de Brest-Litovski com a Alemanha. A seguir, foi nomeado comissário da Guerra e, nessa qualidade, criou e organizou o Exército Vermelho, que venceu as forças russas brancas na Guerra Civil. Trotsky teve por isso um papel fundamental no estabelecimento do regime bolchevique na Rússia. 

Via-se como herdeiro natural de Lenine, mas a sua arrogância, provocada sobretudo pela sua ampla cultura, fez com que não tivesse muitos amigos  políticos, e a sua ascendência judaica virou-se naturalmente contra ele, numa época e num país profundamente anti-semitas.

Quando Lenine morreu, Trotsky, que tinha pouca vontade de lutar pelo poder  político, foi facilmente ultrapassado por Estaline. Em 1927 foi expulso do partido. Exilado na Ásia Central, em Alma Ata, no actual Cazaquistão, acabou por ser expulso da Rússia soviética, sendo enviado de Odessa para Constantinopla por barco. Não deixou, por isso, de continuar a escrever e a criticar Estaline, que continuou a considerar um perfeito imbecil.

Após deambular de país para país, Trotsky acabou por se estabelecer no México, em 1936. 

Em 20 de Agosto de 1940, um assassino contratado, Ramon Mercader, agindo sob ordens directas de Estaline, esfaqueou Trotsky com um picador de gelo, ferindo-o gravemente, acabando por morrer no dia seguinte.

Fonte:
Francis Wyndham e David King, Trotsky, A documentary, Harmondsworth, Penguin Books / Allen Lane The Peguin Press, 1972.

Postal Antigo - Grécia - Exemplos de arte grega


Vídeo - Isto é Matemática - T10E05 - “Somos Todos Daltónicos!”

Vídeo - Era Uma Vez - O Corpo Humano - Episódio 17 - A Irrigacao Sanguinea

domingo, 25 de fevereiro de 2018

Vídeo - The Eagles - "Hotel California"

Biografia - Abraham Lincoln

16.º Presidente dos Estados Unidos da América. Preservou a União durante a Guerra Civil tendo conseguido a emancipação dos escravos.
Nasceu perto de Hodgenville, Kentucky, nos E.U.A. em 12 de Fevereiro de 1809; 
morreu assassinado em Washington, em 15 de Abril de 1865.

Filho de um agricultor de ascendência inglesa, vivendo no Kentucky, um dos primeiros Estados criados após a independência da Grã-Bretanha (1792), na fronteira ocidental do país, Lincoln passou a maior parte da sua infância no território de Indiana, para onde a família se tinha deslocado em finais de 1816, devido a um processo judicial de contestação da propriedade que o pai possuia. A mãe morreu no Outono de 1818, tendo Lincoln e a irmã sido educados pela madrasta, Sarah Bush Johnston, mãe de 2 raparigas e um rapaz, com quem o pai se casou no princípio do Inverno de 1819. Lincoln, filho de pais iletrados, teve uma educação muito pouco cuidada, frequentando a escola muito esporadicamente, mas que, como o próprio afirmava, quando chegou à idade adulta, lhe permitia ler e escrever e fazer algumas contas básicas.

Em 1830 a família mudou-se novamente mais para Oeste, para o território do Illinois, na fronteira. Lincoln, com 21 anos, não querendo ser lavrador começou por tentar várias profissões, mas finalmente estabeleceu-se em Nova Salem, trabalhando em actividades como o comércio, os correios ou no levantamento topográfico. Com o desencadear da Guerra de «Black Hawk» contra tribos índias, alistou-se como voluntário tendo sido eleito capitão da sua companhia. Não tendo, segundo as suas próprias palavras, «visto guerreiros índios vivos», terá entrado em várias «lutas sangrentas contra os mosquitos». Entretanto, candidatou-se à Assembleia Legislativa do Illinois, para onde foi eleito repetidas vezes, após uma primeira tentativa falhada. Pensou em tornar-se ferrador mas finalmente escolheu a advocacia. Tendo aprendido por si próprio gramática e matemática, embrenhou-se nos manuais jurídicos, passado o exame de admissão à advocacia em 1836. No ano seguinte mudou-se para a capital do Illinois, Springfield, onde tinha mais possibilidades de exercer advocacia do que em Nova Salem.

O começo da profissão de advogado foi difícil e muito trabalhosa, tendo de deambular pelo Estado para conseguir clientes. Com o aparecimento dos caminhos de ferro, Lincoln tornou-se advogado da Illinois Central Railroad, tendo defendido a companhia com sucesso, o que lhe deu uma real estabilidade financeira. Tornou-se um advogado reconhecido, tendo também ganho um célebre processo do foro criminal, onde defendeu o seu cliente da acusação de assassínio com a ajuda de um Almanaque que provava que, sendo a noite do crime de Lua Nova, e por isso muito escura, a testemunha do crime não podia ter presenciado o crime claramente. 

Em 1842 casou com Mary Todd, mulher com uma sólida educação, pertencente a uma família distinta do Kentucky, e cujos familiares em Springfield faziam parte da elite local. Do casamento nasceram quatro filhos, tendo só o filho mais velho chegado à idade adulta. Com o casamento Lincoln começou a frequentar a igreja Presbiterana local. Sendo considerado um céptico em questões religiosas e um livre-pensador, era um conhecedor profundo da Bíblia, tendo acabado por defender que toda a história era obra de Deus. 

