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terça-feira, 19 de dezembro de 2017
Biografia - Henry Clinton
Oficial em 1787, serviu em 1788 e 1789 como voluntário no exército prussiano estacionado na Holanda, tendo-se tornado Ajudante-de-Campo do Duque de York em 1793. Promovido a Tenente-Coronel em 1795, foi feito prisioneiro pelos franceses em 1796, quando regressava a Inglaterra vindo das Antilhas. Em 1799 acompanhou o exército do general russo Suvorov nas campanhas de Itália e da Suiça, como oficial de ligação. De 1802 a 1805 foi ajudante-general do Exército britânico na Índia. Regressou a Inglaterra a tempo de ser enviado novamente como oficial de ligação para o Exército russo, na campanha que terminou com a batalha de Austerlitz, a que assistiu. Foi governador de Siracusa, na Sicília, nos anos de 1806 e 1807, sendo escolhido para o Parlamento em 1808. Ajudante-general do Exército britânico em Portugal após a batalha do Vimeiro, acompanhou Moore na campanha de Espanha, que culminou com a batalha da Corunha. Enviado para a Irlanda, quando em 1810 foi promovido a major-general pediu para regressar ao serviço activo, sendo enviado para Portugal para comandar a 6ª divisão do Exército britânico, tendo participado na batalha de Salamanca. Em 1813 foi graduado em tenente-general, tendo sido nobilitado no ano seguinte devido à sua participação na batalha de Vitória. Com o regresso de Napoleão a França, foi chamado por Wellington para comandar a 3ª divisão do 2º corpo, que dirigiu durante a batalha de Waterloo.
Fontes:
David Chandler,
Dictionary of the Napoleonic Wars,
Londres, Arms & Armour Press, 1979.
The Dictionary of National Biography,
founded in 1882 by George Smith,
Oxford, Oxford University Press, 1998
segunda-feira, 18 de dezembro de 2017
Bancos de sementes quer criar super feijão para resistir à seca em África
Dois «bancos de sementes» estão no continente africano a tentar descobrir «super feijões» que consigam resistir à seca, para combater a fome e mudanças climáticas que ameaçam África, informou o Centro Internacional de Agricultura Tropical.
De acordo com aquele organismo, os feijões estão a ser criados por meios convencionais para resistir às condições de seca.
O grupo opera um dos dois «bancos de sementes» de feijão em África, região onde é esperado que mais consequências das mudanças climáticas, de acordo com o Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas.
Um dos campos de testes situa-se no norte do Uganda, onde a chegada recente de mais de um milhão de refugiados do Sudão do Sul, assolado pela guerra, está a levar ao limite as capacidades dos agricultores locais e a própria terra em si.
O chamado «super feijão», uma variedade de rápido crescimento e alto rendimento, está a ser promovido pelo governo do Uganda e por especialistas em agricultura com o objetivo de alimentar zonas propensas à fome em África.
Informação retirada daqui
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