quinta-feira, 27 de julho de 2017

Powerpoint sobre Biomas


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Vídeo sobre uma Amiba em Movimento

Vídeo sobre Paramécias


Vídeo sobre a Floresta de Coníferas

Resumo sobre A Terra como um Sistema


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Vídeo sobre Ambientes Terrestres e Aquáticos


Vídeo sobre o Ambiente Aquático Marinho


Vídeo sobre a Floresta Tropical


Vídeo sobre o Deserto


Vídeo sobre a Tundra


Vídeo sobre a Savana

Ciências Naturais - Powerpoint sobre Saúde Individual e Comunitária


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Ciências Naturais - O Sistema Excretor



O sistema urinário participa da manutenção da homeostase através da eliminação de restos do metabolismo, de água e outras substâncias pela urina. O aparelho urinário tem a tarefa de separar do sangue as substâncias nocivas e de eliminá-las sob a forma de urina. É composto pelos rins, que filtram o sangue e são os verdadeiros órgãos activos no trabalho de selecção das substâncias de rejeição; dos bacinetes renais com os respectivos ureteres, que conduzem a urina até a bexiga; da bexiga, que é o reservatório da urina; da uretra, canal mediante o qual a urina é conduzida para fora. Juntamente com as substâncias de rejeição, o aparelho urinário filtra e elimina também água. A eliminação de água é necessária seja eporque as substâncias de rejeição estão dissolvidas no plasma, que é constituído, na sua maior parte, de água, seja porque também a quantidade de água presente no sangue e nos tecidos deve ser mantida constante.
O sistema urinário é formado por 2 rins, 2 ureteres, 1 bexiga e 1 uretra.







Os rins são os principais órgãos do sistema urinário. Situados na cavidade abdominal, na região lombar, um de cada lado da coluna vertebral e rodeados por um tecido gorduroso, os rins são órgãos em forma de feijão, de cor vermelha escura. Têm o tamanho de um ovo de galinha, medindo cerca de 11 cm de comprimento e 6 cm de largura. Pesam entre 115 e 155 gramas nas mulheres e entre 125 e 170 gramas nos homens. O lado côncavo está voltado para a coluna vertebral e é por esse lado que entram e saem os vasos sanguíneos, do qual a artéria renal e a veia renal são os mais importantes.
Os rins extraem os produtos residuais do sangue através de milhões de pequenos filtros, denominadas nefrónios, que são a unidade funcional dos rins. Dos nefrónios, os resíduos recolhidos são enviados através dos ureteres para a bexiga.
Os nefrónios estão sempre a funcionar? Sim, a sua actividade é contínua e permanente. Mais de 1000 litros de sangue passam através dos rins diariamente, o que significa que eles filtram todo o sangue do nosso organismo várias vezes por dia (porque no nosso corpo existem apenas 5 litros de sangue). Num período de 24 horas os nefrónios produzem cerca 180 litros de urina, mas em média, cada pessoa só excreta cerca de 1,5 litros por dia.



Dos rins, a urina viaja através de dois finos tubos chamados ureteres até a bexiga. Os ureteres medem aproximadamente de 8 a 10 polegadas de comprimento. Músculos nas paredes dos ureteres constantemente contraem e relaxam para forçar a urina dos rins para baixo. Se é permitido que a urina fique parada, ou volte para cima, uma infecção renal pode desenvolver-se. Pequenas quantidades de urina são despejadas na bexiga pelos ureteres a cada 10 a 15 segundos, aproximadamente.





