quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Conteúdo - Défice de atenção - Quais as causas do Défice de Atenção?


Pensa-se que este défice seja hereditário.

Alguns estudos/investigações indicam que ele é causado por anomalias nos neurotransmissores cerebrais.

O défice de atenção pode ser reforçado pelo ambiente familiar ou escolar.

Alguns estudos sugerem que este défice pode estar associado a factores ambientais como a exposição ao fumo de cigarro ou a álcool durante a gravidez.

Pensa-se que a exposição a níveis elevados de chumbo (pintura de edifícios antigos) pode ser outro factor de risco a considerar.

Desenhos para colorir - Dia da Mãe


Higiene e Segurança no Trabalho - Ficha Informativa sobre Acidentologia


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Biografia - Delaborde, Henri-François




n: 21 de Dezembro de 1764 em Dijon (França)
m: 3 de Fevereiro de 1833 em Paris (França)

Educado para padre, alistou-se como soldado em 1783 no Regimento de Condé, por um motivo desconhecido, sendo ainda cabo em 1791, quando foi licenciado. Eleito tenente em 1791 no Regimento de Voluntários de que também fazia parte Junot, alcançou o posto de general de Divisão dois anos mais tarde, tendo-se distinguido no cerco de Toulon de 1793. Após a conquista desta cidade, foi enviado para os Pirinéus-Ocidentais onde comandou a célebre "Coluna Infernal." Seguiu-se um período de serviço nos exércitos da Alemanha até 1801, época em que foi atacado por crises agudas de reumatismo. Possivelmente por esse motivo, não participou nas campanhas de 1805 a 1807 com o "Grande Exército," sendo comandante do campo de instrução de Pontivy a partir de Fevereiro de 1807.
Em fins de 1807 foi nomeado comandante da 1ª divisão do Corpo de Observação da Gironda, sendo Governador Militar de Lisboa durante o período da 1.ª Invasão Francesa. Derrotado na Roliça pelo general britânico Wellesley, futuro duque de Wellington, abandonou Portugal com o exército francês após a Convenção de Sintra. Enviado novamente para a Península em 1809, como comandante da 1.ª divisão do 8.º corpo do Exército de Espanha, sob a direcção de Junot, participou na batalha da Corunha sob o comando de Soult, ocupando o Porto durante a 2.ª Invasão Francesa. Foi o principal responsável pela salvação do Exército de Soult, quando o Exército britânico comandado pelo também regressado general Wellesley conseguiu atravessar o rio Douro de surpresa.

De regresso a França, voltou a ocupar postos administrativos até 1812. Comandante da 1.ª Divisão de Infantaria da Guarda Imperial, durante a campanha da Rússia - divisão formada por regimentos da "Jovem Guarda" - foi gravemente ferido na batalha de Pirna, em Agosto de 1813, durante a Campanha da Alemanha, não tendo participado por isso na Campanha de França de 1814. Apoiou Napoleão no seu regresso a França, sendo Par de França durante os "Cem Dias." Foi proscrito por Luís XVIII em 1815.


Fonte:
Jean Tulard e outros,
Histoire et Dictionnaire du Consulat et de l'Empire,
Paris, Laffont, 1995


Conteúdo - George Berkeley - Filosofia imaterialista


Berkeley aceita o empirismo de Locke mas não admite a passagem dos conhecimentos fornecidos pelos dados da experiência para o conceito abstrato de substância material. Por isso, e assumindo o mais radical empirismo, Berkeley afirma que uma substância material não pode ser conhecida em si mesma. O que se conhece, na verdade, resume-se às qualidades reveladas durante o processo perceptivo. Assim, o que existe realmente nada mais é que um feixe de sensações e é por isso que Esse est percibi - ser é ser percebido. O que está em xeque não é a negação do mundo exterior, mas sim o conceito fundamental, desde Descartes, de uma ideia de matéria como constituinte de tudo o que é e que fosse diferente da substância pensante. Para fugir do subjetivismo individualista (pois tudo que existe somente existiria para a mente individual de cada indivíduo), Berkeley postula a existência de uma mente cósmica que seria universal e superior à mente dos homens individuais. Deus é essa mente e tudo o mais seria percebido por Ele (de modo que a existência do mundo exterior à mente individual e subjetiva do homem, estaria garantida)