Quando Lincoln entrou para a política, no princípio dos anos 30 do século XIX, simpatizava com as ideias de Jackson sobre o desenvolvimento da democracia nos Estados Unidos, mas, ao contrário do presidente dos Estados Unidos, achava que o governo federal devia intervir na ajuda ao desenvolvimento  económico. Admirando os dois grandes políticos americanos da década de 40, Henry Clay e Daniel Webster, começou por apoiar o partido Whig, assim chamado, imitando o antigo nome do partido liberal britânico, porque combatia ao aumento dos poderes presidenciais. Lincoln achava que o seu Estado, o Illinois, e o Oeste em geral, precisavam desesperadamente do apoio do governo federal no apoio ao desenvolvimento económico, por meio de um banco nacional, uma barreira alfandegária proteccionista e um programa de desenvolvimento das comunicações.

Como membro da Assembleia legislativa estadual do Illinois, de 1834 a 1840, Lincoln desenvolveu um projecto grandioso, a ser subsidiado por fundos estatais, de criação de uma rede de caminhos-de-ferro, estradas e canais, que foi aprovado, mas que por vários motivos não pôde ser concretizado. A posição de Lincoln sobre a escravatura era, nesta altura, conciliatória defendendo que a escravatura não só «era injusta, mas também era uma má solução», sendo que as «doutrinas abolicionistas tendiam a aumentar, e não a diminuir, os efeitos perniciosos da instituição».

Durante o seu mandato para a Câmara dos Representantes (1847-1849) Lincoln, que apresentou uma lei para a abolição da escravatura na capital federal que não agradou a ninguém, dedicou-se sobretudo a apoiar a eleição de um presidente Whig, o que foi conseguido com a eleição do herói da Guerra do México, Zachary Taylor, mas esta eleição não beneficiou Lincoln da maneira que este esperava.

Afastado da política por um curto espaço de tempo, Lincoln regressou para combater a Lei Kansas-Nebraska, proposta pelo seu rival político Stephen A. Douglas, que permitia a existência da escravatura nestes estados, desde que aprovada pelos seus eleitores. A luta política contra esta medida, que acelerou o declínio do partido Whig, deu origem ao Partido Republicano. Como muitos outros políticos Whig, Lincoln integrou este novo partido em 1856.

Em 1858 Lincoln tentou ser nomeado para o Senado, em vez de Douglas. A campanha eleitoral deu origem a um conjunto de debates, que abordaram sobretudo o tema da escravatura. Foi nessa época que proferiu o célebre discurso Uma Casa Dividida, em que afirmou que uma «casa dividida não se pode manter», insistindo no tema de que as liberdades civis, tanto dos brancos como dos negros, estavam em causa no problema da escravatura. Os debates não conseguiram fazer com que Lincoln fosse eleito, mas tornaram-no uma figura nacional, e fizeram com que, em 1860, fosse pensado para a Presidência dos Estados Unidos. Na verdade, acabou por ser escolhido como candidato do Partido Republicano, ao fim de três votações, na convenção desse ano.

Devido a haver quatro candidatos à eleição, o Partido Democrata estar dividido e o seu Partido unido em seu redor, Lincoln acabou por ser eleito, com 40% dos votos dos eleitores, mas com uma grande maioria no Colégio Eleitoral, sendo que no colégio não obteve nenhum voto dos Estados do Sul.

No período entre a eleição e a tomada de posse de Lincoln, a Carolina do Sul decidiu abandonar a União. Tentou-se chegar a um compromisso, a propósito da divisão territorial entre estados esclavagistas e livres, mas acabou-se por não chegar a nenhum acordo, o que levou outros seis estados do Sul a seguir o exemplo da Carolina do Sul, formando os Estados Confederados da América.

A guerra acabou por ser declarada devido ao cerco do forte Sumter por tropas da Confederação. O forte que tinha sido acabado de construir na baía de Charleston, na Carolina do Sul, e estava guarnecido por tropas federais, foi bombardeado em 12 de Abril de 1861, antes da chegada anunciada de uma coluna de reabastecimento. O novo presidente requereu tropas aos governadores estaduais, o que fez com mais três estados abandonassem a União, entre os quais o importante Estado da Virgínia, e declarou o bloqueio dos portos sulistas. A estratégia de Lincoln era simples. Baseava-se em organizar o maior número possível de tropas e atacar em todos os lados ao mesmo tempo. O peso demográfico e económico dos estados do Norte, far-se-ia sentir mais cedo ou mais tarde, sobre os estados do Sul, e a guerra terminaria. Mas a unidade de comando, necessária para coordenar os esforços dos diferentes exércitos federais, só foi conseguida em Março de 1864, quando Lincoln nomeou o general Grant, vencedor dos exércitos confederados no vale do Misissipi, comandante-chefe das forças da União. A estratégia de 1861 pode ser posta em prática, finalmente, e a rendição do estados do Sul não demorou.

Durante a Guerra Civil a política de Lincoln em relação à escravatura foi-se modificando. Começando por defender a manutenção do statu-quo, isto é, a manutenção da escravatura nos estados em que ela existia, e a proibição da sua expansão para outros estados; a posição de Lincoln tornou-se, no fim da guerra, abertamente abolicionista. Com o decreto presidencial de 1 de Janeiro de 1863, que pôs em prática de acordo com o que considerava serem os poderes do Presidente em tempo de Guerra, e que ficou conhecido como a Proclamação da Emancipação, os escravos nos territórios do Sul sob domínio confederado eram libertos. A medida só libertou 200.000 negros até ao fim da guerra, mas mostrou definitivamente que a abolição da escravatura se tinha tornado um dos objectivos da guerra, para além da manutenção da unidade política. A medida, de duvidosa legalidade, foi seguida por uma Emenda Constitucional, a 13.ª, que proibiu a escravatura nos Estados Unidos da América. A emenda tinha sido prevista no programa político do Partido Republicano, durante a preparação das eleições de 1864.