A bexiga é um órgão muscular oco com formato de um balão. Ela se situa na sua pelve (parte inferior do abdómen) e é mantida no lugar por ligamentos inseridos noutros órgãos e nos ossos da pélvis. A bexiga armazena urina até que você esteja pronto para ir à casa de banho para esvaziá-la. Ela incha obtendo uma forma arredondada quando está cheia e fica diminuída quando vazia. Se o sistema urinário está ínteiro, a bexiga pode comportar até 500ml (2 copos) de urina confortavelmente por 2 a 5 horas.
Músculos circulares chamados esfíncteres ajudam a evitar que a urina vaze. Os músculos esfincterianos fecham-se como uma fita de borracha ao redor da abertura da bexiga na uretra, o tubo que permite que a urina passe para fora do corpo.
Nervos da bexiga informam quando é hora de urinar (esvaziar a bexiga). Ao passo que a bexiga vai ficando repleta de urina, pode-se perceber uma necessidade de urinar. A sensação de urinar torna-se mais forte à medida que a urina continua a encher e alcança o seu limite. Neste momento, nervos da bexiga enviam ao cérebro uma mensagem de que a bexiga está cheia, e sua urgência para esvaziar a bexiga intensifica-se.
Quando você urina, o cérebro sinaliza aos músculos da bexiga para se contraírem, espremendo a urina para fora da bexiga. Ao mesmo tempo, o cérebro sinaliza aos músculos do esfíncter para relaxarem. Quando estes músculos relaxam a urina sai da bexiga através da uretra. Quando todos os sinais ocorrem na ordem correcta, acontece o acto de urinar normalmente.
Uretra é a denominação dada ao canal condutor da urina, que parte da bexiga e termina na superfície exterior do corpo, no pénis ou vulva.
O nosso sangue contém muitas substâncias de que não necessitamos e algumas podem mesmo ser perigosas - água em excesso, sais minerais, células mortas ou alteradas e resíduos das actividades celulares. Por isso têm de ser eliminadas.
O que o organismo não assimila, isto é, os materiais inúteis ou prejudiciais ao seu funcionamento, deve ser eliminado. As nossas células produzem muitos resíduos que devem ser eliminados (excretados) do organismo. Esses resíduos são chamados excreções. A pele e o sistema urinário encarregam-se de eliminar de nosso organismo os resíduos das actividades das células e também as substâncias que estão em excesso no sangue, expelindo-os sob forma de suor (pela pele) e de urina (pelo sistema urinário).

segunda-feira, 24 de julho de 2017

Ciências Naturais - Powerpoint sobre o Sistema Excretor


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Ciências Naturais - Vídeo sobre a função do Nefrónio


Ciências Naturais - Vídeo sobre a dissecação de um Rim


Ciências Naturais - Vídeo sobre o Sistema Urinário


Ciências Naturais - O Sistema Excretor

O sistema urinário é composto pelas vias urinárias e pelos rins.
As vias urinárias compreendem os ureteres, a bexiga e a uretra. Os ureteres são tubos musculares que conduzem a urina dos rins à bexiga em jactos, através de contracções peristálticas. A bexiga, que pode reter até 600 ml de urina, é um órgão muscular, em forma de saco, que se expande à medida que a urina entra. A uretra é um tubo que se estende desde a bexiga ao meato urinário. Quando a bexiga está cheia, contrai-se, relaxando o esfíncter para o exterior, de modo que a urina sai. A urina é fabricada pelos rins, dois órgãos em forma de feijão, constituídos por três regiões distintas: uma camada exterior com aspecto granuloso - córtex; uma camada interna estriada radialmente - medula, que apresenta massas cónicas (as pirâmides de Malpighi); e uma cavidade para onde é enviada a urina - bacinete.
No córtex do rim existem mais de um milhão de pequenos tubos - nefrídios ou tubos uriníferos, aos quais está associada uma intensa rede de vasos sanguíneos. Cada tubo urinífero é constituído por:
- cápsula de Bowman, que contém um aglomerado de capilares sanguíneos (o glomérulo de Malpighi - conjunto de capilares proveniente da arteríola aferente), chamando-se corpúsculo de Malpighi ao conjunto constituído por cápsula/glomérulo;
- tubo contornado proximal, sinuoso e envolvido por uma densa rede de capilares;
- ansa de Henle, em forma de U;
- tubo contornado distal, sinuoso, envolvido por uma densa rede de capilares, que termina no tubo colector.
A formação da urina requer o movimento de moléculas entre os capilares, formados a partir da arteríola eferente que sai da cápsula de Bowman, e o nefrídio. O sangue entra na arteríola aferente, passando daí ao glomérulo. Pequenas moléculas movem-se do glomérulo para o interior das finas paredes da cápsula de Bowman. Este é o processo de filtração, pois as moléculas maiores e outros elementos do sangue não passam. Assim, o sangue que entra no glomérulo está dividido em duas porções: os componentes filtráveis - água, resíduos, pequenos nutrientes, sais; e os componentes não filtráveis - proteínas e outros elementos. Os elementos filtráveis formam o filtrado glomerular que contém pequenas moléculas dissolvidas, numa concentração semelhante à do plasma. O filtrado fica no interior da cápsula de Bowman e os componentes não filtráveis deixam o glomérulo pela arteríola eferente. A composição do filtrado altera-se à medida que passa pelo restante tubo urinífero, pois dá-se a reabsorção de substâncias deste tubo para o sangue, uma vez que as células que revestem este tubo têm numerosas microvilosidades, o que aumenta a superfície de absorção. Há componentes que são reabsorvidos - água, nutrientes, sais essenciais -, mas também há componentes que não são reabsorvidos - alguma quantidade de água, resíduos, sais em excesso. A contrapor a esta reabsorção, há secreção de substâncias, dos capilares para o tubo urinífero, que vão fazer parte da urina - ácido úrico, creatinina, iões H+, amónia, resíduos de medicamentos, aditivos alimentares, entre outros. Depois, a urina passa ao tubo colector, bacinete e uréter.

