quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Biografia - Alfred Nobel

Alfred Nobel (1833-1896) foi o criador do Prémio Nobel. Inventou a dinamite, a balistite e outros detonantes. Era químico e industrial sueco. Usou sua fortuna para ajudar as organizações pacifistas e, antes de morrer, deixou seus bens para uma fundação que premiasse anualmente, cinco personalidades de destaque mundial da física, química, medicina, literatura e em especial a quem contribuísse de maneira notável para a paz entre os homens, receberia o Prémio Nobel da Paz.

Alfred Nobel (1833-1896) nasceu em Estocolmo, Suécia, em 21 de outubro. Seu pai modesto agricultor, resolveu estudar engenharia militar e já formado foi convidado pelo governo Russo a trabalhar na construção de engenhos militares. Partiram para a Rússia e em pouco tempo já possuíam jazidas petrolíferas em Baku, ao sul da Rússia.

Alfred e os irmãos Robert e Ludwig foram educados por professores particulares. Estudou em São Petersburgo e aos 16 anos já era um químico competente. Falava inglês, francês, alemão, russo, além de sueco. Foi mandado para os Estados Unidos, onde passou um ano trabalhando com Johan Ericsson, um engenheiro sueco. Voltou com capacidade para dirigir a exploração de petróleo, mas sua ambição era fazer experiências com explosivos, que mal se conhecia naquele tempo.

De volta à Suécia Alfred e seu pai montam um laboratório de pesquisas, na cidade de Helenborg, próximo a Estocolmo. Começam as pesquisas com nitroglicerina e em pouco tempo Alfred descobre a forma de fazer detonar essa substância. Uma explosão destruiu todo o laboratório, várias pessoas morreram entre elas, um irmão.

Proibido pelo governo de reconstruir a fábrica e estigmatizado como "cientista louco", Nobel instalou fábricas na Alemanha e Noruega. Os acidentes não cessaram, mas em 1866, Nobel descobre a maneira de minimizar o perigo de manusear a nitroglicerina, ao misturá-la com um material inerte e absorvente, que só explodia com um detonador especial. Nobel batizou o produto de dinamite.

O invento permitiu-lhe multiplicar suas fábricas. Em 1875 era dono de centros produtores de dinamite em vários países da Europa e nos Estados Unidos. Continuando suas pesquisas inventou a balistite, uma pólvora, que logo foi usada em vários países para fins militares.

Nobel acumulou grande fortuna com suas fábricas. Solitário, sem filhos e abalado com a utilização de seus inventos para fins bélicos, Usou parte de sua fortuna para ajudar as organizações pacifistas. Determinou que após sua morte, uma fundação patrocinasse anualmente, a entrega de cinco prêmios para quem se destacasse em física, química, medicina, literatura e quem contribuísse para a paz mundial.

Alfred Bernhard Nobel morreu em San Remo, Itália, em 10 de dezembro de 1896. A Fundação Nobel foi criada no dia 29 de junho de 1900. Desde 1902 quatro prêmios são entregues pelo Rei da Suécia e o Nobel da Paz é entregue em Oslo, na Noruega.

Biografia retirada de e-biografias

Desenhos para colorir - Inverno


Biografia - Eça de Queirós (José Maria)


n.      [ 25 de novembro de 1845 ].
f.       17 de agosto de 1900

Diplomata e escritor muito apreciado.

Nasceu na Póvoa de Varzim em 1846 [de facto em 25 de novembro de 1845], faleceu em Paris a 17 de agosto de 1900. Era filho do Dr. José Maria Teixeira de Queirós, juiz do Supremo Tribunal de Justiça, e de sua mulher, D. Carolina de Eça.

Depois de ter estudado nalguns colégios do Porto matriculou-se na faculdade de direito na Universidade de Coimbra, completando a sua formatura em 1866. Foi depois para Leiria redigir um jornal político, mas não tardou que viesse para Lisboa, onde residia seu pai, e em 1867 estabeleceu-se como advogado, profissão que exerceu algum tempo mas que abandonou pouco depois, por não lhe parecer que pudesse alcançar um futuro lisonjeiro. Era amigo íntimo de Antero de Quental, com quem viveu fraternalmente, e com ele e outros formou uma ligação selecta e verdadeira agremiação literária para controvérsias humorísticas e instrutivas. Nessas assembleias entraram Ramalho Ortigão, Oliveira Martins, Salomão Saraga e Lobo de Moura. Estabeleceram-se então em 1871 as notáveis conferências democráticas no Casino Lisbonense (V. Conferência), e Eça de Queirós, na que lhe competiu, discursou acerca do Realismo na Arte, em que obteve ruidoso triunfo. Decidindo-se a seguir a carreira diplomática, foi a um concurso em 21 de julho de 1870, ficando o primeiro classificado, e em 1872 teve a nomeação de cônsul geral de Havana, para onde partiu. Permaneceu poucos anos em Cuba, no meio das terríveis repressões do governo espanhol. Em 1874 foi transferido para Newcastle; em 1876 para Bristol, e finalmente para Paris em 1888, onde veio a falecer.

Eça de Queirós era casado com a Sr.ª D. Emília de Castro Pamplona, irmã do conde de Resende.

