segunda-feira, 22 de julho de 2019
Lidl volta a transformar o plástico das praias
Este ano será em Vila Nova de Gaia que o projecto terá o seu ínicio, sendo 15 locais na totalidade a receber a iniciativa.
Durante 45 dias os banhistas poderão depositar as embalagens num depósito próprio, e participar ativamente na reciclagem e nova vida destes desperdícios. O objetivo é claro, que estas embalagens não acabem no mar, como acontecem a milhões de plásticos e metais todos os anos.
Segundo o responsável da iniciativa, os resultados da primeira edição foram ótimos e existe a expectativa que este ano a abrangência seja ainda maior.
O projecto TransforMAR resulta de uma parceria entre o Lidl Portugal, o Eletrão, Associação Bandeira Azul da Europa, Quercus e Agência Portuguesa do Ambiente.
UFCD - 0224 - Execução de tapeçarias simples - iniciação
(*) Em Vigor
Designação da UFCD:
Execução de tapeçarias simples - iniciação
Código:
0224
Carga Horária:
50 horas
Pontos de crédito:
4,50
Objetivos
- Preparar o tear e a teia para a execução de peças de tapeçaria.
Recursos Didáticos
Conteúdos
- Preparação do tear
- Preparação da teia
Referenciais de Formação
215010 - Tecelão/Tecedeira |
Histórico de Alterações
(*) 2008-03-07 Criação de UFCD.
domingo, 21 de julho de 2019
segunda-feira, 15 de julho de 2019
Jovens e responsáveis governamentais de todo o mundo discutem sustentabilidade em Lisboa
A Conferência Mundial de Ministros Responsáveis pela Juventude 2019 e o Fórum da Juventude “Lisboa+21” regressam a Lisboa 21 anos depois de Portugal ter organizado este evento, em 1998. Centenas de responsáveis governamentais pela área da juventude, jovens e representantes de organizações internacionais vão reunir-se numa Conferência Mundial que pretende desencadear um debate sobre temas emergentes da juventude, entre os quais o desenvolvimento sustentável e a crise climática.
Em declarações à agência Lusa o ministro da Educação, responsável pela pasta da juventude e anfitrião da conferência, explicou que o objectivo é construir com os jovens de hoje o futuro de amanhã uma vez que serão eles a passar o testemunho. “É com os jovens que temos de construir o objectivo do desenvolvimento sustentável. São eles que comunicam à geração seguinte as premências do seu tempo”, disse Tiago Brandão Rodrigues em declarações à Lusa a propósito do evento que está a ser organizado também pelo Conselho Nacional da Juventude.
Na opinião do presidente do Conselho Nacional da Juventude, Hugo Carvalho, em 1998 Portugal deu um grande passo ao organizar a I Conferência Mundial de ministros da Juventude sob a égide das Nações Unidas.
Vinte e um anos depois, sustenta Hugo Carvalho, Portugal volta a ser arrojado, organizando um novo encontro com o endosso das Nações Unidas, mas com a particularidade inédita de ser em parceria com as estruturas de juventude. “Há o inédito de os ministros estarem sentados ao lado dos representantes legais dos jovens dos seus países”, disse Hugo Carvalho adiantando que é importante acabar com a lógica de auscultar os jovens decidindo depois sem ter em conta as suas opiniões.
Em 1998, o Governo Português, em cooperação com os parceiros do Sistema das Nações Unidas, organizou a Conferência Mundial de Ministros Responsáveis pela Juventude, que se tornou um marco no trabalho em torno das políticas de Juventude.
Na Declaração final, ministros e demais líderes mundiais presentes, comprometeram-se a trabalhar com a Juventude num conjunto de políticas e programas que fossem ao encontro das preocupações dos jovens e melhorassem as suas vidas.
Estes compromissos cobriam as áreas prioritárias do sector, tal como definido no Programa Mundial de Acção para a Juventude, adoptado em 1995 pela Assembleia Geral das Nações Unidas. Agora, os Estados são chamados a intensificar os seus compromissos para integrar a perspectiva da Juventude na implementação da Agenda 2030 e da Conferência Mundial de Ministros Responsáveis pela Juventude 2019 e do Fórum da Juventude “Lisboa+21” resultará uma Declaração renovada sobre Políticas e Programas de Juventude (Lisboa+21), no quadro da Agenda 2030.