Ciências Naturais - O Sistema Excretor


É formado pelos seguintes órgãos:

Rins
É o principal órgão que compõe o sistema excretor nos vertebrados, pois é o responsável pela filtragem sanguínea(chamada de diálise do sangue). Eles são dois, possuem um formato de feijão, com aproximadamente 12cm. Se localizam nos lados da coluna vertebral, na região do abdômen.
Em cada rim chega um ramo da artéria aorta, com sangue a ser filtrado. Após a filtração desse sangue, ele é jogado novamente na corrente sanguínea, por meio da veia cava inferior. Na filtragem ficam resíduos, a urina, que é levada pelos ureteres até a bexiga, onde será armazenada para posterior eliminação pela uretra (nohomem esse canal serve tanto para a liberação de urina quanto do esperma, nas mulheres existem estruturas separadas para as duas substâncias).
O rim é dividido em duas regiões, chamadas de Córtex renal e Medula Renal, respectivamente a parte mais externa e interna do rim. Na medula renal, existem estruturas chamadas de pirâmides de Malpighi, que se convergem na região central do rim, formando o bacinete. Dos bacinetes partem os ureteres. No córtex renal ficam estruturas microscópicas chamadas de néfrons, onde o sangue é efetivamente filtrado. Os tubos coletores recebem as excretas dos néfrons, levando-as até as pirâmides de Malpighi.
partes do rim - sistema excretor
Os néfrons são constituídos por uma estrutura chamada cápsula de Bowman, onde existem vários capilares sanguíneos. Dessa cápsula, sai o túbulo renal, que pode ser dividido em três partes: região proximal (próxima à capsula de Bowman), a alça de Henle e a região distal (mais distante da cápsula), chegando ao tubo coletor (ou duto coletor).
Conectada a cápsula de Bowman está a arteríola aferente (proveniente da artéria renal), que se ramifica nos capilares sanguíneos, chamados de Glomérulo de Malpighi. Aí é onde acontece grande parte da filtragem do sangue. Então esses capilares se juntam novamente, formando a arteríola eferente. Essa por sua vez, se ramificará, envolvendo todo o túbulo renal (capilares peritubulares), reabsorvendo algumas substâncias que passaram para dentro do néfron. Essas ramificações, novamente, se reúnem nas vênulas, que se ligam à veia renal e à veia cava inferior. Observe o esquema abaixo, para visualizar as estruturas.
partes de um néfron - sistema excretor

Resumindo, o sangue fará o seguinte percurso:

Aorta ; artéria renal ; arteríola aferente ; glomérulo de Malpighi ; arteríola eferente ; capilares peritubulares ; veia renal ; veia cava inferior.

O processo de formação da urina é chamado de diurese. Quando o sangue está excessivamente “sujo”, ou quando os rins não funcionam corretamente, são formados os cálculos renais, que são, literalmente, pedras constituídas por sais. Essas pedras podem causar lesões graves, por isso devem ser removidas por meio de medicamentos ou intervenção cirúrgica.
Ureteres
É o tubo que liga o bacinete de cada rim à bexiga urinária.
Bexiga
É um compartimento para o armazenamento temporário da urina. Como o sangue é filtrado a todo momento, os animais vertebrados (e nós humanos), teríamos que “fazer xixi” a todo momento. Para que isso não seja necessário, a bexiga armazena por um período toda a urina produzida. A capacidade média das bexigas é de 250mL. Ela é formada por músculos lisos (contração involuntária).
Uretra
Canal por onde a urina da bexiga é expelida para fora do corpo. Ao redor desse duto existem músculos, chamados de esfíncteres, que pressionam o canal, fechando-o. Quando urinamos, esses músculos relaxam, abrindo o caminho para a urina. Nos homens, esse canal é utilizado tanto para passagem de urina quanto de esperma. O ato de urinar é chamado de miccão.
Outros órgãos fazem também o papel de excretores, como a pele e pulmões. O suor tem função principal de resfriar o corpo, mas como contém sais minerais e água, não deixa de ser uma excreta também. Os pulmões também liberam água no ar expirado.

