quinta-feira, 10 de maio de 2018

Conteúdo - Temperatura do corpo - 38°C a 41°C


Esse aumento de temperatura costuma ser interpretado como sinal de doença grave. Mas na verdade, um termómetro medindo 39°C ou mais revela que a proliferação da maioria das bactérias está sendo impedida. Graças a isso, os processos do sistema imunológico se desenvolvem mais rapidamente, o fluxo sanguíneo se intensifica e o tempo de produção de anticorpos contra vírus fica mais curto. Isso costuma ativar os tremores musculares superficiais, o que permite manter o calor dentro do corpo. Se, durante esse período, a sensação de aquecimento aumentar, é porque teve início a segunda fase, que é a diminuição da febre. Ou seja, o aumento indicado pelo termómetro é uma reação do corpo na luta pela sobrevivência, e não há nada de ruim nisso. Mas você também não deve deixar para lá: confira o tópico seguinte.

Outra informação: a temperatura corporal pode chegar aos 40°C se você estiver numa sauna ou tomando um banho de vapor. Em casos assim, não é preciso se preocupar.

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Conteúdo - Temperatura do corpo - 37,1°C a 38°C, prolongados


Uma temperatura elevada entre 37,1 e 38°C durante um tempo prolongado pode revelar a presença de alguma doença inativa no corpo. Em alguns casos, essa temperatura pode ser a única manifestação de uma enfermidade em suas primeiras etapas. Assim, o melhor é procurar um médico o quanto antes.

Se tal temperatura for observada por um curto período do tempo, não é preciso entrar em pânico, pois não há perigo.

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Conteúdo - Temperatura do corpo - 35,5°C a 37°C


Durante o dia, a temperatura corporal humana varia entre 35,5°C (pela manhã) a 37°C (à noite). Essa mudança depende do ciclo diário do Sol, e não há nada que você possa fazer para influenciar diretamente no processo. Além disso, há um fato interessante: em média, a temperatura corporal nas mulheres é 0,5°C mais alta que nos homens.

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quarta-feira, 9 de maio de 2018

Conteúdo - Sintomas de intolerância ao álcool que podem ser ignorados ou confundidos com outras doenças



A intolerância ao álcool pode ser de 2 tipos:

-Congénita: característica geneticamente determinada, pela qual o corpo não consegue metabolizar o etanol e seus metabólitos.

-Adquirida: surge com o uso de medicamentos, pela incidência de doenças ou certas lesões.
O que diferencia as pessoas com intolerância ao álcool das demais?

Normalmente, depois que o álcool entra no sangue, o etanol se decompõe lentamente em acetaldeído, que por sua vez é metabolizado por enzimas durante um longo tempo. Pessoas com intolerância ao álcool sofrem com uma distorção da atividade enzimática no corpo. Ou seja, o álcool se decompõe muito rapidamente, o acetaldeído se concentra no sangue e causa o surgimento de muitos sintomas desagradáveis.

Fatores de risco:
-Etnia: pessoas de origem asiática, por exemplo, têm mais tendência a desenvolver intolerância ao álcool que as ocidentais.
-Alergia a componentes de bebidas alcoólicas: lúpulo (na cerveja), conservantes e aromatizadores.
--Consumo de alguns antibióticos e medicamentos antimicóticos.
Asma bronquial ou rinite alérgica.
-Alergias a cereais e outros alimentos.

Esses 9 sintomas principais indicam claramente uma intolerância ao álcool nos seres humanos. Agora que você sabe mais sobre fenômenos como a síndrome flush, é pouco provável que volte a confundir os sintomas com os de outras doenças e transtornos.

Conteúdo - Sintomas de intolerância ao álcool que podem ser ignorados ou confundidos com outras doenças - Aumento da temperatura corporal


Esse sintoma costuma ser atribuído a resfriados ou intoxicações, mas a temperatura corporal também aumenta com a intolerância ao álcool.

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Conteúdo - Sintomas de intolerância ao álcool que podem ser ignorados ou confundidos com outras doenças - Aumento dos batimentos cardíacos


O álcool sempre afeta o coração, pois altera seu ritmo e causa batimentos cardíacos rápidos. Mas se a taquicardia for notada após o primeiro drink, provavelmente indicará uma intolerância ao etanol. Em casos graves, a taquicardia vem junto com ataques de asfixia.

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Conteúdo - Sintomas de intolerância ao álcool que podem ser ignorados ou confundidos com outras doenças - Vermelhidão na pele


Uma vermelhidão repentina da pele do rosto e do corpo é outro sinal de uma possível intolerância ao álcool. Algumas pessoas chegam até a desenvolver pequenas bolhas que se assemelham à urticária, por isso muitas vezes elas são confundidas com uma reação alérgica. Primeiro, as manchas aparecem no rosto, depois no corpo. Isso acontece de forma desigual: elas surgem de forma caótica, lembrando uma erupção. Por esse motivo, a intolerância ao álcool é muitas vezes citada como a síndrome do rubor facial (Alcohol Flush Reaction), da palavra inglesa flush (rubor).