Colaborou na Gazeta de Portugal, Revolução de Setembro, Renascença, Diário Ilustrado, Diário de Notícias, Ocidente, Correspondência de Portugal, e em outras publicações. Para o Diário de Notícias escreveu especialmente o conto Singularidades duma Rapariga Loura, que saiu no livre brinde de 1873, e a descrição das festas da abertura do canal do Suez, a que ele assistiu em 1870, e que saíram com o título de Port-Said a Suez, no referido jornal, folhetim de 18 a 21 de janeiro do mesmo ano de 1870. Na Gazeta de Portugal, de 13 de outubro de 1867, publicou um folhetim com o título Lisboa, seguindo-se as Memórias de uma Freira e O Milhafre; em 20 de outubro, também de 1867, o conto fantástico O Sr. Diabo. Fundou a Revista Portugal com a colaboração dos principais e mais célebres homens de letras do seu tempo. Saíram desta revista vinte e quatro números, que formam quatro tomos de seis números cada um. Para este jornal é que escreveu as Cartas de Fradique Mendes. Na Revista Moderna publicou o romance A Ilustre Casa de Ramires.

Bibliografia:

A Morte de Jesus, na Revolução de Setembro, de 13, 14, 27 e 28 de abril, e 11 de maio de 1870; O Mistério da Estrada de Sintra, cartas ao Director do Diário de Notícias, de colaboração com Ramalho Ortigão, publicadas em 1871, e depois na colecção da Parceria Pereira, de que se tem feito várias edições; As Farpas, crónica mensal da política, das letras e dos costumes, fundada por Eça de Queirós e Ramalho Ortigão em julho de 1871; O Mandarim; O Crime do Padre Amaro, que saíra primeiro no Ocidente; O Primo Basílio, A Relíquia, que escreveu depois da sua viagem à Palestina; Os Maias, Episódios da Vida Romântica, em dois tomos; Eusébio Macário; Cidades e Serras; As Minas de Salomão, de Ridder Haggard, tradução, etc.

As obras de Eça de Queirós, na maior parte, têm tido diversas edições tanto em Lisboa como no Porto. Colaborou no livro In Memoriam, em homenagem a Antero de Quental. São de Eça de Queirós os interessantes prólogos dos Almanaques Enciclopédicos de 1896 e 1897 por ele dirigidos e publicados pelo falecido editor António Maria Pereira. Eça de Queirós, quando faleceu, estava trabalhando em romances inspirados nas lendas de S. Cristóvão e de S. Frei Gil, o celebrado bruxo português. Devido à iniciativa de amigos dedicados do falecido escritor, elevou-se uma estátua em mármore para perpetuar a sua memória, a qual está situada no Largo de Quintela. É uma verdadeira obra artística do escultor Teixeira Lopes. Figura Eça de Queirós curvado sobre a Verdade, lendo-se no pedaço de mármore tosco, que serve de pedestal à estátua da Verdade, estas palavras, que foram ali esculpidas. "Sobre a nudez forte da Verdade, o manto diáfano da fantasia". A inauguração realizou-se no dia 9 de novembro de1903, discursando os srs. conde de Arnoso e de Ávila, Ramalho Ortigão, Dr. Luís de Magalhães, Aníbal Soares e António Cândido; o actor Ferreira da Silva recitou uma poesia do sr. Alberto de Oliveira, falando por último o sr. Conde de Resende, cunhado de Eça de Queirós, agradecendo muito comovido em nome da família do falecido escritor aquela homenagem prestada à sua memória.

Informação retirada daqui

Powerpoint - Mulher Muçulmana


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Manual - Produção Integrada - Uma Alternativa de Agricultura Sustentável


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Higiene e Segurança no Trabalho - Trabalhos em Coberturas de Edifícios


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terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

EFA - STC - Documento de Apoio - Co-incineração em Souselas e Outão - Sociedade, Tecnologia e Ciência


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Conteúdo - Etimologia


O nome Portugal apareceu entre os anos 930 a 950 da Era Cristã, sendo no final do século X que começou a ser usado com mais frequência. O Rei Fernando I de Leão e Castela, chamado o Magno, denominou oficialmente o território de Portugal, quando em 1067 o deu ao seu filho D. Garcia, que se intitulou rei do mesmo nome. No século V, durante o reinado dos Suevos, Idácio de Chaves já escrevia sobre um local chamado Portucale, para onde fugiu Requiário:

Rechiarius ad locum qui Portucale appellatur, profugus regi Theudorico captivus adducitur: quo in custodiam redacto, caeteris qui de priore certamine superfuerant, tradentibus se Suevis, aliquantis nihilominus interfectis, regnum destructum et finitum est Suevorum (Requiário fugitivo ao lugar ao qual chamam Portucale, foi levado como prisioneiro ao rei Teodorico. Foi posto sob custódia, enquanto o resto dos suevos sobreviventes à anterior batalha renderam-se — apesar de alguns terem morrido —; desta maneira o reino dos Suevos foi extinto.)

Cale, a atual Vila Nova de Gaia, já era conhecida por Portucale no tempo dos godos. Num diploma de 841, surge por incidente, a primeira menção da província portugalense. Afonso II das Astúrias, ampliando a jurisdição espiritual do Bispo de Lugo, diz:

Totius galleciae, seu Portugalensi Provintiae summun suscipiat Praesulatum. (Que ele tome o governo supremo de toda a província da Galiza e de Portugal.)

Há quem afirme que Portugal teria derivado de Portogatelo, nome dado por um chefe oriundo da Grécia chamado Catelo, ao desembarcar e se estabelecer junto do atual Porto. A primeira vez que o nome de Portugal aparece como elemento de raiz heráldica, é numa carta de doação da Igreja de São Bartolomeu de Campelo por D. Afonso Henriques em 1129.

3ºAno - Estudo do Meio - Ficha de Trabalho - O Sistema Solar


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Resumo - A utilização dos computadores


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Ficha de Trabalho - Exercícios 7ºAno - Parte 1


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Powerpoint - Microbiologia dos Alimentos


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