Ciências Naturais - Vídeo sobre a Respiração


Ciências Naturais - Vídeo sobre o Sistema Respiratório


Ciências Naturais - Powerpoint sobre o Sistema Circulatório


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Ciências Naturais - Powerpoint sobre o Sistema Circulatório - Ciclo Cardíaco


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Ciências Naturais - Powerpoint sobre o Sistema Circulatório - Linfa


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Ciências Naturais - Powerpoint sobre o Sistema Circulatório - Sangue e Anatomia do Coração


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Ciências Naturais - Powerpoint sobre o Sistema Circulatório - Vasos Sanguíneos


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Ciências Naturais - Powerpoint sobre Biotecnologia


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Ciências Naturais - Powerpoint sobre o Organismo Humano em Equilíbrio


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segunda-feira, 10 de julho de 2017

domingo, 9 de julho de 2017

sábado, 8 de julho de 2017

sexta-feira, 7 de julho de 2017

Ciências Naturais - Powerpoint sobre a utilização da Glicose


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quinta-feira, 6 de julho de 2017

quarta-feira, 5 de julho de 2017

terça-feira, 4 de julho de 2017

segunda-feira, 3 de julho de 2017

domingo, 2 de julho de 2017

sábado, 1 de julho de 2017

Powerpoint sobre Mineralogia e Cristalografia


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sábado, 24 de junho de 2017

Powerpoint sobre os Vários Tipos de Ambientes


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Ciências Naturais - Powerpoint sobre os Factores Abióticos


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Ciências Naturais - Powerpoint sobre Recursos Naturais


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Ciências Naturais - Powerpoint sobre os Factores Abióticos



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Ciências Naturais - Powerpoint sobre Perturbações no Equilíbrio dos Ecossistemas


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Ciências Naturais - Powerpoint sobre o Sistema Circulatório



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Ficha de Trabalho com Exercícios de Aplicação sobre Rochas


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Evolução da Pangeia

Vídeo sobre a Deriva Continental


Vídeo sobre a Tectónica de Placas (Em Espanhol)


Vídeo sobre a Tectónica de Placas


Falha de St.André

Constituição da Pangeia

Ciências Naturais - Ficha de Trabalho sobre o Sistema Respiratório


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Ciências Naturais - Ficha de Trabalho sobre o Sistema Respiratório


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sexta-feira, 28 de abril de 2017

Tectónica de Placas 1


A teoria que os continentes não estiveram sempre nas suas posições actuais, foi conjecturada muito antes do século vinte; este modelo foi sugerido, pela primeira vez, em 1596 por um fabricante holandês,Abraham Ortelius. Ortelius sugeriu de que as Américas " foram rasgadas e afastadas da Europa e África por terramotos e inundações " e acrescentou: " os vestígios da ruptura revelam-se, se alguém trouxer para a sua frente um mapa do mundo e observar com cuidado as costas dos três continentes." A idéia de Ortelius foi retomada no século dezanove. Entretanto, só em 1912 é que a idéia do movimento dos continentes foi seriamente considerada como uma teoria científica designada por Deriva dos Continentes, escrita em dois artigos publicados por um meteorologista alemão chamadoAlfred Lothar Wegener. Argumentou que, há cerca de 200 milhões de anos, havia um supercontinente - Pangeia=Pangea - que começou a fracturar-se. Alexander Du Toit, professor de geologia na Universidade de Joanesburgo e um dos defensores mais acérrimos das ideias de Wegener, propôs que a Pangeia, primeiro, se dividiu em dois grandes continentes, a Laurásia no hemisfério norte e a Gondwana no hemisfério sul. Laurásia e Gondwana continuaram então a fracturar-se, ao longo dos tempos, dando origem aos vários continentes que existem hoje.
A teoria de Wegener foi apoiada em parte por aquilo que lhe pareceu ser o ajuste notável dos continentes americanos e africanos do sul, argumento utilizado por Abraham Ortelius três séculos antes. Wegener também estava intrigado com as ocorrências de estruturas geológicas pouco comuns e dos fósseis de plantas e animais encontrados na América do Sul e África, que estão separados actualmente pelo Oceano Atlântico. Deduziu que era fisicamente impossível para a maioria daqueles organismos ter nadado ou ter sido transportado através de um oceano tâo vasto. Para ele, a presença de espécies fósseis idênticas ao longo das costas litorais de África e América do Sul eram a evidência que faltava para demonstrar que, uma vez, os dois continentes estiveram ligados.

