quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

3ºAno - Estudo do Meio - Ficha de Trabalho - Bilhete de Identidade de Cidadão Nacional


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Notícia - Turismo em Portugal - Sortelha (Sabugal)


A aldeia histórica de Sortelha, situada no concelho do Sabugal, foi recentemente considerada uma das mais belas aldeias do mundo. Situada no alto de um monte elevado, a mais de 760 metros de altitude, numa região muito acidentada, de cariz granítico, Sortelha é uma povoação ornada com penedos e barrocos, onde as casas encostam e assentam.

Informação retirada daqui

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Desenhos para colorir - Inverno


EFA - STC - NG7 - DR3 - Ficha de Trabalho nº2 - Biotecnologia - Sociedade, Tecnologia e Ciência


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Notícia - Possibilidade de vida em oito novos planetas

Há oito novos planetas com possibilidade de ter vida. Segundo o Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics (centro de astrofísica, em português), os exoplanetas encontrados têm condições suficientes para terem actividade biológica, vida.

Os exoplanetas, esxo porque orbitam em torno de outra estrela que não o sol, encontram-se a uma boa distância da sua estrela fonte de calor e luz. Isto faz com que possam ter água em vez de gelo, se estivessem mais longe, ou vapor, caso estivessem mais perto. Para além disso, têm «mais ou menos o tamanho certo» e luz suficiente. 

«Grande parte destes planetas têm boas probabilidades de serem rochosos, como a Terra», afirmou Guillermo Torres do centro de astrofísica, numa nota. Com solo palpável, ao invés de gases, e água, a possibilidade de existência de vida é animadora. 

David Kipping, também do centro de astrofísica, é cauteloso, no entanto. «Não sabemos com certeza se estes planetas na nossa amostra são verdadeiramente habitáveis», afirmou Kipping, «apenas que são possíveis candidatos». 

Até agora as principais esperanças estavam depositadas nos exoplanetas Kepler-442b e Kepler-438b, os mais parecidos com o planeta Terra. Por outro lado, ainda é preciso mais desenvolvimento tecnológico para os ver e ainda por cima visitá-los, alerta Christine Pulliam, do centro de astrofísica. 

O Kepler-438b, que tem um diâmetro 12% maior do que a Terra e 70% de superfície rochosa, está a 470 anos-luz. O Kepler-442b, que é um terço maior do que o planeta azul e 60% rochoso, está a 1100 anos luz. Os cientistas acredita, que as hipóteses do último ser uma zona habitável são de 97%. 

Os nomes dos exoplanetas devem-se ao telescópio Kepler. Lançado em 2009, o Kepler, tecnologia de ponta, localizou 160 000 estrelas, o que conduziu aos oito planetas. 

É graças aos últimos avanços que a NASA (sigla em inglês, Administração Nacional da Aeronáutica e do Espaço) afirma estar «muito próxima em termos tecnológicos e científicos de realmente encontrar outra Terra».

Resumo - Cultura de Massas


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Resumo - Teorema de Pitágoras


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Vídeo - Boney M - Megamix 2016

Conteúdo - História (Parte 2)


Muitos autores identificam essa atitude filosófica com uma espécie de habilidade ou capacidade de se admirar com as coisas, por mais prosaicas que sejam. Na base da filosofia, estaria a curiosidade típica das crianças ou dos que não se contentam com respostas prontas. Platão, um dos pais fundadores da filosofia ocidental, afirmava que o sentimento de assombro ou admiração está na origem do pensamento filosófico:

A admiração é a verdadeira característica do filósofo. Não tem outra origem a filosofia.
— Platão, Teeteto.
Na mesma linha, afirmava Aristóteles:

Os homens começam e sempre começaram a filosofar movidos pela admiração.
— Aristóteles, Metafísica, I
Embora essa capacidade de admirar-se com a realidade possa estar na origem do pensamento filosófico, isso não significa que tal admiração provoque apenas e tão somente filosofia. O sentimento religioso, por exemplo, pode igualmente surgir dessa disposição: a aparente perfeição da natureza, as sincronias dos processos naturais, a complexidade dos seres vivos podem causar profunda impressão no indivíduo e levá-lo a indagar se o responsável por tudo isso não seria uma Inteligência Superior. Uma paisagem que a todos parecesse comum e sem atrativos poderia atrair de modo singular o olho do artista e fazê-lo criar uma obra de arte que revelasse nuances que escaparam ao olhar comum. Analogamente, embora a queda de objetos seja um fenómeno corriqueiro, se nenhum cientista tivesse considerado esse fenómeno surpreendente ou digno de nota, não saberíamos nada a respeito da gravidade. Esses exemplos sugerem que, além de certa atitude em relação à nossa experiência da realidade, há um modo de interpelar a realidade e nossas crenças a seu respeito que diferenciariam essa investigação da religião, da arte e da ciência.

Ao contrário da religião, que se estabelece entre outras coisas sobre textos sagrados e sobre a tradição, a filosofia recorre apenas à razão para estabelecer certas teses e refutar outras. Como já mencionado acima a filosofia não admite dogmas. Não há, em princípio, crenças que não estejam sujeitas ao exame crítico da filosofia. Disso não decorre um conflito irreconciliável entre a filosofia e a religião. Há filósofos que argumentam em favor de teses caras às religiões, como, por exemplo, a existência de Deus e a imortalidade da alma. Mas um argumento propriamente filosófico em favor da imortalidade da alma apresentará como garantias apenas as suas próprias razões: ele apelará somente ao assentimento racional, jamais à fé ou à obediência.

Os artistas assemelham-se aos filósofos em sua tentativa de desbanalizar a nossa experiência do mundo e alcançar assim uma compreensão mais profunda de nós mesmos e das coisas que nos cercam. Mas a forma em que apresentam seus resultados é bastante diferente. Os artistas recorrem à percepção direta e à intuição; enquanto a filosofia tipicamente apresenta seus resultados de maneira argumentativa, lógica e abstrata.

Mas, se essa insistência na razão diferencia a filosofia da religião e da arte, o que a diferenciaria das ciências, uma vez que também essas privilegiam uma abordagem metódica e racional dos fenómenos? A diferença é que os problemas tipicamente filosóficos não podem ser resolvidos por observação e experimentação. Não há experimentos e observações empíricas que possam decidir qual seria a noção de “direitos humanos” mais adequada do ponto de vista da razão. O mesmo vale para outras noções, tais como “liberdade”, “justiça” ou “falta moral”. Não há como resolver em laboratório questões como: “quando tem início o ser humano?”, “os animais podem ser sujeitos de direitos?”, “em que medida o Estado pode interferir na vida dos cidadãos?”, “As entidades microscópicas postuladas pelas ciências têm o mesmo grau de realidade que os objetos da nossa experiência quotidiana (pessoas, animais, mesas, cadeiras, etc.)?”. Em resumo, quando um tópico é defendido ou criticado com argumentos racionais, e essa defesa ou ataque não pode contar com observações e experimentos para a sua solução, estamos diante de um debate filosófico.

Manual - Sistema HACCP


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