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Conteúdo - Sintomas de intolerância ao álcool que podem ser ignorados ou confundidos com outras doenças - Diarreia


A diarreia pode chegar no mais inoportuno dos momentos. E a maioria das pessoas acha que ela só decorre da alimentação inadequada. Mas nem sempre isso é verdade. Vale a pena parar para pensar se o sintoma surgiu depois do consumo de bebida alcoólica.

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Conteúdo - Sintomas de intolerância ao álcool que podem ser ignorados ou confundidos com outras doenças - Náuseas


Obviamente, náuseas e vómitos podem surgir quando exageramos no consumo de drinks. Mas nas pessoas com intolerância ao álcool, esses sintomas podem aparecer mesmo depois de beber uma pequena quantidade de bebidas.

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Conteúdo - Sintomas de intolerância ao álcool que podem ser ignorados ou confundidos com outras doenças - Enxaqueca


A enxaqueca é um fenómeno desagradável por si só, e seu surgimento muitas vezes pode estar relacionado ao consumo de álcool. E ela é um dos principais sintomas de intolerância às bebidas.

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Conteúdo - Sintomas de intolerância ao álcool que podem ser ignorados ou confundidos com outras doenças - Edema nas extremidades


Ao penetrar no corpo, o álcool provoca uma intoxicação, e a pessoa sofre com a desidratação e com o funcionamento deficiente do sistema excretor. Com isso, o excesso de líquidos fica acumulado nos tecidos, provocando inchaço nas extremidades.

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Conteúdo - Sintomas de intolerância ao álcool que podem ser ignorados ou confundidos com outras doenças - Obstrução das vias aéreas


Nos acostumamos a considerar normal a presença de sintomas como espirros, congestão nasal ou dificuldade para respirar. No entanto, a origem deles, na realidade, pode estar relacionada à intolerância ao álcool. A mucosa nasal tem muitos vasos capilares. Quando a área é exposta ao etanol, surge um edema que dificulta a respiração e causa uma sensação de congestão nasal.

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Conteúdo - Sintomas de intolerância ao álcool que podem ser ignorados ou confundidos com outras doenças - Aumento / diminuição da pressão arterial


Pessoas com pressão arterial alta costumam sentir dor pulsante nas têmporas, zumbidos nos ouvidos e tonturas. Já se a pressão diminuir, os sintomas vão desde escuridão na visão e sensação de fadiga até tonturas.

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Notícia - 10 Mudanças que surgem no corpo de quem faz caminhadas diárias

9. Alívio na dor nas costas


Caminhar pode se tornar um verdadeiro salva-vidas para quem convive com dores nas costas. Como é uma atividade de baixo impacto, gera muito menos desconforto do que causaria a prática de HIIT (do inglês, Treino Intervalado de Alta Intensidade). Caminhar ajuda a melhorar a circulação sanguínea entre a base da coluna vertebral, a postura e flexibilidade, vitais para uma coluna saudável.


Informação retirada daqui

Vídeo - Agricultura Biológica

Biografia - Aluísio Azevedo

Aluísio Azevedo (1857-1913) foi escritor brasileiro. "O Mulato" foi o romance que iniciou o Movimento Naturalista no Brasil. Foi também caricaturista, jornalista e diplomata. É membro fundador da Academia Brasileira de Letras.

Aluísio Azevedo (1857-1913) nasceu em São Luís, Maranhão, no dia 14 de abril de 1857. Levado pelo irmão, o teatrólogo e jornalista Artur Azevedo, viajou para o Rio de Janeiro aos 17 anos de idade. Começou a estudar na Academia Imperial de Belas-Artes, onde revelou seus dons para o desenho. Logo passou a colaborar, com caricaturas e poesias, em jornais e revistas.

Com a morte do pai, em 1879, Aluísio volta para São Luís e se dedica a literatura. Publica seu primeiro romance, "Uma Lágrima de Mulher", em 1880, onde se mostra exageradamente sentimental e de estilo romântico. Em 1881 edita "O Mulato", romance que iniciou o Movimento Naturalista no Brasil. A obra denunciava o preconceito racial existente na burguesia maranhense Com a reação negativa da sociedade, Aluísio volta para o Rio de Janeiro.

Aluísio Azevedo abandonou as tendências românticas em que se formara, para, influenciado por Eça de Queirós e Émile Zola, tornar-se o precursor do Movimento Realista-Naturalista. No Rio de Janeiro, passou a viver com a publicação de folhetins românticos a alguns relatos naturalistas. Viveu durante 15 anos do que ganhava como escritor.