Durante a guerra, Lincoln teve de preparar a «reconstrução» dos estados do Sul. A questão foi sempre fonte de divisão no Norte e no Partido Republicano. A facção «Radical» defendia que os estados rebeldes deviam ser tratados duramente, enquanto Lincoln e os «Conservadores» defendiam que os territórios deviam regressar à normalidade o mais rapidamente possível, sendo as medidas de regularização da situação o menos duras possíveis. Mas a posição de Lincoln nunca foi muito clara, mesmo após o fim da guerra, parecendo que se começava a aproximar das posições dos «Radicais», quando morreu.

Na noite de 14 de Abril de 1865, uma 6.ª feira Santa, o actor John Wilkes Booth, defensor da escravatura e com ligações fortes ao Sul, membro de uma família famosa de actores, matou Lincoln no Teatro Ford, em Washington. 

Com a ajuda do seu antigo sócio na advocacia, que sempre salientou o começo de vida bastante sórdido de Lincoln, este tornou-se o modelo do homem que sobe na vida a pulso.


Fontes: 
Enciclopédia Britânica

Postal Antigo - Grécia - Decoração interior de edifício da antiguidade grega


Vídeo - Isto é Matemática - T10E04 - “Matemática de Rua”

Legislação - Gabinete do Secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário - Despacho n.º 5291/2015

Vídeo - Era Uma Vez - O Corpo Humano - Episódio 19 - O Cérebro

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Vídeo - Alison Moyet - "Don't Go"

Biografia - Adolf Hitler

Adolf Hilter, ditador alemão, nasceu em 1889 na Áustria. Filho de Alois Hitler e Klara Poezl, alistou-se voluntariamente no exército bávaro no começo da Primeira Guerra Mundial. Tornou-se cabo e ganhou duas vezes a Cruz de Ferro por bravura. 

Depois da desmobilizaçãodo exército, Hitler associou-se a um pequeno grupo nacionalista, o Partido dos Trabalhadores Alemães, que mais tarde se tornou o Partido Nacional-Socialista Alemão (nazista). 

Em Viena, ele havia assimilado as idéias anti-semitas (contra os judeus)que, insufladas por seus longos discursos contra o Acordo de Paz de Versalhes e o marxismo, encontraram terreno fértil em uma Alemanha humilhada pela derrota. 

Em 1921, tornou-se líder dos nazistas e, dois anos mais tarde, organizou uma malograda insurreição, o "putsch" de Munique. Durante os meses que passou na prisão com Rudolph Hess, Hitler ditou o Mein Kampf (Minha Luta), um manisfesto político no qual detalhou a necessidade alemã de se rearmar, empenhar-se na auto-suficiência econômica, suprimir o sindicalismo e o comunismo, e exterminar a minoria judaica. 

Em 1929, ganhou um grande fluxo de adeptos, de forma que, ajudado pela violência contra inimigos políticos, seu partido floresceu. Após o fracasso de sucessivos chanceleres, o presidente Hindenburg indicou Hitler como chefe do governo (1933). 

Hitler criou uma ditadura unipartidária e no ano seguinte eliminou seus rivais na "noite das facas longas". Com a morte de Hindenburg, ele assumiu o título de presidente do Reich Alemão. Começou então o rearmamento, ferindo o Tratado de Versalhes, reocupou a Renânia em 1936 e deu os primeiros passos para sua pretendida expansão do Terceiro Reich: a anexação com a Áustria em 1938 e a tomada da antiga Tchecoslováquia. 

O ditador firmou o pacto de não-agressão nazi-soviético com Stalin, a fim de invadir a Polônia, mas quebrou-o ao atacar a Rússia em 1941. A invasão à Polônia precipitou a Segunda Guerra Mundial. 

Seguia táticas "intuitivas", indo contra conselhos de especialistas militares, e no princípio obteve vitórias maciças. Em 1941, assumiu o controle direto das forças armadas. Como o curso da guerra mostrou-se desfavorável à Alemanha, decidiu intensificar o assassinato em massa, que culminou com o holocausto judeu. 

Conhecido como um dos piores massacres da história da humanidade, o holocausto -termo utilizado para descrever a tentativa de extermínio dos judeus na Europa nazista- teve seu fim anunciado no dia 27 de janeiro de 1945, quando as tropas soviéticas, aliadas ao Reino Unido, Estados Unidos e França na Segunda Guerra Mundial, invadiram o campo de concentração e extermínio de Auschwitz-Birkenau, em Oswiecim (sul da Polônia). No local, o mais conhecido campo de concentração mantido pela Alemanha nazista de Adolf Hitler, entre 1,1 e 1,5 milhão de pessoas (em sua maioria judeus) morreram nas câmaras de gás, de fome ou por doenças. 

Ainda em 1945, quando o exército soviético entrou em Berlim, Hitler se casou com a amante, Eva Braun. Há evidências de que os dois cometeram suicídio e tiveram seus corpos queimados em um abrigo subterrâneo em 1945.