A figura representa o ajuste, actual, da linha de costa do continente da América do Sul com o continente de África. Com a cor roxa representam-se as estruturas geológicas e rochas tipoperfeitamente idênticas. Repare-se na continuidade, nos dois continentes, das manchas roxas.
Segundo Wegener, a Deriva dos Continentes após a fracturação da Pangeia explicava não só as ocorrências fósseis, mas também as evidências de mudanças dramáticas do clima em alguns continentes. Por exemplo, a descoberta de fósseis de plantas tropicais (na formação de depósitos de carvão) na Antárctida conduziu à conclusão que este continente, actualmente coberto de gelo, já esteve situada perto do equador, com um clima temperado onde a vegetação luxuriante poderia desenvolver-se. Do mesmo modo que os fósseis característicos de fetos (Glossopteris) descobertos em regiões agora polares, e a ocorrência de depósitos glaciários em regiões áridas de África , tal como o Vaal River Valley na África do sul, foram argumentos factuais invocados a favor da teoria da Deriva dos Continentes.
Esquema mostrando a distribuição geográfica de fósseis de animais e plantas no supercontinente da Pangeia.
A teoria da Deriva Continental transformar-se-ia na "bomba" que explodiu na comunidade científica da época, de tal modo fez surgir uma nova maneira de ver a Terra. Contudo, apesar das evidências, a proposta de Wegener não foi tão bem recebida, pela comunidade científica, como se possa pensar, embora estivesse, em grande parte, de acordo com a informação científica disponível, naquele tempo. Uma fraqueza fatal na teoria de Wegener era o facto de não poder responder satisfatoriamente à pergunta mais importante levantada pelos seus críticos: que tipo de forças podia ser tão forte para mover massas de rocha contínua tão grandes ao longo de tais distâncias tão grandes? Wegener sugeriu que os continentes se separavam através do fundo do oceano, mas Harold Jeffreys, um geofísico inglês notável, contra-argumentou, de modo científico, que era fisicamente impossível para uma massa de rocha contínua tão grande separar-se através do fundo oceânico sem se fragmentar na totalidade. 
Entretanto, após a morte de Wegener, em 1930, novas evidências a partir da exploração dos fundos oceânicos, bem como outros estudos geológicos e geofísicos reacenderam o interesse pela teoria de Wegener, conduzindo finalmente ao desenvolvimento da teoria da Tectónica de Placas.
Tectónica de Placas provou ser tão importante para as ciências de terra como a descoberta da estrutura do átomo foi para a Física e Química, assim como a Teoria da Evolução foi para as Ciências da Vida. Embora, actualmente, a teoria da Tectónica de Placas seja aceite pela comunidade científica, existem várias vertentes da teoria que continuam a serem debatidas.

quinta-feira, 27 de abril de 2017

Ciências Naturais - Ficha de Trabalho sobre o Sistema Excretor



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quarta-feira, 26 de abril de 2017

Formação de Montanhas 1

As montanhas são formas de relevo da superfície da Terra que, normalmente, se elevam para um topo estreito em forma de cume, originando escarpas. São vastas elevações e depressões. Podem apresentar-se segundo extensos alinhamentos de relevo , ou sob a forma de Montanhas Isoladas, estas normalmente associadas a fenómenos vulcânicos. Vamos procurar dar algumas explicações, tendo sempre em conta o conhecimento actual, para a formação das montanhas. Na Terra os extensos alinhamentos de relevo que cruzam oceanos e continentes têm uma origem, directa ou indirectamente, ligada ao movimento das grandes placas litosféricas terrestres ( Ver o TEMA TECTÓNICA DE PLACAS ). De entre estas estruturas, as cadeias de montanhas são as que melhor se conhecem e as que, com certeza, foram objecto das mais antigas investigações científicas. Vejamos a figura, abaixo, que nos mostra as cadeias de montanhas continentais dos Andes, Montanhas Rochosas, Apalaches, Atlas, Pirinéus, Alpes, Cárpatos e os Himalaias.
Cadeias montanhosas
Mapa mundi mostrando as grandes cadeias de montanhas continentais e o respectivo alinhamento.

