terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Biografia - Adérito Sedas Nunes

Licenciado em Economia e Finanças pelo ISCEF (1955), onde começou a carreira acadêmica, passou, em 1973, para o ISCTE. Lecionou também na Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica e na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Fundou e dirigiu o Gabinete de Investigações Sociais da Universidade de Lisboa e a sua revista Análise Social. Fez parte da "ala liberal" na Câmara Corporativa (1969 l973), foi presidente da Junta Nacional de Investigação Científica e Tecnológica (1976-1977) e ministro da Cultura e Ciência e da Coordenação Cultural no V Governo Constitucional (1979-1980). Foi o grande renovador e impulsionador das modernas Ciências Sociais em Portugal, muito particularmente da Sociologia. Obras principais: Situação e Problema do Corporativismo (1954), Sociologia e Ideologia do Desenvolvimento (1968), A Situação Universitária Portuguesa (1971) e Questões Preliminares sobre as Ciências Sociais (1972).


Noticia retirada daqui

Vídeo - Isto É Matemática T01E05 O paradoxo do barbeiro - parte 1

Fotografia - Pormenor do painel do Campo Alegre


Notícia - Rãs mudam de sexo quando expostas a pesticida

As rãs do sexo masculino mudam de sexo quando expostas a um pesticida comum e relacionam-se com outros machos, ao ponto de serem capazes de produzirem ovos.

A conclusão é do estudo divulgado pela revista norte-americana ‘Proceedings of the National Academy of Sciences’, que expôs os animais a um produto que é utilizado há muitos anos em plantações agrícolas.

Em consequência, 10 por cento das rãs estudadas mudaram completamente de sexo, algo que é inédito. Anteriormente, animais como pássaros e peixes já tinham desenvolvido os dois sexos, mas nunca se tinha tegistado uma mudança radical.

Os machos registaram mudanças no comportamento reprodutivo, diminuição da produção dos espermatozóides e da testosterona.

O estudo foi, entretanto, questionado por alguns dos produtores de pesticidas, que negam efeitos tão profundos.




R.P.V

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Biografia - John Locke

Filósofo inglês, iniciador do iluminismo.
Nasceu em 29 de Agosto de 1632 em Wrington, Inglaterra ; 
morreu em Oates em 28 de Outubro de 1704.

Filho de um advogado e proprietário rural do Somerset, no sudoeste de Inglaterra, que se transformou em capitão de cavalaria durante a Guerra Civil, Locke despertou muito cedo para os problemas da vida política inglesa da sua época. Mas os problemas políticos não influenciaram em nada o decurso da sua educação. Entrou para a escola de Westminster em 1646, tendo ido para Oxford para o Colégio de Christ Church em 1652, tendo aí vivido até 1684. Parece ter-se preparado para entrar na vida clerical, mas sabe-se que recusou um futuro cargo em 1666, ano em que pediu dispensa das ordens para continuar os seus estudos. Num dado momento começou a estudar medicina, tendo-se licenciado em 1674. 

Em 1666 conheceu Lord Ashley, conde de Shaftesbury em 1672, passando a integrar a casa do aristocrata, chefe do partido Whig. Dirigiu, ou realizou, uma operação que salvou o seu patrono o que lhe abriu as portas da Royal Society. A sua posição junto de Ashley tornou-se assim indispensável, tendo negociado o casamento do seu herdeiro e tornando-se o seu tutor, apoiou o conde nas suas obrigações, tanto na administração dos seus interesses privados, como nos do serviço público. Assim, quando Shaftesbury foi nomeado Lorde Chanceler, Locke tornou-se o seu secretário para a apresentação de benefícios, sendo nomeado no ano seguinte, em 1673, secretário da Junta de Comércio, que abandonou em 1675 devido à queda política do seu protector.