Noticia retirada daqui

Postal Antigo - Grécia - Atena


Vídeo - Isto é Matemática - T10E03 - “O Jogo do Ultimato”

Manual - Guia de funcionamento dos Centros de Recursos TIC para a Educação Especial

Vídeo - Era Uma Vez - O Corpo Humano - Episódio 21 - As Plaquetas

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Vídeo - Santana - "Black Magic Woman"

Postal Antigo - Grécia - Atenas - Estádio Olímpico


Biografia - Avilez Zuzarte de Sousa Tavares


n: 28 de Março de 1785 em Portalegre
m: 15 de Fevereiro de 1845 em Lisboa

Entrou para o Colégio dos Nobres em 1797 com os seus dois irmãos mais velhos, por motivo da lei sobre os Morgados desse ano, e aí estudou Artes até 1801, data em que regressou a Portalegre. Pouco tempo esteve em casa por ter regressado a Lisboa com a família nesse mesmo ano, devido à guerra que assolava a região. Tendo ingressado no Exército como Cadete foi nomeado Coronel do Regimento de Milícias do Crato em 24 de Junho de 1804. Em 1807 era também escolhido para  Superintendente das Coudelarias de Portalegre, função que tinha sido do seu pai. 
O Regimento do Crato tendo sido licenciado, por motivo da reforma das Milícias de Outubro de 1807, em 1808 estará livre para organizar e comandar o Regimento de Voluntários de Portalegre, criado pela Junta Governativa de Portalegre, para ajudar na luta contra os franceses. Com a transferência do Regimento para o Exército, enquanto Batalhão de Caçadores n.º 1 foi nomeado, em princípios de 1809, seu comandante com o posto de Tenente-Coronel.

Comandou o Batalhão em todas as batalhas e acções de campanha em que este participou, como parte da Divisão Ligeira, até Fevereiro de 1812, da batalha do Côa à de Fuentes d'Oñoro. Nesse ano foi promovido a coronel, e nomeado comandante do Regimento de Infantaria n.º 2, de Lagos, parte da célebre Brigada do Algarve que integrava a única Divisão Portuguesa organizada para servir conjuntamente com o Exército Britânico, tendo participado na conquista de Badajoz e na expulsão dos exércitos franceses de Espanha. Na batalha de Toulouse, última da guerra, comandou interinamente a brigada de que fazia parte. A mulher passou a acompanhá-lo a partir de Badajoz.

Em 1816 foi promovido a Brigadeiro, e em 1817, devido à organização da Divisão de Voluntários do Príncipe, que foi para o Brasil ajudar na conquista de Montevideu, foi-lhe dado o posto de Marechal de campo. Em 1818, tornou-se Governador de Montevideu. Fez toda a campanha na «Banda Oriental do Uruguai», distinguindo-se na batalha de Paço de Arenas, em Setembro de 1819. Em 1821, ainda no Brasil, foi graduado em Tenente general devido à sua  nomeação para Governador das Armas da Corte e Província do Rio de Janeiro, controlando os tumultos que se tinham dado por motivo da partida do rei e da corte para Lisboa. Em 5 de Julho de 1821 enquanto comandante das tropas portuguesas no Rio dirigiu o ultimato ao príncipe D. Pedro, para que jurasse as bases da Constituição, demitisse o conde dos Arcos e nomeasse uma junta governativa. Mais tarde, em Outubro, exigiu novamente a D. Pedro que anunciasse publicamente a sua adesão às decisões das Cortes reunidas em Lisboa. D. Pedro acatou de novo e decidiu-se, num primeiro impulso a regressar, também ele, à Europa. Mas em Janeiro de 1822 declarou publicamente que tinha decidido ficar no Brasil. Jorge de Avilez demitiu-se do governo das armas e com receio de um ataque das tropas brasileiras recuou para a Praia Grande, que fortificou. A divisão portuguesa embarcou em Fevereiro, chegando a Lisboa em Maio

Regressado a Portugal, foi eleito deputado nesse mesmo ano. Em 1823, foi nomeado pelas Cortes comandante-em-chefe do Exército, para fazer frente às movimentações do Infante D. Miguel. Mas não conseguiu impedir o golpe de estado conhecido pela Vilafrancada, que acabou com o primeiro período liberal restabelecendo o regime absolutista. Foi preso no castelo de S. Jorge, sendo depois transferido para a Torre de Belém. Julgado foi destituído do seu posto de tenente general graduado  e condenado a um ano de prisão em Castelo de Vide.

Em Junho de 1827, durante a regência da Infanta D. Isabel Maria, foi ilibado e reconduzido no seu posto. Com o regresso de D. Miguel, o general Avilez pediu licença para ir para Portalegre, mas foi novamente preso, em Junho de 1828, sendo mandado para São Julião da Barra. Em 1832 foi transferido para Almeida e depois para Bragança, de onde conseguiu fugir para Espanha. Entretanto, a sua mulher também foi presa, estando na Torre de Belém, no Limoeiro e no Aljube, mas o corpo diplomático acreditado em Lisboa exigiu a sua libertação e conseguiu-a.

D. Pedro reconciliado com o general, no fim da guerra civil, nomeou-o governador militar da Corte e província da Estremadura, sendo promovido a tenente general efectivo. Com a reorganização do exército passou a comandar a 1.ª divisão militar, sendo mais tarde transferido para a 7.ª, por motivos políticos.

Nomeado Par do reino em 1835, tendo-lhe sido dado o título de Visconde do Reguengo, aderiu ao Setembrismo em 1836, sendo nomeado senador, de acordo com a Constituição de 1838. Em Abril de 1838 foi-lhe concedido o título de conde de Avilez.