Biografia - François Auguste Victor Grignard


François Auguste Victor Grignard nasceu em Cherbourg, França, em 6 de maio de 1871. Frequentou escolas locais durante os anos de 1883 a 1887 e, em 1889, ganhou uma bolsa de estudos na École Normale Spécial de Cluny. Depois de dois anos, a escola, que intencionava formar professores para as modernas escolas secundárias, foi fechada pela disputa entre defensores dos métodos "clássicos" e "modernos" do ensino secundário. Grignard e seus colegas de classe foram transferidos para outros estabelecimentos para finalizar seus estudos, e Grignard teve a sorte de estudar na Universidade de Lyons, onde foi destacado à Faculté des Sciences. Não obteve sucesso no exame de licenciatura em matemática e, em 1892, abandonou a universidade para completar o serviço militar. Ao final do ano de 1893 foi dissuadido do serviço militar e retornou ao Luons para obter o grau de Licencié ès Sciences Mathématiques em 1894.

Em dezembro de 1894, após alguma persuasão, Grignard aceitou um cargo júnior na Faculté des Sciences, trabalhando com Louis Bouveault; foi rapidamente promovido a preparador e foi então que iniciou sua longa associação com Philippe Barbier. Obteve o grau de Licencié-ès-Sciences Physiques e, em 1898, tornou-se chefe das travaux pratiques e também escreveu seu primeiro artigo científico conjuntamente com Barbier. Em 1901 submeteu sua brilhante tese sobre compostos orgânicos de magnésio, Sur les Combinaisons Organomagnésiennes Mixtes, e foi então condecorado com o título de Docteur és Sciences de Lyons.

Foi nomeado Maítre de Conférences, na Universidade de Besançon em 1905, mas retornou a Lyons no ano seguinte, ocupando uma posição similar até ser eleito como Professor Adjunto de Química Geral em 1908. Em 1909 assumiu o Departamento de Química Orgânica de Nancy, em sucessão à Blaise Pascal que mudou-se para Paris, e no ano seguinte tornou-se Professor de Química Orgânica. No início da I Guerra Mundial foi mobilizado para seu posto militar, mas foi logo designado para estudar, em Nancy, o craqueamento de benzóis e, posteriormente, a trabalhar em problemas químicos para a Guerra em Paris. Após a Guerra, retornou a Nancy e, em 1919, sucedeu Barbier como professor de Química Geral em Lyons. Em 1912 recebeu o posto adicional de Director de l'École de Chimie Industrielle de Lyons, tornando-se um membro da Universidade de Concyl, e em 1929 tornou-se Reitor da Faculdade de Ciências.

As primeiras investigações de Grignard foram sobre o etil beta-isopropilacetobutirado e sobre os ácidos diisopropilbuteneidocarboxílicos, estereoisométricos, e estudos sobre hidrocarbonetos insaturados quelatos. Em 1899, seguindo as recomendações de Barbier, estudou os compostos de organomagnésio e sua descoberta sobre a preparação clássica de haletos de alquila com magnésio. Grignard desenvolveu aplicações diretas para estes reagentes simples e elegantes, que possuíam papel importante na síntese orgânica de tal modo que, no ano de sua morte, em 1935, havia mais de 6.000 referências a eles na literatura. Utilizou os reagentes para preparar e estudar os álcoois, cetonas, ceto-ésteres, nitrilas e terpenos mais exóticos até então desenvolvidos. Desenvolveu também um método para síntese dos fulvenos.

Grignard foi o autor de mais de 170 publicações e, no momento de sua morte, trabalhava arduamente na elaboração de uma grande referência literária sobre química em francês. Dois volumes de seu Traité de Chimie Organique (Tratado em Química Orgânica) já haviam sido publicados, e dois mais estavam prontos para impressão e trabalhos editoriais, e outros dois estavam bem adiantados; estes foram finalizados apenas por seus colaboradores.