As montanhas formam-se através de diversos processos geológicos. Assim, podemos considerar quatro tipos diferentes de montanhas: vulcânicas, erodidas, falhadas, e dobradas.
Montanhas vulcânicas, também conhecidas como vulcões. Apresentam, na maioria dos casos, uma parte emersa que por sua vez faz parte de uma sucessão de grandes vulcões. Uma região com uma sucessão de vulcões é o Havai. O Mauna Kea (4.205 m) é um exemplo típico de uma montanha vulcânica (Ver em TECTÓNICA DE PLACAS o Mecanismo de Formação da Cadeia Havaiana).
Mauna Kea
Mauna Kea (4.205 m), montanha vulcânica do Havai.
Arco de Fogo
Arco de Fogo do Pacífico, mostrando algumas montanhas vulcânicas, entre elas a Mauna Kea do Havai.
Kilimanjaro África Oriental
Kilimanjaro (6.000 m), imponente montanha vulcânica, situada na Região dos Grandes Lagos, na África Oriental.
Montanhas erodidas são formadas pelo fenómeno da erosão, ao qual já fizemos referência no TEMA ROCHAS, particularmente, nas Rochas Sedimentares. As águas, os ventos, as variações de temperatura e os seres vivos causam o desgaste das rochas. Em simultâneo dá-se o fenómeno do transporte dos materiais desagregados. Quando existem, na mesma região, rochas resistentes à erosão e rochas facilmente erodidas, dá-se o fenómeno de erosão diferencial, acontecendo que as rochas resistentes à erosão acabam por formar um grande relevo terrestre, isto é, uma montanha. O Cume Do Lança (4,301 m ) é um exemplo de uma montanha erodida. O Cume Do Lança é uma grande massa de granito que tem resistido à erosão de milhões de anos.
Cume Do Lança

O Cume Do Lança (4.301 m) é uma grande massa de granito, situada nas Montanhas Rochosas, na parte Ocidental da América do Norte.
Grand Canyon
Na região do Oeste da América do Norte, ocupada pelas Montanhas Rochosas encontra-se o Grand Canyon, representado na fotografia. Existe uma grande variedade de rochas, sobretudo arenitos, argilitos e calcários, com Idades que vão desde o Câmbrico até ao Pérmico. É notável, neste exemplo, o efeito da erosão diferencial, originando vertentes abruptas ou suaves.
Montanhas de falha são formadas pela vertical criada ao longo de grandes planos de falha, originando grandes massas de blocos escarpados. Este tipo de montanhas é comum nos Estados Unidos Ocidentais, tal como acontece na Serra Nevada. Vales de falha são também formados desta maneira.
Serra Nevada Dogtooth Peak
Pico Dogtooth (3.139 m) localizado na Serra Nevada, na América do Norte.
Olancha Peak Serra Nevada
Pico Olancha (3.695 m) localizado na Serra Nevada, na América do Norte.
Montanhas dobradas são as mais típicas e frequentes, razão porque, a seguir, iremos examinar, com algum pormenor, a formação destas montanhas. Foram originadas pelo lento movimento das placas litosféricas convergentes, isto é, colisões entre massas continentais ao longo do Tempo Geológico unindo-as e originando cadeias montanhosas. As fotografias abaixo são exemplos de montanhas dobradas.
Himalaias

Himalais. Uma extensa cordilheira, com o seu Monte Evereste (8.848 m), situada no Sul da Ásia. Esta é a região mais elevada da Terra.
Alpes franceses
Alpes franceses, com o seu Monte Branco (4.807 m).

terça-feira, 25 de abril de 2017

Resumo - Etapas da História da Terra



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segunda-feira, 24 de abril de 2017