F. S. de Lacerda Machado, 
O Tenente-general Conde de Avilez (1785-1845), 2 vols., 
Gaia,1931 

Vídeo - Isto é Matemática - T10E02 - “Um Drone Na Gaiola”

Lista - Centros de Recursos TIC para a Educação Especial

Vídeo - Era Uma Vez - O Corpo Humano - Episódio 23 - A Vida e o Sonho

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Vídeo - Pink Floyd - "Another Brick in The Wall"

Postal Antigo - Grécia - Atenas


Biografia - Cabreira (Sebastião Drago Valente de Brito).


n.    6 de janeiro de 1763.
f.      2 de junho de 1833.


Fidalgo cavaleiro da Casa Real, em sucessão a seus maiores; bacharel formado em matemática pela Universidade de Coimbra; general de brigada de artilharia; governador das Armas do Algarve, e depois das dos Açores; comendador das ordens de Torre e Espada, e de S. Bento de Avis, etc. Nasceu em Faro a 6 de janeiro de 1763, faleceu no Porto a 2 de junho de 1833. Era filho de José Cabreira de Brito e Alvelos Drago Valente de Faria Pereira, fidalgo da Casa Real, sargento-mor da comarca de Faro, e de sua mulher, D. Isabel das Urdes Barreto, filha de Duarte Barreto, doutor em medicina pela Universidade de Coimbra, e médico honorário da Casa Real, e de D. Maria Teresa Urdes, filha dum tenente-coronel inglês do mesmo apelido.

Sebastião Cabreira alistou-se no exército em 1777. Sendo cadete de artilharia, estudou matemática na universidade, e depois de se formar foi promovido a tenente para o Regimento de Artilharia do Algarve, em que servia. Nesse posto entrou nas guerras do Rossilhão e da Catalunha, e depois na de 1801, em que foi comandante de artilharia do exército da Beira Baixa. Tomou parte muito activa na revolta que em junho de 1808 se deu em Faro contra os franceses. Foi depois nomeado membro da junta provisória que se formou no Algarve, e elevado a tenente-coronel de Artilharia 2, distinguindo-se sempre nos sucessos políticos até à derrota dos franceses. Em 1817 teve o posto de coronel para o Regimento de Artilharia n.º 4, estacionado no Porto, e achava-se nesta situação, quando se deu a revolta de 24 de agosto de 1820. Sendo nomeado vice-presidente do governo provisório, que então se formara naquela cidade, marchou para Lisboa à frente do exército, e depois da reunião das duas juntas do Porto e da capital, foi escolhido para presidente da junta preparatória das Cortes. Já com o posto de brigadeiro, foi em 1821 encarregado do comando militar da costa desde o cabo da Roca até à foz do rio Mondego, tendo depois a nomeação de governador das Armas do Algarve.

Em seguida à queda da Constituição ficou exonerado deste cargo, e sendo demitido em 1824, saiu do reino, onde voltou somente, depois do juramento da Carta Constitucional. Foi então reintegrado no posto de brigadeiro, mas emigrou para Inglaterra, logo que o infante D. Miguel chegou a Lisboa, e oferecendo-se para servir na ilha da Madeira como soldado, seguiu a bordo da fragata brasileira Isabel, juntamente com seu irmão Diocleciano Leão Cabreira. depois barão de Faro. Esse navio de guerra, segundo as instruções do marquês de Palmela, deixou na ilha Terceira o general Diocleciano Cabreira encarregado do governo das Armas e Sebastião foi-se-lhe depois reunir, por ter reconhecido a impossibilidade de desembarcar no Funchal. Assistiu à batalha de 11 de agosto, foi nomeado em 1831 comandante geral de artilharia, ficando por vezes incumbido do governo das Armas da ilha Terceira durante a ausência do general em chefe. Veio para Portugal em 1832 acompanhando D. Pedro IV, como comandante geral de artilharia do exército libertador, e logo depois do reconhecimento de Valongo e do combate de Ponte Ferreira, foi nomeado governador interino das Armas do Porto e da província do Minho. Aparecendo sempre. nos pontos mais arriscados em todas as acções que se deram nas linhas do Porto, distinguiu-se especialmente no dia 29 de setembro, em que, vendo o inimigo senhor das trincheiras, puxou da espada, e dirigindo uma breve mas enérgica alocução aos soldados, que estavam meio desanimados, colocou-se à sua frente, e levou as tropas miguelistas de vencida, afastando-as para longe das posições que tinham conquistado. Este rasgo brioso alcançou-lhe a comenda da Torre e Espada. Sebastião Cabreira continuou dando sempre provas de grande valor em todos os ataques que se seguiram.

D. Pedro IV agraciou-o com o titulo de visconde da Guarda, cujo decreto não chegou a publicar-se na folha oficial, por ter aquele monarca sabido que o valente militar falecera no Porto. Sebastião Cabreira era casado com D. Maria Alves Pinheiro Correia de Lacerda Green. Foi pai do falecido barão de Nossa Senhora da Vitória da Batalha. V. este titulo.