Segundo o ministro da Educação, a agenda 2030 tem grande ambição dentro do sistema das Nações Unidas para que países possam entender que compromissos podem assumir para pelo menos uma geração e que os jovens têm de ser co-decisores nas políticas de juventude.
O conhecimento, a influência e a iniciativa dos jovens são, na opinião de Tiago Brandão Rodrigues, essenciais para que possam ser alcançados os objectivos da agenda 2030 das Nações Unidas para o desenvolvimento sustentável. “Nesta conferência é preciso pensar que caminho fizemos de 1998 até agora, que ferramentas temos, que políticas públicas, que formas temos de nos organizar com os jovens para cumprir a agenda 2030”, disse adiantando que os jovens são garante de sustentabilidade, segurança e paz sendo por isso necessário construir com eles objectivos de desenvolvimento sustentável. “É com os jovens que temos de construir objectivos de desenvolvimento sustentável que possam ser alcançáveis. Sã os 1,8 mil milhões de jovens que darão a herança às próximas gerações comunicando à geração seguinte as premências emergentes do seu tempo”, frisou,
O ministro da Educação, anfitrião da Conferência intervêm na sessão de abertura, assim como o fará o presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa, enquanto o Secretário-Geral das Nações Unidas, António Guterres, e o primeiro-ministro português, António Costa, encerram os trabalhos no domingo.
Marcam ainda presença nesta Conferência Mundial a Presidente da Assembleia-Geral das Nações Unidas, María Fernanda Espinosa Garcés, e a Enviada do Secretário-Geral das Nações Unidas para a Juventude, Jayathma Wickramanayake.
“Lisboa+21” é organizada pelo Governo Português – através do Ministério da Educação – e pelo Conselho Nacional de Juventude, com o endosso do Gabinete da Enviada do Secretário-Geral das Nações Unidas para a Juventude, da Organização Internacional do Trabalho (OIT), da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), o Fundo das Nações Unidas de Apoio à População (UNFPA) e o Departamento de Assuntos Económicos e Sociais das Nações Unidas (UN DESA).
UFCD - 0223 - Desenvolvimento de projeto e decorações simples
(*) Em Vigor
Designação da UFCD:
Desenvolvimento de projeto e decorações simples
Código:
0223
Carga Horária:
25 horas
Pontos de crédito:
2,25
Objetivos
- Executar um projeto/desenho de tapeçaria simples com figuras geométricas, aplicando normas de decoração.
Recursos Didáticos
Conteúdos
- Concepção do projeto
- Características do projeto
- Dimensão
- Materiais necessários
- Técnica a aplicar
- Tempo necessário à sua execução
- Custos do projeto (Noções de orçamentação)
- Preparação dos materiais
- Meios
- Recursos
- Execução do debuxo
- Técnicas de realização de debuxo
- Verificação da configuração/perfeição do projeto
- Normas de decoração
- Repetição
- Alternância
- Gradação
- Simetria
- Irradiação
- Luz do ambiente na representação do espaço e forma
- Relação luz sombra
- Contraste
- Harmonia e equilíbrio
- Execução de cálculos
- Áreas de figuras geométricas
- Cuidados necessários na preparação de trabalhos
- Higiene no posto de trabalho
Referenciais de Formação
215010 - Tecelão/Tecedeira |
Histórico de Alterações
(*) 2008-03-07 Criação de UFCD.
PS quer alunos do secundário a aprender primeiros socorros nas aulas de Educação Física
O PS apresentou um projecto de resolução no qual recomenda ao Governo que introduza na disciplina de Educação Física, no ensino secundário, um módulo teórico e prático, de frequência obrigatória, em Suporte Básico de Vida (SBV), que inclua formação em Desfibrilhação Automática Externa (DAE).