Estrutura de um Vulcão

vulcanismo consiste nos processos pelos quais o magma e os gases a ele associados ascendem, a partir do interior da Terra (Ver o Tema Estrutura da Terra), à superfície da crusta terrestre incluindo a atmosfera. O ramo da Geologia que se dedica ao estudo do Vulcanismo designa-se por Vulcanologia. O termo que está na origem destas palavras é Vulcão. É uma palavra de origem Latina, Vulcano o deus do fogo. Entendemos por Vulcão uma abertura (respiradouro) na superfície da crusta terrestre, através da qual se dá a erupção do magma, dos gases e das cinzas associadas. Do mesmo modo, a estrutura, geralmente com a forma cónica, que é produzida pelas sucessivas emissões de materiais magmáticos, é nomeada por Vulcão. Em termos gerais, a estrutura vulcânica que forma um vulcão é designada por aparelho vulcânico. Existem diferentes tipos (logo diferentes classificações) de vulcões, resultando daí diferentes configurações dos aparelhos vulcânicos, contudo estes são, normalmente, constituídos pelas seguintes partes: 1) câmara magmática, local onde se encontra acumulado o magma, normalmente situado em regiões profundas das crustas continental e oceânica, atingindo, por vezes, a parte superior do manto (Ver Estrutura da Terra e Tectónica de Placas), 2) chaminé (principal) vulcânica, canal, fenda ou abertura que liga a câmara magmática com o exterior das crustas, e por onde ascendem os materiais vulcânicos, 3) cratera, abertura ou depressão mais ou menos circular, em forma de um funil, localizada no topo da chaminé vulcânica, 4) cone vulcânico, elevação de forma cónica que se forma por acumulação dos materiais expelidos do interior das crustas (lavas, cinzas e fragmentos de rochas), durante a erupção vulcânica. Para além da chaminé vulcânica, a maioria das vezes, existem outras condutas, denominadas por filões. Também se podem formar cones laterais, secundários ou adventícios ao cone vulcânico principal.


aparelho vulcânico
Esquema representando o corte transversal de um aparelho vulcânico.

aparelho vulcânico animado
Esquema animado mostrando um aparelho vulcânico.

domingo, 23 de abril de 2017

Silmologia 1


Os sismostremores de terra ou terramotos (sismos catastróficos) constituem um fenómeno geológico que sempre aterrorizou as populações que vivem em determinadas zonas da Terra.
Vamos fazer apelo, uma vez mais, à teoria da Tectónica de Placas, isto porque ela é o actual modelo da mecânica planetária terrestre que permite compreender, de um modo Global, os grandes fenómenos geológicos. O modelo tem sido testado através do estudo dos mais variados fenómenos geológicos, pequenos e grandes, e tem validado as observações bem como o rigor das interpretações. Assim sendo, é de toda a conveniência ler o Tema Tectónica de Placas, para melhor compreender os sismos. No Tema Estrutura da Terra, ao tentarmos dar uma ideia do contributo da Sismologia para o conhecimento do interior da Terra, abordamos alguns conceitos básicos de sismologia. Deste modo convém rever aqueles conceitos.

Sismos, dissemos nós, são abalos naturais da crosta terrestre que ocorrem num período de tempo restrito, em determinado local, e que se propagam em todas as direcções ( Ondas Sísmicas ), dentro e à superfície da crosta terrestre, sempre que a energia elástica ( movimento ao longo do plano de Falha ) se liberta bruscamente nalgum ponto ( Foco ou Hipocentro ). Ao ponto que, na mesma vertical dohipocentro, se encontra à superfície terrestre dá-se o nome de Epicentro, quase sempre rodeado pela região macrossísmica, que abrange todos os pontos onde o abalo possa ser sentido pelo Homem.
foco e falha
Bloco-diagrama mostrando uma representação esquemática do foco ou hipocentro, plano de falha e epicentro.

tremores de terra?
Vamos acrescentar um pouco mais ao desenvolvimento do fenómeno sísmico.Qualquer material rígido, de acordo com as leis físicas, quando submetido à acção de forças (pressões e tensões) deforma-se até atingir o seu limite de elasticidade. Caso a acção da força prossiga o material entra em ruptura, libertando instantaneamente toda a energia que havia acumulado durante a deformação elástica. Em termos gerais, é aquilo que se passa quando a litosfera fica submetida a tensões. Sob o efeito das tensões causadas, a maior parte das vezes, pelo movimento das Placas Tectónicas, a litosfera acumula energia.
Logo que, em certas regiões, o limite de elasticidade é atingido, dá-se uma ou várias rupturas que se traduzem por falhas. A energia bruscamente libertada ao longo destas falhas origina os sismos. Se as tensões prosseguem, na mesma região, a energia continua a acumular-se e a ruptura consequente far-se-á ao longo dos planos de falha já existentes. As forças de fricção entre os dois blocos de uma falha, bem como os deslocamentos dos blocos ao longo do plano de falha, não actuam nem se fazem sentir de maneira contínua e uniforme, mas por "impulsos" sucessivos, originando cada "impulso" um sismo, as chamadas réplicas. Numa dada região, os sismos repetem-se ao longo do plano de falha, que por sua vez é um plano de fraqueza na litosfera.
Compreende-se então porque é que os sismos se manifestam geralmente pelo abalo principal, logo no seu início. Só no momento em que as tensões levaram as rochas rígidas e dotadas de certa elasticidade ao "potencial de ruptura" é que esta se produziu, oferecendo um duplo carácter de violência e instantaneidade. Mas depois da ruptura inicial, verifica-se uma série de rupturas secundárias, as quais correspondem ao reajustamento progressivo das rochas fracturadas, originando sismos de fraca intensidade as já referidas réplicas. Acontece que, por vezes, antes do abalo principal observam-se sismos de fraca intensidade denominados por abalos premonitórios.
De notar que os sismos só se produzem em material rígido. Por consequência, os sismos produzem-se sempre na litosfera, jamais na astenosfera que é constituída por material plástico.
As ondas sísmicas propagam-se através dos corpos por intermédio de movimentos ondulatórios, como qualquer onda, dependendo a sua propagação das características físico-químicas dos corpos atravessados. Dissemos que as ondas sísmicas classificam-se em dois tipos principais: as ondas que se geram nos focos sísmicos e se propagam no interior do globo, designadas ondas interiores, volumétricas ou profundas (ondas P e S), e as que são geradas com a chegada das ondas interiores à superfície terrestre, designadas por ondas superficiais (ondas L e R). No mesmo contexto referimos as ondas primárias, longitudinais, de compressão ou simplesmente ondas P, ondas transversais, de cisalhamento ou simplesmente ondas S, ondas de Love ou ondas L e ondas de Rayleigh ou ondas R.