Biografia retirada daqui

Vídeo - Isto é Matemática - T10E01 - “0,999999999… É Igual a Um”

UFCD - 0123 - Acessórios fotográficos

0123 - Acessórios fotográficos
(*) Em Vigor
Designação da UFCD:
Acessórios fotográficos
Código:
0123
Carga Horária:
25 horas
Pontos de crédito:
2,25
Objetivos

  • Identificar acessórios para tomadas de vista.
  • Identificar acessórios para laboratório.
  • Identificar acessórios óticos.
Recursos Didáticos

Conteúdos

  • Diferentes tripés
  • Monopé
  • Cabos de sincronização
  • Cabos disparadores
  • Controlo remoto
  • Pára-sol
  • Filtros
  • Close-up
Referenciais de Formação

213005 - Operador/a de Fotografia
Histórico de Alterações

(*) 2008-05-14   Criação de UFCD.

Lista - Distribuição geográfica dos CRTIC: mapa de Portugal


Vídeo - Era Uma Vez - O Corpo Humano - Episódio 25 - Os Rins

domingo, 18 de fevereiro de 2018

UFCD - 0122 - Software adequado ao tratamento de imagens

0122 - Software adequado ao tratamento de imagens
(*) Em Vigor
Designação da UFCD:
Software adequado ao tratamento de imagens
Código:
0122
Carga Horária:
25 horas
Pontos de crédito:
2,25
Objetivos

  • Operar software adequado ao tratamento de imagem.
Recursos Didáticos

Conteúdos

  • Manipulação de imagens fotográficas em computador
  • Introdução à construção de páginas web
Referenciais de Formação

213005 - Operador/a de Fotografia
Histórico de Alterações

(*) 2008-05-14   Criação de UFCD.

Vídeo - Era Uma Vez - O Corpo Humano - Episódio 26 - A Pele

sábado, 17 de fevereiro de 2018

Vídeo - Pink Floyd - "Shine On You Crazy Diamond"

Postal Antigo - Grécia - Plaka, a Cidade Velha


Biografia - Azedo, Matias José Dias


n: 24 de Fevereiro de 1758 em Lisboa (Portugal)
m: 11 de Fevereiro de 1821 em Lisboa (Portugal)


Filho do Dr. Caetano Dias Azedo, natural do Brasil, assentou praça em 1780 sendo promovido a oficial em 1782. Foi escolhido para professor da Academia Militar que foi criada em 1789, e como todos os professores da Academia viu a progressão na carreira muito facilitada. Em 1800 foi nomeado governador de Campo Maior.

Durante a Guerra de 1801, defendeu a praça durante 10 dias do cerco muito incompetentemente realizado pelo exército espanhol. Como dirá o seu camarada de arma, o na altura capitão Neves Costa, fez o que lhe competia, mas nada mais. Promovido a Coronel, em consideração ao «merecimento, inteligência e distinto valor com que se honrou no governo e defesa da Praça», e logo a seguir a Brigadeiro é nomeado em Outubro chefe da Brigada de Engenheiros da Estremadura. Em 1809, tendo reparado as fortificações de Valença, esteve também na direcção da defesa do rio Minho, que impediu a travessia do rio pelo exército de Soult.

Em Dezembro de 1810 foi escolhido para dirigir o Corpo de Engenheiros, tendo sido também o seu primeiro comandante, quando se criou a arma de Engenharia, nomeação para que terá contribuído os projectos que tinha realizado sobre o Regulamento do Corpo.

Em 1820 fez parte da Junta Provisional Suprema do Reino, saída do compromisso entre as forças que tinham realizado o pronunciamento de Agosto no Porto, e o governo provisório saído do pronunciamento de Lisboa, de 15 de Setembro.

Morreu pouco tempo depois, tendo sido nomeado Inspector das Fronteiras 15 dias antes da sua morte, cargo que por isso nunca exerceu. 

Notícia retirada daqui

Vídeo - Isto é Matemática - T09E13 - “Seis Graus de Separação”

UFCD - 0121 - Equipamentos digitais

0121 - Equipamentos digitais
(*) Em Vigor
Designação da UFCD:
Equipamentos digitais
Código:
0121
Carga Horária:
50 horas
Pontos de crédito:
4,50
Objetivos

  • Identificar os diferentes equipamentos digitais.
Recursos Didáticos

Conteúdos

  • Câmaras digitais
  • Máquinas de grande formato
  • Scanner de transparências
  • Scanner de opacos
  • Computador e software
  • Impressoras digitais
Referenciais de Formação

213005 - Operador/a de Fotografia
Histórico de Alterações

(*) 2008-05-14   Criação de UFCD.

Conteúdo - Centros de Recursos TIC para a Educação Especial (CRTIC)

A criação de uma rede nacional de Centros de Recursos TIC para a Educação Especial decorre de uma política de inclusão dos alunos com Necessidades Educativas Especiais, de carácter prolongado, no ensino regular. A rede é constituída por 25 Centros de Recursos sedeados em Agrupamentos de escolas.

A finalidade dos Centros de Recursos TIC para a Educação Especial consiste na avaliação destes alunos para fins de adequação das tecnologias de apoio às suas necessidades específicas, na informação/formação dos docentes, profissionais, auxiliares de educação e famílias sobre as problemáticas associadas aos diferentes domínios de deficiência ou incapacidade.

Cada Centro tem um raio de ação e apoio a outros agrupamentos de escolas, a nível distrital (aprox.). A rede cobre todo o país com 7 Centros na Zona Norte, 6 na Zona Centro, 7 na zona de Lisboa e Vale do Tejo, 4 na zona do Alentejo e 1 na zona do Algarve.
Distribuição geográfica dos CRTIC: mapa de Portugal

Os Centros de Recursos seguem normas de funcionamento próprias - Guia de Funcionamento dos CRTIC 2015.

