domingo, 24 de dezembro de 2017

Manual - A Gravidez e a Esclerose Múltipla


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Powerpoint - Diversidade na Biosfera





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Apontamentos de Direito do Ambiente


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UFCD - 0100 - Projeto de folhetos e desdobráveis

0100 - Projeto de folhetos e desdobráveis
(*) Em Vigor
Designação da UFCD:
Projeto de folhetos e desdobráveis
Código:
0100
Carga Horária:
25 horas
Pontos de crédito:
2,25
Objetivos

  • Desenhar folhetos, desdobráveis e anúncios para os media.
  • Conceber projetos de grande formato.
  • Conceber projetos para Internet.
Recursos Didáticos

Conteúdos

  • Formatos
  • Frente e verso
  • O jogo visual e a coincidência
  • Vinco e dobra Origami
  • Imagem
  • Fotografia/ilustração
  • Tipografia
  • Texto
  • Valores metafóricos
  • Tipografia como valor total e exclusivo
  • Letra é imagem
  • P suporte
  • Papéis normais e reciclados
  • Impressão
  • Cor
  • Verniz
  • Verniz como reserva
  • Cortantes
  • Acabamentos especiais
  • Cenários (media, teatro, etc.)
  • Murais (espaços metro, exposições)
  • Stands ou espaços de promoção
  • Concepção de layouts de sites e planificação da estrutura dos mesmos, mantendo a linha gráfica e simplificando as estruturas destes
Referenciais de Formação

213004 - Técnico/a de Desenho Gráfico
Histórico de Alterações

(*) 2008-05-14   Criação de UFCD.

Flyer - O Fabuloso Mundo dos Smartfones









sábado, 23 de dezembro de 2017

Biografia - Celsius

Anders Celsius nasceu em Novembro de 1701, revelando, desde muito novo, um notável talento para a matemática, do que resultaria a sua nomeação de professor de astronomia na Universidade de Uppsala, cidade (sua terra natal) situada a Norte de Estocolmo. A experiência adquirida em quase todos os grandes observatórios da Europa, naquela época, e os trabalhos que desenvolveu – quer individualmente quer em colaboração com alguns dos mais famosos astrónomos do século XVIII (o estudo das auroras boreais e a sua relação com o magnetismo terrestre, a comparação de luminosidades das estrelas ou a confirmação das suspeitas de Newton quanto à forma da Terra por medições de arcos de meridiano no Norte da Suécia e nas proximidades do Equador) – forneceram-lhe argumentos para convencer as autoridades de Uppsala a construírem um moderno observatório de que seria o seu primeiro director.

Embora com uma vida muito curta (faleceu em 1744), Celsius teve ainda tempo para alargar a sua actividade a áreas não exclusivamente ligadas à astronomia. Na verdade, seria uma dessas suas incursões que o tornaria famoso, ao estabelecer uma escala de temperaturas divida em 100 partes, razão por que começou a ser conhecida como “centígrada”. Inicialmente, o valor 0 (zero) corresponderia à ebulição da água, atribuindo o valor de 100 à temperatura a que ela congela, e só posteriormente se terá efectuado a inversão para o modo como actualmente é conhecida.

Passados mais de 200 anos durante os quais esta escala, estabelecida por Celsius, foi referida como “escala centígrada”, reconheceu-se que o facto de em países como França, Espanha e Portugal o termo “centígrado” corresponder a uma outra medida (a centésima parte do grado, medida de ângulo, ou de arco) e ainda por serem correntes referências a outras escalas de temperatura pelo nome dos seus criadores (Fahrenheit, Kelvin, Rankine…) se justificaria uma decisão que tornasse mais rigorosa a expressão dos valores de “temperaturas Celsius”. Assim, na 9,ª Conferência Geral de Pesos e Medidas de 1948, foi formalmente adoptado o “grau Celsius” (símbolo ºC) em substituição do “grau centígrado”. Ficava assim uniformizado o modo de exprimir uma determinada temperatura por “graus Celsius”, “graus Fahrenheit” ou “graus Kelvin”. No entanto, esta última escala (de Kelvin) seria sujeita a uma excepção – na Conferência GPM de 1967 –, passando a ser referida apenas por “Kelvin”.