No documento, os deputados socialistas defendem que a formação deve ser dada por profissionais com certificação credenciada e propõem ainda que sejam promovidas, em locais públicos, campanhas de sensibilização, informação e divulgação para a prevenção e combate à morte súbita cardíaca.
“Segundo a Associação Portuguesa de Arritmologia morrem em Portugal vinte e sete pessoas por dia vítimas de morte súbita, mais de uma vítima por hora. A agravar esta realidade, a maioria da população portuguesa não sabe, em geral, prestar os primeiros socorros e o acesso a DAE é ainda muito reduzido (só dois DAE por 10 mil habitantes)”, escrevem os socialistas, sublinhando que “o pronto exercício de manobras de reanimação”, o uso de desfibrilhador automático externo e “a activação dos meios de emergência médica são determinantes no socorro às vítimas de paragem cardíaca, contribuindo para a redução do número de óbitos”.
Ora, para tal, continuam os deputados, “é determinante que estas acções sejam iniciadas por quem se encontre mais próximo da vítima, sendo esta medida unanimemente aceite pela comunidade médica nacional e internacional”.
Os socialistas compilaram um conjunto de avisos neste sentido: em 2010, o Conselho Europeu de Reanimação “recomendou que a reanimação cardiopulmonar fosse ensinada a todos os cidadãos”, argumentando que tal “duplica a taxa de sobrevivência na paragem cardíaca”; em 2012 a Fundação Europeia para a Segurança do Doente, o Comité de Ligação Internacional de Ressuscitação e a Federação Mundial das Sociedades de Anestesiologistas emitiram um parecer conjunto, suportado pela Organização Mundial de Saúde, segundo o qual “a reanimação cardiopulmonar deveria ser ensinada nas escolas” e, em 2013, a própria Assembleia da República tinha já recomendado ao Governo a introdução, no 3.º ciclo do ensino básico das escolas nacionais, uma formação, de frequência obrigatória, em SBV.
“A experiência internacional demonstra que em ambiente extra-hospitalar, a utilização de desfibrilhadores automáticos externos, por pessoal não médico, aumenta significativamente a probabilidade de sobrevivência das vítimas”, insistem os socialistas, propondo, “em “estreita articulação” com o Ministério da Educação, que passe a ser “obrigatório por lei” o ensino de SBV e DAE, para todos os alunos do ensino secundário, “assegurando que, no futuro, ninguém possa finalizar a escolaridade obrigatória sem ter tido contacto, conhecimento e prática em SBV e DAE.
Em Fevereiro deste ano – e depois de ter sido noticiada a morte de um aluno numa aula de Educação Física, por paragem cardiorrespiratória –, o PAN questionou o Ministério da Educação sobre a existência ou não de desfibrilhador automático externo na escola em questão (Dr. Manuel Laranjeira, em Espinho) e também se, até à chegada da ambulância, o SBV e a desfibrilhação tinham sido assegurados por professores e funcionários.
Na sequência desta notícia e segundo noticiou à data a Lusa, também a Associação de Protecção e Socorro (Aprosoc) questionou o Parlamento sobre quais as escolas e recintos desportivos com desfibrilhadores e qual o pessoal formado para tal.
Há vários anos que este é um tema recorrente. Em 2018, o Ministério da Saúde criou um grupo de trabalho com o objectivo de melhorar o Programa Nacional de Desfibrilhação Automática Externa e as recomendações passavam, por exemplo, por um reforço de desfibrilhadores em locais onde passam em média mil pessoas por dia e pela obrigatoriedade de formação no uso de desfibrilhadores para quem vai tirar a carta de condução e para alunos do ensino superior de Ciências da Saúde e do Desporto.
Também no ano passado foi apresentado, na Faculdade de Medicina de Lisboa, um movimento cívico chamado cívico Salvar Mais Vidas que propunha igualmente o ensino obrigatório de suporte básico de vida nas escolas. E, já em 2016, a Sociedade Portuguesa de Cardiologia defendia, entre outras medidas, que houvesse nas escolas formação prática obrigatória em SBV e em utilização de desfibrilhadores nos 9.º e 11.º anos.
tp.ocilbup@sepoljm
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