Em 1912, Grignard foi agraciado com o Prémio Nobel de Química por suas descobertas sobre os reagentes de Grignard, dividindo este prémio com Paul Sebatier, que realizou trabalhos na hidrogenação de compostos orgânicos com a utilização de catalisadores metálicos.

Grignard casou-se com Augustine Marie Boulant em 1910 e seu o único filho, Roger, seguiu os passos académicos do pai; também tiveram uma filha. Grignard faleceu em 13 de dezembro de 1935.

4ºAno - Estudo do Meio - Ficha de Trabalho - História


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Postal Antigo - Grécia - A guarda do Presidente


Vídeo - Isto é Matemática T07E07 Equilibrismo

Vídeo - The Shadows - "Apache"

UFCD - 0092 - Conceção de ilustrações digitais

0092 - Conceção de ilustrações digitais
(*) Em Vigor
Designação da UFCD:
Conceção de ilustrações digitais
Código:
0092
Carga Horária:
25 horas
Pontos de crédito:
2,25
Objetivos

  • Conceber ilustrações digitais
Recursos Didáticos

Conteúdos

  • Integração de elementos
    • Imagens digitais / revisões
    • Imagens vetoriais / revisão
    • Resolução das imagens
    • Conversões RGB e CMYK
  • Operacionalização da ilustração
    • Imagens digitalizadas
    • Conversão/adaptação de imagens
    • Criação de fundos
    • Considerações geométricas e fotográficas
    • Composição de fotomontagens realistas
    • Implementação de técnicas tradicionais de desenho e pintura - filtro e painter
Referenciais de Formação

213004 - Técnico/a de Desenho Gráfico
Histórico de Alterações

(*) 2008-05-14   Criação de UFCD.

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

EFA - STC - Exercício - Sociedade do Telemóvel - Sociedade, Tecnologia e Ciência

Os desenvolvimentos tecnológicos têm consequências, muitas vezes imprevistas, sobre a estrutura social das sociedades. Poderemos falar na emergência de uma sociedade do telemóvel?


Segundo Anthony Giddens o termo modernidade refere-se aos modos de vida e de organização social que emergiram na Europa por volta do século XVII. Para o autor "a modernidade altera radicalmente a natureza da vida social quotidiana e afecta os aspectos mais pessoais da nossa experiência. (...) A vida social moderna caracteriza-se por processos profundos da reorganização do tempo e do espaço, aliados à expansão de mecanismos de descontextualização – mecanismos conducentes à abstracção das relações sociais de localizações específicas, recombinando-se através de vastas distâncias de espaço-tempo". O telemóvel altera radicalmente estas distâncias.


  • O objecto que mais mudou os nossos hábitos sociais não é o computador, nem a Internet, nem o cabo, é o telemóvel. (...)

    É o caso do relógio que saiu do laboratório das excentricidades, um pouco como precursor de um Meccano ou um Lego moderno, ou de um jogo de habilidade mecânica, ou de um objecto de luxo tão curioso como inútil, para se transformar numa necessidade tão vital que biliões de homens o trazem no pulso. Se exceptuarmos o uso dos relógios nos navios para calcular a longitude, os relógios não serviam para nada quando a esmagadora maioria das pessoas trabalhava de sol a sol, ou ao ciclo das estações, e estas dependiam de um calendário que estava escrito nos astros. Calendários eram precisos, relógios não eram precisos, até ao momento em que a Revolução Industrial apareceu e mudou quase tudo por onde passou. Milhões de pessoas vieram dos campos para as cidades, para as fábricas e para as minas, e precisavam de horas. O relógio subiu primeiro para as torres ou para o centro da fachada neoclássica das fábricas e lá continuou, passando depois para dentro, e depois para o bolso dos ricos e por fim para o pulso de todos. Hoje o relógio ordena o nosso tempo com um rigor muito para além do biológico e manda no nosso corpo, como nenhum objecto do passado. É tão presente que parece invisível, nem damos por ela que está lá, é parte do nosso corpo, mais do que objecto estranho. Um figurante do Ben Hur esqueceu-se dele, e nos filmes há quem vá para a cama sem ser para dormir, só vestido no pulso. (...)