sábado, 22 de abril de 2017

Teste de Avaliação de Ciências Naturais - 8º Ano (Ambientes e Células)


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sexta-feira, 21 de abril de 2017

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Ficha de Trabalho sobre Rochas Magmáticas


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quarta-feira, 19 de abril de 2017

Resumo sobre A Terra como um Sistema


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terça-feira, 18 de abril de 2017

Ciências Naturais - Resumo sobre Falhas e Dobras


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segunda-feira, 17 de abril de 2017

Ficha de Trabalho sobre a Deriva Continental e Tectónica de Placas


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domingo, 16 de abril de 2017

Ciências Naturais - Ficha de Trabalho sobre o Sistema Respiratório de um Peixe


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sábado, 15 de abril de 2017

Estrutura da Terra 1


Para conhecimento do interior da Terra é preciso efectuar muitas observações e consequentes estudos. Sabe-se que a Terra tem, em média, 6.400 Km de raio e, portanto, um estudo directo não poderá ir além de pequenas profundidades. De facto, para além das milhares de sondagens que se tem feito para prospecção de jazigos de petróleo e outros minerais as quais não excedem geralmente a profundidade de 2.500 metros (quando ultrapassam esta profundidade dizem-se ultraprofundas e não ultrapassam os 9.000 metros), efectuaram-se algumas sondagens ultraprofundas com o objectivo de se conhecer a constituição do interior da Terra. Contudo, a perfuração mais profunda atingiu a profundidade de 12.023 metros, realizada, em 1984, na Península de Kola (ex-URSS), o que corresponde a 0,19% do raio da Terra. A perfuração de poços de grande profundidade permite que se realizem importantes investigações no domínio da petrologia, paleontologia, geoquímica e geofísica. As minas que se destinam à exploração de recursos minerais não excedem os 4 Km de profundidade.
Diagrama mostrando os principais métodos de estudo para a compreensão da estrutura interna da Terra.
O estudo aprofundado dos afloramentos rochosos à superfície são de grande importância para o conhecimento da estrutura interna da Terra. Algumas rochas que têm a sua origem em profundidade podem aflorar à superfície. Para isso é necessário que sejam submetidas a forças que as façam ascender e, posteriormente, sejam postas a descoberto pela erosão. O vulcanismo, no seu sentido limitado, é um fenómeno superficial, pois os produtos emitidos na superfície e a formação do aparelho vulcânico podem ser observadas directamente. Mas as causas do vulcanismo são de origem profunda. A matéria fundida (magma) que alimenta os vulcões forma-se no interior da Terra em consequência de perturbações do equilíbrio normal.
Para as zonas que ultrapassam os processos de observação directa, há que recorrer a outros métodos, chamados indirectos, como por exemplo o magnetismo, a sismicidade, o estudo dos meteoritos e a astrogeologia, a fim de conhecer o que se passa naquelas zonas do nosso planeta. Nas páginas seguintes, a título de exemplo, tentaremos dar uma ideia do contributo da Sismologia para o conhecimento do interior da Terra.
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