De utilização mais comum, as escalas de Celsius e de Kelvin baseiam-se num conceito semelhante para a divisão das escalas (em qualquer delas é igual o intervalo correspondente a 100 graus), sendo, no entanto, a de Kelvin relacionada com a velocidade das moléculas constituintes das substâncias, pelo que o 0 (zero) corresponde à paragem desse movimento (“zero absoluto”) e equivale a –273,15 ºC.

Apesar de, em meios científicos, ser mais ajustada a utilização da escala de Kelvin, é de uso mais comum a de Celsius. No entanto, nem por isso se generalizou (ainda) o cumprimento das convenções internacionais e a evocação que Anders Celsius merece, de referir a temperatura do corpo humano (por exemplo) como trinta e seis graus Celsius e não “centígrados”, como (incorrectamente) ainda se pratica.

SUPER 151

Desenhos para colorir - Dia da Mãe


Powerpoint - A Célula Eucariótica



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UFCD - 0099 - Conceção da linha gráfica de produtos

0099 - Conceção da linha gráfica de produtos
(*) Em Vigor
Designação da UFCD:
Conceção da linha gráfica de produtos
Código:
0099
Carga Horária:
25 horas
Pontos de crédito:
2,25
Objetivos

  • Conceber a linha gráfica de produtos.
Recursos Didáticos

Conteúdos

  • Linha gráfica de produtos naturais
  • Tipografia/Escolha de tipos
  • Manchas de texto e imagem
  • Legibilidade
  • Elementos mutantes
    • A mesma família
    • O mesmo carácter
    • Um produto diferente (cromática, formal, conceptual)
    • Articulação de referências
    • Operacionalidade
    • O específico
    • Dados obrigatórios
  • O comum
  • Diferentes processos de embalagem
  • Os diferentes suportes
  • Higienização/Impressão
Referenciais de Formação

342360 - Técnico/a de Comunicação - Marketing, Relações Públicas e Publicidade
213004 - Técnico/a de Desenho Gráfico
Histórico de Alterações

(*) 2008-05-14   Criação de UFCD.

4ºAno - Estudo do Meio - O Crânio


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Postal Antigo - Grécia - Catedral Ortodoxa


Vídeo - Isto é Matemática T07E12 Évarist Galois uma novela matemática

Vídeo - Chubby Checker - "The Twist"

Biografia - Antoine Brenier

Brenier de Montmorand, Antoine-François
Barão do Império francês e Conde
n: 12 de Novembro de 1767, Saint-Marcellin (França)
m: 8 de Outubro de 1832, idem (França)

Entrou no Exército como Cadete, em 1781, sendo transferido para a cavalaria da Guarda Real. Em 1792, com o início da guerra é nomeado ajudante de campo, e em 1793, é comandante de regimento (chef de brigade) no Exército dos Pirinéus-Orientais. Devido à assinatura da paz com a Espanha em 1795, é transferido para o Exército de Itália e mais tarde para o da Holanda, sendo promovido a general de Brigada em 1799. De 1801 a 1807 ocupa postos administrativos.
Em finais de 1807 é transferido para o 1º Corpo de Observação da Gironda, sendo ferido na batalha do Vimeiro e feito prisioneiro. Trocado em 1809, serve com Massena em 1810, sendo nomeado Governador de Almeida. Em 1811, cercado pelo Exército britânico, devido à retirada de Portugal do exército francês, conseguiu evacuar a guarnição da fortaleza e juntar-se às forças de Massena, sendo promovido a general de divisão em 26 de Maio, e nomeado Barão do Império em Fevereiro de 1812.

Em 1813, é gravemente ferido na batalha de Lutzen na Saxónia, não servindo mais até ao fim do Império. Apoia a Restauração, sendo nomeado inspector de Infantaria e feito Conde.

Fonte:
Jean Tulard e outros,
Histoire et Dictionnaire du Consulat et de l'Empire, 
Paris, Laffont, 1995.