O processo de constituição da rede de Centros de Recursos TIC para a Educação Especial iniciou-se com o arranque parcial de 14 Centros no ano letivo de 2007-2008, tendo-se completado com os restantes em 2008-2009, distribuídos pelas 5 regiões educativas.

Em 21 de maio de 2015 foi publicado em D.R. o Despacho 5291/2015, reconhecendo a rede dos CRTIC como entidades prescritoras de produtos de apoio, financiados pelo Ministério da Educação e Ciência.

Vídeo - Era Uma Vez - O Corpo Humano - Episódio 01 - Os Músculos

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Vídeo - Pink Floyd - "Comfortably Numb"

Ficha informativa sobre Energias Renováveis e Energias Não Renováveis:


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Postal Antigo - Grécia - Plaka


Biografia - Álvaro de Castro



Nasceu na Guarda em 9 de Novembro de 1878; morreu em Coimbra a 29 de Junho de 1928. Filho do Dr. José de Castro e de Maria Benedita de Castro Pignatelli, acabou o curso de oficial de infantaria em 1901  o curso de Direito em 1908, acabando o seu terceiro curso, o Colonial, em 1911.

Republicano desde cedo, colaborou na Revista Nova e na Arte e Vida, participando activamente nas conspirações de Coimbra de 1908 e 1910.  Deputado na Assembleia Constituinte de 1911, fez parte do grupo denominado «Jovens Turcos», sendo ministro da Justiça no governo de Afonso Costa, em Janeiro de 1913 e ministro das Finanças no governo de Azevedo Coutinho, em Dezembro de 1914.

Foi um dos chefes que liderou a Revolução de 14 de Maio de 1915 que,  tendo provocado um banho de sangue em Lisboa, conseguiu derrubar o governo de Pimenta de Castro. Nomeado, como todos os outros dirigentes revolucionários, para postos chaves que permitissem levar Portugal à participação activa na guerra, foi nomeado Governador Geral de Moçambique nesse mesmo ano. Assumiu o comando das forças expedicionárias, em Abril de 1917, após a demissão do general Ferreira Gil, em 24 de Dezembro de 1916.

Demitiu-se do seu posto devido a tomada do poder, em Lisboa, de Sidónio Pais, tendo sido muito activo na Revolta de Santarém, de Janeiro de 1919, desencadeada contra o regime Sidonista. Fundou o seu próprio partido, o Partido Republicano de Reconstituição Nacional - o «Reconstituinte» -, cisão do Partido Democrático, tendo presidido a um governo que durou 10 dias, de 20 a 30 de Novembro de 1920 e de novo a um que durou mais de 6 meses, de 18 de Dezembro de 1923 a 6 de Julho de 1924. 

Com a Revolução do 28 de Maio de 1926 foi preso e internado em Elvas, donde se conseguiu evadir exilando-se em Paris. Tendo adoecido gravemente, pediu permissão para regressar ao país, tendo já chegado a Coimbra moribundo, vindo a  morrer poucos dias depois.



Fonte: 
Enciclopédia Portuguesa e Brasileira de Cultura, vol. III, pág. 229.

Vídeo - Isto é Matemática - T09E12 - “A Matemática das Letras”

Vídeo - Era Uma Vez - O Corpo Humano - Episódio 3 - Sistema Imunológico

terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

Fotografia - Criaturas do Mar Profundo

Fotografia - Criaturas do Mar Profundo

Fotografia - Criaturas do Mar Profundo

Fotografia - Criaturas do Mar Profundo

Fotografia - Criaturas do Mar Profundo

Fotografia - Criaturas do Mar Profundo

Fotografia - Criaturas do Mar Profundo

Fotografia - Criaturas do Mar Profundo

Fotografia - Criaturas do Mar Profundo

Fotografia - Criaturas do Mar Profundo

Fotografia - Criaturas do Mar Profundo

Fotografia - Criaturas do Mar Profundo

Fotografia - Criaturas do Mar Profundo

Fotografia - Criaturas do Mar Profundo

Vídeo - Pink Floyd - "Learning To Fly"

Documentos e elementos que devem constar do "DOSSIER AMBIENTE "


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UFCD - 0120 - Impressão de película em minilab

0120 - Impressão de película em minilab
(*) Em Vigor
Designação da UFCD:
Impressão de película em minilab
Código:
0120
Carga Horária:
25 horas
Pontos de crédito:
2,25
Objetivos

  • Descrever o processo de máquinas minilab.Identificar os comandos de máquinas minilab.Impressões em minilab, manipulando os enquadramentos a cores.
Recursos Didáticos

Conteúdos

  • Agentes químicos
  • Comandos de calibração
  • Comandos de substituição
  • Comandos de impressão
  • Manipulação de impressões em minilab, adequando ao tema da prova
Referenciais de Formação

213005 - Operador/a de Fotografia
Histórico de Alterações

(*) 2008-05-14   Criação de UFCD.

Postal Antigo - Grécia - Atenas


Biografia - Dom Luís de Meneses, 3ºconde da Ericeira

General na Guerra da Restauração, autor da História de Portugal Restaurado e introdutor das manufacturas em Portugal. 

Nasceu em Lisboa em 22 de Julho de 1632; 
suicidou-se em 26 de Maio de 1690.