    (...) Luta-se por um telemóvel, porque num telemóvel de um adolescente está muito do seu mundo: telefones dos amigos, telefone dos namorados, passwords, fotografias, mensagens, vídeos, o equivalente a um diário pessoal, em muitos casos mais íntimo que um diário à antiga,com a sua chavinha de brincar que dava a ilusão de que ninguém o lia. À medida que se caminha pela idade acima o conteúdo do telemóvel muda, mas continua pessoal e intransmissível, com os SMS comprometedores que arruínam muitos casamentos, até se tornar quase um telefone de emergência que os filhos dão aos pais com os números deles já gravados e os das emergências: "é só carregar aqui e eu atendo, se houver qualquer problema, assim não se sente sozinho." Sente. (...)

    (...) o magnífico instrumento de controlo que é o telemóvel, pessoa a pessoa, numa rede que prende os indivíduos numa impossível fuga àquilo que é o objecto sempre presente, sempre ligado (os telemóveis desligados são de desconfiar), no qual a primeira pergunta é sempre "onde tu estás?", uma pergunta sem sentido no telefone fixo, esse anacronismo. Adolescentes jovens ou tardios, casais, maridos, mulheres, amantes, namorados, patrões e empregados, jogam todos os dias esse jogo do controlo muito mais importante do que a necessidade de falar ao telemóvel. Na verdade a esmagadora maioria das chamadas de telemóvel não tem qualquer objecto ou necessidade de ser feita, ninguém as faria num mundo de telefones fixos, que não seja pelo controlo, pela presentificação do indivíduo no seu jogo de inseguranças, solidões, afectos, e medos, através da caixa electrónica que se segura numa mão.

    Não é a necessidade que justifica a presença quase universal dos telemóveis desde as crianças de seis anos até aos velhos, os milhões de chamadas a qualquer hora do dia, em qualquer sítio, da missa à sala de aulas, do carro à cama, é o complexo jogo de interacções sociais que ele permite, sem as quais já não sabemos viver. Viver num mundo muito diferente e cada vez mais diferente.


  • A cultura e a dependência da imagem que caracterizam os jovens de hoje exigem novas abordagens. E assim chegamos ao telemóvel, afinal o protagonista desta triste estória. Um pequeno telefone é um herói para o seu jovem dono, espécie de prolongamento do seu corpo e definidor dos seus relacionamentos: com ele se namora, se evita a solidão, se copia nos testes, se recebem ralhos ou mimos dos pais, se goza com os políticos ou os professores.As mensagens escritas, gratuitas em muitos casos por jogada bem calculada das operadoras, são os "papelinhos" trocados à socapa dos velhos tempos. Mais do que isso: com as câmaras de filmar dos telemóveis, registam-se cenas sexuais depois exibidas sem pudor ou, na terrível moda do "happy slapping", um adolescente agride outro desprevenido, para riso de um grupo que filma a cena.


  • Onde é que já se viu hoje em dia não ter telemóvel, deixar de jogar playstation ou counterstrike em rede, ir para o hi5, deixar de mandar mails, chats e MSN, sacar filmes e umas músicas, ou para aqueles mais rebarbados sacar uns filmes XXX para vêr à noite?
    Pois, há cerca de 10-15 anos atrás, não havia.



Resumo
O uso dos telemóveis generalizou-se de tal modo, que se pode afirmar que essa tecnologia se naturalizou, passou a fazer parte integrante das dinâmicas do indivíduo. Quem não tem hoje um telemóvel em Portugal e, no mundo ocidental em geral? O fenómeno expandiu-se sem olhar a classe social, económica, cultural, género ou idade. Os serviços disponibilizados pelos equipamentos foram-se desdobrando para atrair e satisfazer necessidades e desejos.