Preocupado com a realidade cotidiana, seus tema prediletos foram a luta contra o preconceito de cor, o adultério, os vícios e o povo humilde. Na obra "O Cortiço", Aluísio retrata o aumento da população no Rio de Janeiro e o aparecimento de núcleos habitacionais, denominados cortiços, onde se aglomeravam trabalhadores e gente de atividades incertas. O grande personagem do romance é o próprio cortiço.

Em 1895, com quase quarenta anos, Aluísio ingressa na carreira diplomática, atuando como cônsul do Brasil no Japão, na Espanha, Inglaterra, Itália, Uruguai, Paraguai e Argentina. Durante todo esse período não mais se dedicou a produção literária.

Aluísio Tancredo Gonçalves de Azevedo morreu em Buenos Aires, Argentina, no dia 21 de Janeiro de 1913.

Obras de Aluísio Azevedo
Uma Lágrima de Mulher, romance, 1879
Os Doidos, teatro, 1879
O Mulato, romance, 1881
Memórias de um Condenado, romance, 1882
Mistérios da Tijuca, romance, 1882
A Flor de Lis, teatro, 1882
A Casa de Orates, teatro, 1882
Casa de Pensão, romance, 1884
Filomena Borges, romance, 1884
O Coruja, romance, 1885
Venenos que Curam, teatro, 1886
O Caboclo, teatro, 1886
O Homem, romance, 1887
O Cortiço, romance, 1890
A República, teatro, 1890
Um Caso de Adultério, teatro, 1891
Em Flagrante, teatro, 1891
Demônios, contos, 1893
A Mortalha de Alzira, romance, 1894
O Livro de uma Sogra, romance, 1895
Pegadas, contos, 1897
O Touro Negro, teatro, 1898

Biografia retirada de e-biografias

Postal Antigo - Estocolmo - Câmara Municipal ao entardecer (verso)


Vídeo - Modern Talking - "Megamix 2000"

Conteúdo - Romanização


Os Romanos iniciaram a invasão da Península Ibérica (a que chamavam "Hispânia") em 218 a.C., durante a Segunda Guerra Púnica contra Cartago. Aí anexaram inicialmente duas regiões como províncias, a Hispânia Citerior (nordeste) e a Hispânia Ulterior (sudoeste) A mineração foi o primeiro factor de interesse na região: um dos objectivos estratégicos de Roma era cortar a ligação de Cartago com as minas hispânicas de cobre, estanho, ouro e prata.

No fim do século I a.C. foi criada a província da Lusitânia, que correspondia a grande parte do actual Portugal a sul do rio Douro e à estremadura espanhola, com capital em Emerita Augusta (Mérida). Os Romanos exploraram com intensidade minas como Aljustrel (Vipasca) e São Domingos, na Faixa Piritosa Ibérica que se estende até Sevilha. 

Enquanto o sul foi ocupado com relativa facilidade, a anexação do norte só se deu muito depois, em parte devido à resistência dos povos nativos. Povos célticos, como os Lusitanos liderados por Viriato nos Montes Hermínios (serra da Estrela), conseguiram conter a expansão romana durante anos.  Perito em tácticas de guerrilha, Viriato travou uma guerra incansável contra os invasores, derrotando sucessivamente vários generais romanos, até ser morto à traição em 140 a.C.. A conquista total da Península Ibérica ocorreu dois séculos após a chegada, quando os Romanos venceram as guerras cantábricas, no tempo do imperador Augusto (19 a.C.). Em 74 Vespasiano concedeu o "direito latino" (equiparação aos municípios da Itália) a grande parte dos municípios da Lusitânia. Em 212 a Constituição Antonina atribuiu a cidadania romana a todos os súbditos (livres) do Império e, no fim do século, o imperador Diocleciano fundou a Galécia, que integrava o norte do actual Portugal, a Galiza e as Astúrias, últimos territórios conquistados.

A economia da Hispânia teve uma enorme expansão. Além da mineração, os Romanos desenvolveram a agricultura naquelas que eram algumas das melhores terras agrícolas do Império. No actual Alentejo cultivaram vinha e cereais, e no litoral desenvolveram a indústria pesqueira para fabricação de garum- no litoral algarvio, em Lisboa, na Póvoa de Varzim, em Matosinhos e em Troia- que exportavam pelas rotas comerciais romanas para todo o império. As transações comerciais eram facilitadas pela cunhagem de moeda e pela construção de uma extensa rede viária, aquedutos e pontes, como a de Trajano em Águas Flávias (actual Chaves). Os romanos fundaram numerosas cidades- como Olisipo (Lisboa), Bracara Augusta (Braga), Emínio (Coimbra), Pax Júlia (Beja) - e deixaram um importante legado cultural naquilo que é hoje Portugal: o Latim vulgar tornou-se o idioma dominante da região, base da língua portuguesa, e a partir do século III o cristianismo difundiu-se em toda a Hispânia.

Manual - Avaliação de Impacte Ambiental na vertente de Protecção Civil


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