Irmão do 2.º conde da Ericeira, com a Restauração entrou ao serviço do Príncipe D. Teodósio, o filho mais velho de D. João IV. Em 1650 começou a sua carreira militar sob o comando de D. João da Costa, 1.º conde de Soure em 1652, nomeado nesse ano para o comando do exército do Alentejo. 

Serviu no Alentejo até ao fim da guerra, participando nas batalhas das Linhas de Elvas, Ameixial e Montes Claros, entre outras, com o posto de general da Artilharia. Com o fim da guerra, foi nomeado governador das armas de Trás-os-Montes, em 1673. Em 1675 regressou a Lisboa sendo escolhido para deputado da Junta dos Três Estados, o conselho régio que administrava o exército. Na mesma altura, foi também nomeado Vedor da Fazenda.

Nesses lugares, apoiou as ideias mercantilistas introduzidas por Duarte Ribeiro de Macedo e desenvolveu uma política de apoio às manufacturas, tentando estancar a importação tanto de produtos de luxo como de primeira necessidade, tentando obviar assim a diminuição das exportações. Assim, a política manufactureira tinha como objectivo apoiar a produção de produtos de substituição das importações, sendo apoiadas por medidas legislativas anti-sumptuárias e de obrigação de utilização de panos nacionais, como foi o caso da pragmática de 1677. Foram assim fundadas as manufacturas de tecidos do Fundão, Covilhã e Portalegre. Apoiou também a produção de seda, com a plantação de amoreiras e apoio à produção dos bichos-da-seda. 

Escreveu a História de Portugal Restaurado, onde defendeu, na Introdução, a legitimidade da nova dinastia de Bragança, devido a que a infanta D. Catarina, filha do infante D. Duarte e neta de D. Manuel I, duquesa de Bragança pelo casamento, tinha sido ilegalmente afastada da sucessão por Filipe II de Espanha.

Apoiou claramente D. Pedro II e a aristocracia na crise com D. Afonso VI.

Suicidou-se atirando-se de uma janela do seu palácio em Lisboa.

Fonte:
Joel Serrão (dir.), Dicionário de História de Portugal, vol. ..., págs. 26-28

Informação retirada daqui

Vídeo - Isto é Matemática - T09E11 - “Onda de Pêndulos”

Vídeo - Era Uma Vez - O Corpo Humano - Episódio 5 - O Sangue

domingo, 11 de fevereiro de 2018

Vídeo - The Stranglers - "Golden Brown"

Vídeo - Circulação sanguínea de um peixe

Guia para a verificação da aplicabilidade do Decreto-Lei n.º 254/2007


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UFCD - 0119 - Teoria da cor - conceitos básicos

0119 - Teoria da cor - conceitos básicos
(*) Em Vigor
Designação da UFCD:
Teoria da cor - conceitos básicos
Código:
0119
Carga Horária:
25 horas
Pontos de crédito:
2,25
Objetivos

  • Identificar os conceitos básicos da teoria da cor.
Recursos Didáticos

Conteúdos

  • Processo aditivo da cor
  • Processo subtrativo da cor
Referenciais de Formação

213005 - Operador/a de Fotografia
Histórico de Alterações

(*) 2008-05-14   Criação de UFCD.

Postal Antigo - Grécia - Atenas


Biografia - Vitoriano José César

Oficial do exército e historiador militar  Nasceu no Cartaxo,  em 18 de Janeiro de 1860; morreu em Lisboa em 3 de Janeiro de 1939. General com o curso de Estado-Maior, assentou praça em Agosto de 1878, sendo promovido a alferes efectivo em Janeiro de 1888. Tendo chegado ao posto de coronel em 1914, só em Outubro de 1926 foi promovido a General.

Representante de Portugal nas grandes manobras em França de 1907, fez parte da embaixada extraordinária enviada a Espanha em 1912, quando da comemoração do centenário das cortes de 1812. 

Professor da cadeira de Táctica do Estado-Maior, foi sucessivamente sub-chefe do Estado Maior do Exército, comandante-geral da Guarda Nacional Republicana, comandante de 1.ª Divisão Militar, de Lisboa, e Presidente da Comissão de História Militar.

Autor de história militar, começou a sua carreira de escritor com um artigo sobre "As Instituições militares no estrangeiro", publicado na Revista Militar em 1896. Mais tarde, seguiram-se, a partir de 1914 e até 1930, dezenas de artigos sobretudo de história, mas também sobre vários aspectos da profissão das armas.

Sendo membro do Partido Evolucionista de António José de Almeida, a sua obra historiográfica é muito influenciada pela visão republicana da história das instituições portuguesas, estando muito dependente da visão panfletária transmitida por Latino Coelho, outro historiador militar republicano trabalhando durante a monarquia. No fim da vida a suas preocupações viraram-se para a História militar medieval. Os seus últimos escritos foram publicados na Edição Monumental da História de Portugal de Barcelos.

Escreveu:
Invasões Francesas, 3 vols., 1903, 1907 e 1910;
Batalha do Buçaco, 1.ª Edição, 1910; 3.ª Edição, 1930;
Batalha de Ouguela e Montijo, 1912;
Batalha de Montes Claros, 1912;
Évora e Ameixial, 1913;
Fundação da Monarquia Portuguesa - Batalha de Ourique, 1927
Ossóroba, Antiga Cidade do Algarve durante o domínio Árabe, 1931;
Ainda a Batalha de Ourique, 1934;
Batalha das Linhas de Elvas, 1935.


Fonte:
Enciclopédia Luso-Brasileira de Cultura, vol. 6.º