Onde quer que se esteja está-se com quem e com o que se quer e precisa – “A era da conexão é a era da mobilidade” (Lemos,2004:3). Abre-se uma nova vaga na dinâmica das rotinas cognitivas e sociais metamorfoseadas pelas tecnologias da informação e da comunicação, em que a ubiquidade e o nomadismo são características marcantes. Mas, não deixa de ser igualmente marcante a nova dinâmica de gestão dos contactos e dos laços sociais. O que aparentemente traria um alargamento do círculo de sociabilidade, afinal afigura-se como meio de fechamento do sujeito num círculo restrito e controlado, no qual só entra quem é reconhecido. Deste modo, gerando o que Gournay (2002:355) designa de insularidade mediática mas, que também poderemos designar de geração de arquipélagos de comunicação –
«L’insularité médiatique constitue la propriété marquante de la communication mobile, autant dans l’espace public que prive. Une insularité mouvante qui assure une fluidité maximale de la circulation des informations et des personnes, au prix de l’évitement ou du contournement de la proximité indésirable avec l’entourage, qu’il s’agisse du public anonyme, de clients ou d’administrés inopportuns, ou tout simplement de relations trop pesantes.» (Gournay 2002:355)

Com a expansão do uso das comunicações móveis são identificados três níveis de tensão com a ecologia do espaço público (Morel,2002:51), a saber: o primeiro deve-se às melodias e sonoridades intempestivas que ferem a dinâmica sonora e relacional dos espaços; em segundo lugar, o acto de telefonar onde quer que se esteja altera os modos de presença e relacionamento com o espaço públicos e respectivos actores, alguns dos quais passam a estar presentes, mesmo na ausência física; num terceiro nível, o uso público de meios de comunicação móvel transporta do que foi durante muito tempo tido como do espaço privado para o espaço público, ou seja, o acto de telefonar estava associado ao lar ou ao espaço de trabalho, passa agora a estar onde quer que estejamos, com especial impacto na dinâmica de estar no espaço público ou em espaço partilhados (semipúblicos).

A presente comunicação propõe-se reflectir sobre as mudanças sociais que a comunicação móvel introduz e apresentar alguns resultados frutos de estudos empíricos. Deste modo, pretende-se dar um contributo para estimular a reflexão sobre as implicações do uso de uma tecnologia que se alojou no nosso quotidiano como um vírus multiresistente ao qual ninguém escapa, mesmo os que tentam minimizar a sua presença e impacto, tal é a pressão social.







1. Considera excessiva a expressão "sociedade do telemóvel"? Justifique.

2. Será que o telemóvel promove o anulamento do diálogo directo, já que é mais fácil mandar uma mensagem ou falar via telemóvel? 

Discuta contextos diversificados.


3. Estamos a assistir à construção de uma sociedade mais aberta os mais fechada? Justifique. 

4. Comente os valores de Sónia no modo como efectuou o carregamento do telemóvel. 


Póvoa de Varzim recebe 9.º Colóquio Nacional do Milho


A ANPROMIS organiza o 9º Colóquio Nacional do Milho a 7 de fevereiro de 2018, no Hotel Axis Vermar, na Póvoa de Varzim.
Ponto de encontro obrigatório para produtores de milho, técnicos e empresas do setor agrícola, a 9ª edição do Colóquio Nacional do Milho contará com 3 painéis de debate sobre os temas: “Os desafios técnicos da produção de milho sila­gem em Portugal”; “O Mercado Mundial do Leite: situa­ção atual e perspetivas futuras” e “A Estratégia Nacional para a Promoção da Produção de Cereais”, além de uma palestra sobre “A importância do milho no desenvolvimen­to socioeconómico do nosso país”.
O programa do evento continua no dia 8 de fevereiro com uma visita ao Banco Português de Germoplasma Vegetal, em Braga e à Sociedade Agrícola Teixeira do Batel, em Vila do Conde.

Informação retirada daqui

Manual - Melhorar o Ambiente Organizacional em prol da Saúde dos Profissionais


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Sistema de Gestão Ambiental


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