A vida política de Locke fê-lo viajar bastante. Visitou a Alemanha em 1666, quando acompanhou uma embaixada inglesa à corte prussiana, durante a primeira Guerra contra a Holanda. Em 1675 foi viver para França, realizando algumas excursões, mas tendo vivido sobretudo em Montpellier. Foi nesta cidade que começou a tomar forma o seu Ensaio sobre o Entendimento Humano, obra que começou em 1671 e que só será publicado em 1690. Regressado a Inglaterra em 1679, exilou-se na Holanda em Agosto de 1683, depois de uma breve passagem por França, devido às posições políticas de Ashley que, em luta aberta contra o rei católico de Inglaterra, Jaime II, se tinha exilado no mesmo país, e aí morrido no ano anterior.

Na Holanda, andando de cidade em cidade, para fugir à prisão, requerida pela Inglaterra, conheceu Philip van Limbroch, dirigente de uma seita protestante, teólogo liberal a quem foi dedicada a Carta sobre a Tolerância, Epistola de Tolerantia no seu nome original latino. Foi aqui que terá concluído o seu Ensaio, pouco tempo antes de regressar a Inglaterra acompanhando a futura rainha Maria, em Fevereiro de 1689.

O novo regime quis reconhecer os serviços e nomeou-o embaixador ou para Berlim ou para Viena, à sua escolha, mas Locke recusou devido ao «ar frio» e às «bebidas quentes». Foram-lhe propostos outros cargos menos importantes, que aceitou, como o de comissário de comércio. Mesmo ocupando cargos públicos, que o obrigavam a estar em Londres, foi viver para o campo, para Oates, para casa de Francis Masham, casado com a filha do célebre filósofo platónico de Cambridge, Cudworth. Aí viveu até à sua morte, acontecida em 1704.

Biografia retirada daqui

3ºAno - Estudo do Meio - Ficha de Avaliação - Os Animais


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Conteúdo - Os computadores numa empresa


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Biografia - Albert Einstein

Vídeo - Isto é Matemática T01E04 - O efeito borboleta

Fotografia - Três aspectos do 25 de Abril em Lisboa


Desenhos para colorir - Outono


Manual - Instalações e Equipamentos


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Lista de Concelhos na Rede Nacional de Áreas Protegidas


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Notícia - Pequenos problemas de pele aos quais deve prestar muita atenção


Há pequenos problemas de pele que não passam disso mesmo, de pequenas complicações que acabam por desaparecer com o tempo. Mas existem também pequenos problemas de pele que, embora pareçam inofensivos, podem ser o indício de um problema mais grave.

É o que acontece com aquela borbulha com pus que não desaparece, nem mesmo quando é apertada vezes sem fim durante semanas. De acordo com a revista Prevention, estas ‘espinhas eternas’ podem ser, na verdade, um tipo de cancro de pele (o carcinoma) e aparecer em qualquer parte do corpo.

Ter os lábios gretados por mais de quatro semanas – e sem sinal de melhorias a curto prazo – pode ser também um sinal de cancro da pele, mais concretamente, de queilite actínica, uma lesão pré-maligna causada pela exposição solar. Também pré-maligna é a queratose actínica, uma doença causada pela ‘secura eterna’ da pele e que pode dar origem a manchas e pequenas lesões escamosas. A exposição solar é também uma causa.

E aquela zona do pescoço mais escura que até parece sujidade? Parece não ser nada de mais, mas pode ser um sinal de acantose nigricans, uma condição que afeta a pigmentação e que pode estar relacionada com a resistência à insulina ou à diabetes tipo 2.

A queda inesperada de pelos nas sobrancelhas e nas pestanas pode ser um indício de problemas de tiroide, enquanto as manchas escuras nas unhas que não desaparecem e não deixam a unha crescer podem indicar o crescimento e agravamento do hematoma, diz a publicação.

Informação retirada daqui

EFA - STC - NG7 - DR4 - Ficha de Trabalho nº2 - A Tabela Periódica - Sociedade, Tecnologia e Ciência


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